Confira passo a passo para abrir loja virtual sem estoque

A quantidade de produtos necessária para dar início às vendas pela internet está entre as principais dúvidas de quem está planejando abrir um e-commerce. Muitos acreditam que é preciso ter um grande estoque e uma ampla variedade de itens para colocar o negócio para funcionar, mas, segundo especialistas, isso não é verdade.

“Ao contrário da loja física, em que é preciso oferecer variedade para atender os clientes, no e-commerce é melhor investir em mais itens de um mesmo produto, ou até mesmo em um único tipo de produto. É possível, sim, iniciar com pouco ou nenhum estoque”, explica Bruno de Oliveira, especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com.

Ele ensina passos para começar sem estoque e ser bem-sucedido:

  •  imagesAposte em um nicho com logística simples: A logística é um dos principais gargalos para o e-commerce no Brasil. “Se já costuma ser uma dificuldade para as lojas virtuais com estoque, para os que começam sem estoque torna-se um problema maior ainda”, explica Oliveira.  Por isso, nesses casos o melhor é investir em nichos com logística mais simples, onde a fabricação e reposição dos produtos seja  rápida. “Para alguns itens mais elaborados, os prazos de fabricação e entrega são maiores, o que pode atrasar os envios e prejudicar a operação como um todo”, comenta.

  • Escolha bem seus fornecedores: Encontrar os parceiros ideais é sempre importante, mas para os que iniciam sem estoque torna-se ainda mais fundamental. “O primeiro passo é listar os distribuidores e atacadistas que trabalham com a linha de produtos que se pretende vender. É preciso pesquisar bastante e avaliar o modelo de trabalho de cada um”, ensina Oliveira. Para isso, segundo ele, o ideal é visitar cada uma das download empresas pessoalmente. “Com essa visita, será possível verificar aspectos como a qualidade dos produtos, política de preços, organização e cumprimento de prazos”.

  • Utilize o estoque do seu fornecedor: Para quem decide começar sem estoque, existem alternativas para “terceirizar” o estoque, como a chamada “just in time”,  lógica de vendas que permite trabalhar com o estoque do fornecedor. “Dentro dessa lógica, tudo deve ser comprado somente quando for necessário. Quando uma venda for feita, o lojista virtual procura o seu fornecedor, faz a compra e envia o produto para o seu cliente. Dessa forma, ele consegue economizar um capital de giro que poderá ser investido em outros segmentos do negócio”, avalia.  Por outro lado, segundo Oliveira, esse modelo irá gerar custo adicional em relação ao deslocamento. “O lojista precisará ir muitas vezes até o fornecedor,  embora preserve o capital de giro e não precise comprar todo o estoque de uma vez. É preciso calcular bem o quanto irá economizar e o quanto irá gastar, para fazer valer a pena”, comenta.

  • Negocie a prazo: A negociação a prazo é outra estratégia interessante para um e-commerce sem estoque, de acordo com o especialista. “Nesse modelo, o lojista adquire certa quantidade de produtos e só paga o fornecedor depois de um certo tempo. Assim, ele ‘trabalha’ com o dinheiro do parceiro, e ganha tempo para vender os itens que foram comprados e pagar pelos produtos só dali a 30 ou 40 dias”, diz. download (2)

  •    Abrir sem estoque é um bom negócio?

  • Mas afinal, vale ou não vale a pena abrir um e-commerce sem estoque?

    Para Oliveira, esse modelo pode sim ser a solução, mas a curto ou médio prazo. “Se o empreendedor tem recursos limitados, montar uma loja virtual sem estoque pode ajudar bastante a dar aquele primeiro impulso. Porém, deve ser seguido por um período de tempo determinado, para levantar recursos. “De acordo com o volume de vendas, o ideal é, desde o princípio, já começar a utilizar parte dos lucros do negócio para montar um estoque próprio. Quanto maior a saída de determinado produto, mais ele poderá investir na montagem”, diz.

    Segundo ele, isso fará com que as entregas sejam mais rápidas, e com que os custos com deslocamentos até os fornecedores sejam reduzidos. “O melhor é controlar com eficiência a saída e entrada de produtos, e apostar nos mais vendidos para montar o estoque inicial”.

    Sobre Bruno de Oliveira- Empreendedor há mais de 15 anos, é especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com, espaço no qual auxilia outros empreendedores a iniciar e alavancar uma loja virtual e também oferece cursos e mentoria. Também é o criador do método Viver de Ecommerce e o idealizador da Semana do Ecommerce, evento online gratuito onde ensina a montar o planejamento ideal e o passo a passo para montar um e-commerce do zero.

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Entrevista com Osmar Almeida, sócio da Oito Consultoria.

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NM- Como surgiu a idéia de ser empreendedor?    

O sonho do brasileiro é ser empreendedor, e o meu também era, mas não tinha nunca tido a oportunidade de empreender em algo que realmente fizesse diferença pra mim.

Numa feira de negócios, que eu visitei em São Paulo, percebi que existiam oportunidades inovadoras: intermediação e articulação de negócios internacionais. Foi neste momento que entendi qual meu objetivo e meu propósito e criei minha empresa.

Hoje somos um escritório que gera leads e novos negócios para vários consulados..

NM – Como você identifica uma oportunidade?

Eu caço oportunidades todo os dias. Participo de eventos de negócios, converso o tempo todo com empresários e busco entender quais oportunidades e quais possibilidades estão surgindo.

Manter contato diário com clientes também é produtivo. Muitas vezes são os consulados que me sinalizam as oportunidades internacionais e me pedem indicações de empresas nacionais que queiram investir, vender ou apresentar algum tipo de serviço la fora.

NM-  Quando você considerou a possibilidade de abrir negócio como uma opção de vida?

Essa possibilidade já era um sonho, mas nada me encantava totalmente. Como eu disse, ao me deparar com a mistura de inovação e internacionalização de negócios, eu fiquei mexido. Neste momento, que também era um momento de mudança na minha vida pessoal, eu crie minha empresa.

 NM-  Como você se envolve com a rotina, com as operações do dia a dia?

Minha rotina é muito dinâmica. Estou online 90% do tempo, e uso todos os recursos para falar com meus clientes e parceiros. Adoro tecnologia e isso facilita e muito negócios globalizados e internacionais. Não tenho secretária e para baratear custos trabalho em casa e coworkings.

NM – Você tem parceiros?

Muitos. Para cada negócio, parceiros experts em seus segmentos. Afinal, eu seleciono, escolho e indico empresas nacionais para fazerem negócios fora do país. O grande segredo é ter bons parceiros.

NM – Fale um pouco do seu trabalho atual.

Meu trabalho consiste em mapear, filtrar oportunidades e realizar contratos de parcerias para projetos específicos.

 

 

 

 

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Tinder no Divã

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O amor em tempos de internet alterou nosso cotidiano com novos formatos de vínculos afetivos, “impondo”/construindo novas regras e novos espaços para o contato com o outro.  Essa nova realidade emerge com várias  questões e reflexões em tempos onde tudo é descartável, inclusive as pessoas.

Negócios de Mulheres e Cafetina Concept Sore  promovem no dia 11 de março das 16 as 20 hs,  um bate papo com a psicóloga Ana Clara Cartagena Reis, autora do projeto Tinder no Divã,  que visa auxiliar as pessoas a buscarem relacionamentos mais humanos.

.Sempre antenada nas tendências globais,  Ana Clara foi buscar além de sua formação, cursos onde pudesse pensar o ser humano no mundo contemporâneo. Estudou Cool Hunting e Antropologia da Inovação na Escola São Paulo, fez o Bootcamp de planejamento na Miami Ad School e um curso sobre projetos inovadores na Kaospilot, em Aarhus na Dinamarca, eleita uma das dez escolas mais inovadoras do mundo em 2014.

 

 

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Márcia Mocelin Manfrin e o nascimento e desenvolvimento da Apetit Serviços de Alimentação

 

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No início de 1989, Márcia Mocelin Manfrin abriu em Londrina um pequeno restaurante que servia prato feito. Dois meses depois, uma indústria da cidade solicitou o fornecimento de 13 marmitas, pois a cozinha do restaurante interno estava em reforma. Márcia logo se prontificou em atendê-la, e teve a ideia de montar uma empresa de prestação de serviços de alimentação. O objetivo era atender as pequenas empresas de Londrina e seus funcionários. Na época, um mercado carente desse tipo de serviço. Foi assim que surgiu a Apetit Serviços de Alimentação, em julho de 1989.

Márcia não tinha muita expertise no segmento, teve de aprender sobre o segmento de alimentação com o próprio negócio já em operação. No início, desempenhava várias funções ao mesmo tempo: comprava os alimentos, negociava com os clientes e fornecedores, coordenava e entregava as refeições na Kombi que comprou para esta finalidade. Havia uma colaboradora somente, a Dona Tereza, que trabalhou na Apetit desde 1989 até se aposentar, em 2010.  Enquanto trabalhava, os dois filhos pequenos de Márcia a acompanhavam na cozinha, mesmo assim, ela nunca deixou de se capacitar: estudou, correu atrás das exigências próprias do ramo e consegui montar a primeira cozinha industrial, que contava com um fogão, poucas panelas e muita vontade. Hoje, seus dois filhos também trabalham na Apetit, por amor ao negócio da famí ;lia.

Em 1996, a Apetit se tornou líder do segmento de refeições transportadas em Londrina e o negócio foi mudando: ao invés de entregar as marmitas nas empresas, passaram a oferecer o serviço de administração de restaurantes corporativos, primeiro no estado do Paraná e, posteriormente, em outros estados. Hoje atuam em 11 estados, atendendo 180 restaurantes, servindo mais de 100 mil refeições por dia e com um quadro de aproximadamente 2000 mil colaboradores, entre cozinheiros, nutricionistas e gerentes nos setores de marketing, operações, comercial, planejamento e recursos humanos. A Apetit faturou, no último ano, R$ 120 milhões e estima crescer 30% em regiões estratégicas.

O diferencial da Apetit é oferecer serviços com um padrão superior, diferente do tradicional “bandejão” dos refeitórios industriais. A empresa une alimentação de alta qualidade e ambientes sofisticados e acolhedores, oferecendo uma experiência diferenciada aos clientes consumidores, ao montar restaurantes com opções diversificadas de cardápios e qualidade de vida. No começo atendiam empresas menores, com menos colaboradores e sem estrutura de restaurante. Hoje, as empresas que atendem são, em sua maioria, indústrias que possuem cozinha industrial, restaurante e uma grande quantidade de colaboradores.

Márcia, mulher de sucesso que incentiva o empoderamento das mulheres no mercado de trabalho

A Apetit possui um quadro de colaboradores 90% composto por mulheres, sendo 93% dos cargos de liderança ocupados por mulheres. Por isso, incorporam e desenvolvem diversas práticas que têm como objetivo atender às necessidades das nossas colaboradoras, estimulando o crescimento pessoal e profissional.

Apetit recebeu o Prêmio WEPs Brasil, o prêmio é uma inciativa que visa promover a cultura da igualdade de gêneros entre as empresas brasileiras, com base nos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, do inglês Women’s Empowerment Principles). A premiação se deu por conta das boas práticas de gestão, que visam a promoção da autonomia do ser humano como um pré-requisito para se alcançar o desenvolvimento sustentável da empresa. No mesmo ano, também se tornaram signatários do WEPs mundial, promovido pela ONU. Esta distinção foi dada a somente 58 empresas brasileiras e a Apetit é a única do setor de refeições coletivas.

 

Apetit – Uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil

A cultura organizacional, os valores éticos, a transparência, o cuidado e respeito pelas pessoas são os princípios que norteiam todas as ações da Apetit. O investimento nas práticas e benefícios foi reconhecido pela pesquisa conduzida pelo Instituto Great Place to Work, feita com os próprios colaboradores da empresa. A pesquisa premia as melhores empresas para trabalhar no Brasil e reconheceu a Apetit pelo 4º ano consecutivo. A empresa é a única do setor de administração de restaurantes corporativos a receber o prêmio, ocupando a 28ª colocação no ranking geral.

 

Universidade Apetit

Em 2013, com investimento de R$ 1.300.000,00, foi criada a Universidade Corporativa Apetit, a UNIAP. A ideia é que todos os colaboradores (sejam administrativos, operacionais ou lideranças) participem de algum programa de desenvolvimento. Por ter colaboradores espalhados por 12 estados, foram pensadas em aulas presenciais e à distância. Dessa forma, toda a equipe é envolvida. O objetivo da UNIAP é capacitar e desenvolver os colaboradores da Apetit para que alcancem o crescimento que a empresa projeta e com a excelência de seus serviços. Há cursos voltados para o desenvolvimento profissional e comportamental da equipe.

Apetit e seus programas de responsabilidade social

O Instituto Apetit de Educação conta com diversos programas sociais que proporcionam o desenvolvimento profissional e comportamental dos colaboradores, visando a qualidade de vida no ambiente de trabalho. Os programas foram idealizados para atender os colaboradores da Apetit e a comunidade onde a empresa está inserida. São eles:

Mamãe Apetit

O Programa Mamãe Apetit visa orientar e acompanhar as futuras mamães colaboradoras da empresa para uma gestação saudável e responsável. Cartilhas e folhetos levam às gestantes informações, orientação nutricional e dicas que vão do pré-natal ao aleitamento, além dos cuidados com o bebê. Assim, através de monitoramento de assistentes sociais e de material informativo, o Instituto está presente durante toda a gravidez. Desde o início do projeto em 2006, o Instituto Apetit já beneficiou 230 mulheres, garantindo a saúde da mãe e do bebê.

Integrar

Este programa tem como objetivo oferecer oportunidades de emprego às pessoas portadoras de necessidades especiais que estejam interessadas em integrar-se ao mercado de trabalho.

 

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Em meio à crise, microfranquias crescem no Brasil.

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Conforme já divulgado pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) e vivenciado por alguns players do setor como a Cia de Franchising – especializada em formatação e expansão de franquias – a tendência para o mercado neste ano de 2017 são os modelos mais enxutos de operação, ou seja, redes que se adaptarem a atual realidade e lançarem novos formatos como micro franquias em quiosques de shopping, store in store, porta a porta, principalmente com valores de investimento mais baixos terão maior chance de crescimento no período.

A seguir, algumas das redes que já se adequaram e que estarão oferecendo ou lançando boas oportunidades durante o evento.

Belga Mix

Especializada em batatas fritas no cone e churros, a Belga Mix reformulou parte de sua operação, tanto em relação à contratação de funcionários para o dia a dia do negócio, quanto no investimento em novas tecnologias, que facilitaram os processos e permitiram a criação de novos formatos de franquias, em food carts e quiosques de shoppings. Os investimentos iniciais que antes eram a partir de R$106mil, agora começam na casa dos R$29,5mil. A franquia da Belga Mix voltada para quiosques de shoppings será apresentada pela primeira vez na Feira do Empreendedor.

Mídia Pane – Micro franquia para aumentar renda familiar 

A rede de franquias Mídia Pane, que atua no formato home based desenvolvendo propagandas em saco de pão, participa entre os dias 18 e 21 da Feira do Empreendedor 2017, com opção de negócio que exige investimento inicial acessível, de R$10 a R$21 mil, e rentabilidade mensal na faixa de R$ 6 mil.

Total Documentos

Voltada ao empreendedor que tem vontade de trabalhar com licenciamento e registro de marcas e personagens, estratégia muito utilizada por grandes empresas para alavancar o sucesso dos produtos no mercado. O investimento inicial vai de R$ 5 mil a R$10 mil em instalações; taxa de franquia R$ 20 mil. A franqueadora cobra royalties a partir do sexto mês de operação (R$250) e pede capital de giro em torno de R$15mil. O faturamento médio mensal é de R$40mil na fase inicial, com prazo de retorno de 6 a 12 meses para cidades acima de 200mil habitantes. Para a Feira do Empreendedor a Total Documentos está com uma ação onde é possível adquirir a franquia com um pagamento em 10x.

Acqio Franchising

Há pouco mais de um ano no mercado, a Acqio Franchising (rede de franquias com foco em pagamentos eletrônicos) oferece um modelo de negócio no sistema home office com investimento de R$6.990 (capital de giro + taxa de franquia). A marca surgiu já com no carácter de nano, e tem feito muito sucesso no Brasil – atualmente possui mais de 500 unidades. O faturamento médio mensal do franqueado é de R$ 11 mil, sendo que a margem de lucro de R$3.200,00 mil.

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Encontre Sua Viagem

Especializada em serviços de turismo, a Encontre Sua Viagem conta com mais de 500 unidades pelo país, mais de 50% é equivalente à modalidade Home Office que apresenta esse desenvolvimento por exigir um investimento inicial a partir de R$ 5 mil (taxa de franquia + capital de giro). A marca propõe também outros modelos de negócio: Loja Física com investimento de R$40 mil e o Quiosque que determina o investimento de R$45 mil (os valores incluem taxa de franquia + capital de giro + taxa de instalação).

Bidon Corretora de Seguros

Outra franquia que se insere nesse contexto é a Bidon Corretora de Seguros. A rede que foi lançada em setembro desse ano já conquistou 30 unidades e foi sucesso instantâneo entre as microfranquias. O formato compactado conta com um valor de investimento baixo (pouco mais de R$ 10 mil) e lucro líquido mensal de mais de R$ 7mil. Até o momento, a Bidon Corretora de Seguros atua exclusivamente no sistema home office, devido a simplicidade do negócio e a necessidade de uma baixa infraestrutura – apenas computadores, internet e telefone.

Gigatron Franchising

A Gigatron Franchising, rede de serviços em tecnologia, oferece duas modalidades de negócios no perfil de microfranquias. Uma delas é o Certificado Digital, que atua com a venda de certificados para pessoas físicas e jurídicas – o investimento inicial é de R$15.500. E a outra é a Giga Software, que oferece a implantação de softwares em empresas de varejo e prestadores de serviços, com o objetivo de melhorar os processos e auxiliar na administração da empresa. Esta exige o investimento de R$10.860. Ambas as modalidades podem ser administradas no formato Home Office ou Loja Física. Para a Feira do Empreendedor a rede lançará a franquia “Software Básico”, cujo investimento inicial será de aproximadamente R$8 mil.

Clinicão

A Clinicão, primeira franquia de consultórios e clínicas veterinárias do Brasil, leva a feira pela primeira vez seu modelo de negócio em formato de microfranquia com investimento de até R$90 mil  busca atrair novos investidores para o segmento de pet.

Doutor Faz Tudo

A Doutor Faz Tudo, franquia especializada em reparos e reformas, pertencente ao Grupo Zaiom. Atualmente com mais de 30 unidades, seu principal objetivo é atender o cliente em todas as necessidades relacionadas à manutenção de imóveis, oferecendo serviços como: elétrica, hidráulica, alvenaria e revestimento, montagens em geral, pintura, acabamento, telhado, jardinagem e piscina. Para ser um franqueado da Doutor Faz Tudo, o empreendedor não precisa de um ponto comercial, já que a operação pode funcionar em sistema home office ou em sala comercial compartilhada. O investimento inicial varia de R$ 25 mil para cidades com até 50 mil habitantes a R$ 50 mil para cidades acima de 500 mil habitantes; o franqueado já começa a obter retorno do investimento em média em seis meses.

Dr. Jardim

A Dr. Jardim atende todas as necessidades de implantação e manutenção para residências e condomínios. Entre os serviços prestados para cuidados com jardim estão: projetos paisagísticos, execução de jardins e gramados, lagos e espelhos d’água, controle de pragas, campos de futebol, haras entre outros. Para piscinas oferecem enchimento, iluminação, cascata, manutenção completa e limpeza semanal. Para ser um franqueado Dr. Jardim, o empreendedor não precisa de um ponto comercial. Com investimento inicial a partir de R$ R$ 15 mil, o franqueado começa a obter retorno do investimento em média já no primeiro ano.

Protect

Microfranquia com foco B2B, que pode ser operada home office. O objetivo do negócio é não só levar soluções de seguros sob medida para empresas de pequeno porte, geralmente mal atendidas pelos players e produtos tradicionais, mas também oferecer outros produtos e serviços que os empresários precisam, mas não sabem em quais fornecedores confiar para contratar. Fundada em 2015 com o apoio da tradicional seguradora American Life, que tem 24 anos de mercado, a Protect planeja ter 80 unidades franqueadas em operação até o final de 2017. O investimento total para se tornar um franqueado é de R$ 36 mil, com taxa de franquia de R$ 16mil já inclusa, retorno de investimento previsto para o período de 12 a 18 meses e faturamento mensal de R$ 15 mil a R$ 20 mil até o final do terceiro ano de atividades.

WM10 Franchising

A WM10 Franchising, é uma microfranquia de ERP, soluções em tecnologia de informação, reconhecida no mercado de software por meio de seus sistemas de gestão para lojas nas nuvens, que atua com automação de lojas (como vestuário, calçados, bijuterias, acessórios, perfumaria, cosméticos, presente e conveniência) e franquias. A ferramenta otimiza a gestão financeira de lojas, redes e franquias, atende com perfeição às demandas por agilidade e segurança de dados na emissão de cupons fiscais em todo o território nacional e pontos de venda on-line. Também é o único que registra a recuperação de impostos na troca, consignado ou devolução de produto. O sistema de trabalho é home office, baixo investimento e pode gerar um lucro média de R$7.500,00. A taxa de franquia é de R$15mil.

Rent a Bag

 Com um perfil de seleção que prioriza candidatos que procurem franquias de baixo custo para complemento de renda familiar, a empresa Rent a Bag está com o plano de expansão em aberto. Ao atuar no sistema Home Based, o valor inicial para aquisição da franquia é de R$ 18 mil e, além da permissão do uso da marca, também oferece treinamentos e materiais de divulgação. As compras das malas também são a preços corporativos. A ideia inovadora traz o conceito de que as pessoas não precisam mais comprar malas para viajar. Basta alugar, usar e devolver.

On Byte

Rede de franquias de educação e formação profissional, a On Byte já está há mais de 20 anos no mercado. A On Byte foi a primeira marca que deu origem ao Grupo Oportunidade. Para os franqueados são disponibilizados três modelos de negócio, um deles o Personal, sem a necessidade de ponto físico e com investimento total de partir de R$ 8.700, incluindo taxa de franquia, taxa de contrato, taxa de treinamento, computador, comunicação visual e impressa e capital de giro. O prazo de retorno é de seis meses.

Wash Quality

Lançada em 2016, a marca é uma nanofranquia e tem como foco a prestação de serviços na área de limpeza sustentável de autos e estofados residenciais (colchões, sofás, tapetes, etc) de forma delivery. Como facilidade para o franqueado, a rede oferece um modelo de negócio de fácil operação, com investimento inicial de apenas R$10.700 e prazo de retorno de 6 meses. Para a feira do Sebrae o publico terá a oportunidade de aderir a esta franquia com risco zero. Ao pagar a taxa de franquia, de R$7.500,00,  o empreendedor recebe em contra partida da franqueadora R$2.000,00 em produtos. Este montante é suficiente para, após a venda e prestação dos serviços, retornar o valor investimento total na franquia.

Van da Limpeza

Lançada em 2016, a marca é uma nanofranquia de vendas diretas de produtos para limpeza. A Van da Limpeza foi criada em formato delivery para levar a praticidade aos clientes finais, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas. Para o franqueado, a rede oferece um modelo de negócio de fácil operação, com todo o suporte, baixo investimento e retorno em curto prazo.  Para a feira do Sebrae o publico terá a oportunidade de aderir a esta franquia com risco zero. Ao pagar a taxa de franquia, de R$7.500,00,  o empreendedor recebe em contra partida da franqueadora R$3.500,00 em produtos. Este montante é suficiente para, após a venda dos produtos, retornar o valor investido na taxa.

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Por quê abrir e-commerce pode alavancar a sua loja física

 


  • Por Bruno de Oliveira*

    ecomerce-0Segundo a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, as vendas do comércio eletrônico no Brasil representam cerca de 3% do total faturado pelo varejo restrito no País, que é o varejo de bens de consumo, exceto veículos e construção.

    Pode parecer pouco em relação ao volume total do varejo, porém, esse percentual vem crescendo nos últimos anos. O varejo virtual vem ganhando volume em comparação com o varejo físico. Segundo estudos recentes, nos próximos 5 a 10 anos, o varejo eletrônico pode dobrar a participação de 3% para 6% no varejo total.

    É possível chegar a essa conclusão fazendo uma comparação com os maiores mercados de e-commerce do mundo. Os Estados Unidos têm hoje cerca de 9% das vendas do varejo concentradas no e-commerce. Alguns países Europeus e Asiáticos compartilham de índices semelhantes. O Brasil deve seguir a tendência desses mercados, que influenciam bastante o comportamento do mercado nacional.

    Os dados são do Euromonitor International, que inclusive já prevê no Brasil, em 2019, participação de 4,3% do e-commerce no varejo, atingindo um total de US$ 19,1 bilhões. Isso já seria um grande avanço em relação aos quase 3% de hoje em dia. O varejo total continuará crescendo no Brasil, dados históricos apontam isso. A crise que estamos vivenciando pode diminuir esse crescimento, mas, em médio e em longo prazo, o varejo crescerá.

    Com o varejo total crescendo e o e-commerce aumentando sua participação nesse total, é possível prever um crescimento de faturamento enorme no e-commerce nos próximos anos. De forma geral, podemos falar em 50% de crescimento em cinco a dez anos. Na minha visão, poderemos chegar a 100% de expansão nesse período.

    Nenhum outro setor da economia brasileira deve crescer tanto nessa próxima década, considerando setores maduros e do porte do e-commerce atual, que segundo a Ebit, já ultrapassam R$ 41 Bilhões em vendas anuais.

    Por quê abrir loja virtual

    Para reforçar esse ponto de vista, além das estimativas econômicas, temos vários fatores que influenciam esse comportamento:ecomerce-1

    • Aumento na percepção de segurança das compras online em relação ao passado.

    • Facilidade em pesquisar e comparar preços.

    • Comodidade e Segurança por parte dos consumidores.

    • Aumento do número de usuários de Internet no Brasil.

    • Grande quantidade de celulares do tipo smartphone no Brasil, sendo a grande maioria com acesso a internet 3G ou 4G.

    Seria possível listar vários outros motivos, mas o principal ponto a ressaltar é que existe ainda uma grande oportunidade no e-commerce, e levar um negócio físico para o ambiente virtual pode transformar completamente o negócio, para melhor.

    Essa é a opinião de quem já viveu essa experiência por diversas vezes, optando sempre por dividir as energias entre o varejo físico e o varejo virtual, além de ajudar diversos alunos a abrir também esse importante canal de venda.

    ecomerce-2Vantagens do e-commerce

    Existem cinco principais motivos para o lojista físico investir no e-commerce:

    1. Menor investimento

    Montar uma operação de e-commerce requer um investimento muito menor que uma loja física. O lojista começa sem precisar dar tanta atenção ao ponto comercial.

    Nada de lojas de shopping ou esquinas movimentadas, somente uma sala comercial, ou até mesmo um espaço subaproveitado na sua estrutura atual, são suficientes para incorporar a operação inicial de e-commerce.

    Com isso, é possível economizar muito dinheiro com luvas, aluguéis caros, despesas fixas, e até uma equipe mais reduzida. Mas, ao contrário do que muitos acreditam, também é preciso investir para abrir um e-commerce. Embora não haja a necessidade da estrutura física de uma loja de rua, existem alguns gastos da mesma forma que em uma loja física, sendo a maioria deles ligados à tecnologia.

    Ou seja, a loja virtual deve ser considerada mais uma unidade do negócio, e muito provavelmente se tornará a melhor loja em alguns meses ou anos. Para isso, é preciso estar preparado para investir um pouco ao inaugurar essa “nova loja”, mas isso é necessário em relação a qualquer loja, seja ela virtual ou física.

    2- Compartilhamento de Estoque

    Essa é uma vantagem enorme da loja virtual, pois não é preciso montar um estoque paralelo para começar uma operação de e-commerce. Depois que o negócio engrenar, é possível fazer isso, mas inicialmente não há necessidade.

    Apenas uma separação física no estoque atual, diferenciando os produtos da loja física dos da loja virtual, é suficiente. É possível também trabalhar com reserva de estoque para o e-commerce no sistema de gestão, gerando um pedido de reposição quando o estoque estiver próximo de zerar.


    1. Experiência no varejo

    E-commerce é varejo, é venda, é comércio. Isso não é novidade para quem vem do varejo físico. Negociar com fornecedores, calcular preços de venda, gerir fluxo de caixa e giro de estoque já são rotinas que o lojista físico e sua equipe dominam bem. Essa é uma grande facilidade, pois essas técnicas são as mesmas no e-commerce, com apenas algumas variações.

    Muitos empreendedores que entram no mercado de e-commerce sem ter experiência em varejo precisam aprender a ser comerciantes. Essa dificuldade o lojista físico não enfrenta.

    4 –Alcance da Marca

    Vendendo pela internet os produtos poderão ser adquiridos por qualquer consumidor, em qualquer cidade do Brasil. A marca não será mais aquela “lojinha de bairro”. Os clientes poderão comprar seus produtos a qualquer hora do dia, 365 dias por ano, e pagar 100% online, através de plataformas online de pagamento.

    As vendas serão despachadas pela transportadora e, em alguns dias, estarão em posse dos clientes.

    O negócio poderá se elevar a um outro nível.

    1. Escalabilidade

    Mesmo que o volume de venda atual seja relevante, a loja física possui um limite de vendas. Isso porque existe um número máximo de clientes que é viável atender diariamente em uma mesma loja, dependendo do tamanho da equipe, do próprio espaço, entre outros fatores. Nesse sentido, a única forma de fazer uma loja física crescer hoje em dia é abrindo uma nova unidade de negócio em outra localidade.

    Essa é a grande vantagem da loja virtual, pois se trata de um espaço online com capacidade de atender centenas ou até milhares de pedidos por dia, se preciso. Para que isso aconteça, basta que o lojista ajuste sua demanda e estrutura logística para atender todo esse volume.

    Grandes desafios

    Apesar de haver várias vantagens em atuar no e-commerce, existem também desafios para quem vem do mundo físico. Um deles é tentar replicar comportamentos que funcionam no varejo físico, mas que não fazem sentido no virtual.

    É o caso de lojistas físicos que são donos de fábricas ou indústrias e querem abrir um canal de vendas online, mas muitas vezes não encontram um caminho fácil para isso. Vender online requer processos diferentes do mundo físico, é preciso investir constantemente em publicidade, com escala e foco em conversão, algo com que a grande maioria desses lojistas não está familiarizada.

    Outro desafio é a gestão do estoque. Ter uma enorme variedade de produtos não é tão importante no e-commerce quanto na loja física. A quantidade em estoque de cada item é mais relevante que a variedade.

    Existem ainda mais obstáculos, como a mudança na mentalidade da empresa, dos colaboradores, processos logísticos, controle de custos, alteração na forma de calcular preços de venda, entre  outros.

    Todos esses desafios podem ser facilmente vencidos, se o empreendedor acreditar no modelo de negócios e elevar seu mindset para isso. O que mais recomendo é: buscar a ajuda de profissionais qualificados, que tenham experiência nesse percurso, além de traçar um método claro, que seja seguido para trilhar o caminho da loja virtual e atingir o sucesso nas vendas online.

    Afinal, apesar das vantagens e das grandes oportunidades que existem no e-commerce, essa jornada está longe de ser fácil. É difícil, porém, muito recompensadora, tanto para o novo canal de vendas quanto para  o negócio físico, que certamente será muito fortalecido com a presença online.

 

* Bruno Oliveira é empreendedor no mercado digital há mais de dez anos,  especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com e do método Viver de Ecommerce, além de idealizador da Semana do ECommerce, evento online gratuito que reúne cerca de 50 mil empreendedores a cada edição, onde ensina a montar o planejamento e o passo a passo para montar um e-commerce do zero    bruno oliveira.png

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Momento Empreendedora

Ana Rita Pereira, 56 anos, trabalhou muitos anos em emissoras de TV na cidade em que mora, Capanema (PA).  Em 2016 resolveu apostar no sonho que sempre adiava, o de conquistar o negócio próprio. Em julho ela se tornou franqueada da PremiaPão (rede de franquia especializada em propaganda em saco de pão), e começou conduzir a operação em agosto. “Esperava ficar no meu antigo emprego pela manhã e à tarde na PremiaPão, mas o meu patrão não aceitou e eu pedi desligamento da empresa para empreender, para ser feliz”, relatou.dscn1806

A empresária revela que a atitude foi movida principalmente para que ela alcançasse a satisfação pessoal. “Alguns amigos me perguntaram se eu estava doida, largando um emprego seguro para aventurar em um negocio próprio a essa altura da vida. Então resolvi empreender a essa altura da vida para ser FELIZ! Para ter SUCESSO! Para muitos o sucesso está ligado diretamente ao dinheiro, mas pra mim, o sucesso está ligado a minha satisfação pessoal, que é buscar e transformar meu sonho em realidade! Isso é fácil? Não. Isso é rápido? Também não. É preciso ter foco, persistência e determinação! Eu penso: se alguém conseguiu, eu também consigo! Se ninguém conseguiu, eu posso ser a primeira”, explicou.

Hoje, Ana Rita tem uma renda mensal de aproximadamente de R$2.400,00 – o mesmo que ganhava como empregada. Mas afirma que se depender dela o valor é temporário. “A crise econômica atrapalha um pouco o desenvolvimento dos negócios, mas acredito que futuramente tudo melhorará. O mercado vem aceitando muito bem os trabalhos da franquia que é barata e atinge os clientes em cheio”, finalizou.

 

Sobre a PremiaPão Franchising

O modelo de negócio PremiaPão, que está inserido no mercado de publicidade em sacos de pão, passou a ser indicado no seleto grupo das melhores microfranquias para se investir em 2015. É um negócio acessível para quem busca baixo investimento e nenhum capital de giro, além de ser home based e ausente de custo operacional. Tem por objetivo divulgar marcas e produtos diretamente ao público-alvo; sem desperdícios, de forma inovadora e impactante. A empresa decidiu assumir uma grande responsabilidade com o meio ambiente: seu produto de eco-mídia promove o combate ao desperdício e poluição de sacos plásticos e outros materiais de mídia não biodegradáveis. Ainda mais, o maior compromisso com a sustentabilidade vem com a iniciativa de plantar uma árvore nativa para cada produção fornecida aos seus franqueados. Um modelo de negócio sustentável em todos os aspectos, pois capacita e beneficia o franqueado, seus anunciantes, o cliente final e a natureza.

Divulgação

 

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