Por quais caminhos deve-se abrir uma empresa ou um negócio, e o que é o preciso para fazer dar certo?

No Brasil, hoje estão nascendo muitas empresas que se denominam startups, ou seja, empresas em caráter embrionário que estão dando o seu start. Porém, antes de escolher qual tecnologia você vai utilizar na sua, convém primeiro saber alguns percalços que você passará pelo caminho, e isso muito antes de abri-la e de escolher a tecnologia. Abaixo enumerei algumas observações a serem avaliadas antes de se aventurar por esse mundo:

Posso fracassar?images-1

Sim. As estatísticas hoje no Brasil são de que 95% das empresas que nascem não chegam ao seu quinto ano de vida. Portanto, se tem medo ou acha que o fracasso não lhe é facilmente digerível, não se aventure.

Que tipo de empreendedor eu sou?

É necessário que você saiba muito bem esta resposta. Faça uma reflexão muito centrada e saiba discernir onde você se encaixa. São três tipos mais comuns:

  •  Empreendedor por necessidade

É o tipo de empreendedor que nasce não de uma oportunidade, mas porque aconteceu algo que o está levando a isso: perdeu o emprego, não gosta do seu chefe, não gosta da empresa, quer ficar rico, não quer ter horário, quer ser o seu próprio chefe, teve a maior ideia do mundo… E assim por diante. Se você se enquadra em um desses motivos e no tipo de empreendedor, “volte duas casas”, não empreenda, você além de não estar preparado, não tem o motivo certo.

  •  Empreendedor por ser aventureiro

Eles existem e os motivos que os levam a abrir a sua startup são: tem o dinheiro necessário, consegue pagar as contas, consegue contratar funcionários, consegue montar um escritório, tem network. Aqui, porém, há um item principal que fará falta ao longo da jornada: a carência de um motivo certo. Ter dinheiro, network, contatos, não serão suficientes para manter o negócio de pé. Se esse é o seu caso, “volte três casas” e invista o seu dinheiro no mercado financeiro. As suas chances de retorno serão infinitamente maiores.

  • Empreendedor por oportunidade

Esse é o tipo que tem mais chance de dar certo, pois aqui ele reúne as características, como: motivação, encantamento, o incerto é o seu combustível, ele é como um bombeiro – já tem a sua paixão, como um atleta olímpico, cai, se levanta e continua, o risco é o seu combustível. E é aqui que você precisa estar e as características abaixo serão fundamentais para que a startup saia da estatística de morte. E, além disso, você vai ter que aprimorar as suas habilidades para ter espírito de luta nas adversidades, errar e aprender com os erros, ter capacidade para redefinir o seu negócio rapidamente e ter espírito de sacrifício.

imagesHá necessidade de um sócio ou investidor?

Essa é uma etapa bastante sensível na sua jornada. Você vai precisar de um sócio ou investidor quando você precisa de algo que não pode conseguir de outra maneira, e quando ele é o complemento para a sua empresa, quando traz competências que somam às suas. Nesse caso, veja se é melhor um sócio, pois um investidor vai querer o retorno do investimento e pode não trazer tantas competências com as quais você estaria sonhando ou precisando.

Mas, como escolher o sócio?

Você deve escolher o seu sócio levando em consideração o que ele deve ter: honestidade e os mesmos valores que você, que complemente, que tenha a mesma ambição, que esteja no mesmo momento em que você está, que saiba compartilhar os valores e, acima de tudo, que saiba remar junto.

Vamos à ideia?

A ideia nesse quesito será colocada em prática. Porém, antes você precisa saber que uma boa execução é melhor do que a melhor das ideias. Como colocá-la em prática? Em quanto tempo? E a que custo? São mais importantes. Se pergunte por que comprarão de você e não de outros, exponha a ideia, mostre ao maior número de pessoas, veja se ela tem adaptabilidade, se é possível mudá-la do original e, por último, teste a sua ideia.

Escolha o setor ou a indústria onde pretende empreender

Tão importante quanto a sua ideia é o setor em que você irá trabalhar. Você precisa ter um mínimo de conhecimento do setor – não pode ser um iniciante. O setor é uma decisão e não uma consequência. Pesquise e tente encontrar motivos da razão de ainda não terem criado o que você criou neste setor, verifique se é muito caro investir nele (pode ser um motivo de ninguém ter ido adiante), verifique a sua rentabilidade, as margens de lucro, o grau de concorrência, o momento econômico pelo qual ele passa, e se o lugar geográfico onde você quer se estabelecer permite expansão ou está saturado. Esses fatores também são fundamentais para a sua startup dar certo.

E os lucros?

Uma das perguntas que me fazem bastante é: quando o lucro vem? E a minha resposta é: quando ele quiser. Não tem como prever quando o lucro vem. Se você trabalhar todos os itens para montar o seu negócio ou a sua startup, a consequência será lucro ou falha, portanto o lucro virá quando: você vender valor e não preço, quando você aprender que faturamento não é lucro, quando você aprender que a sustentabilidade é mais importante do que crescer e não ter lucro.

E os custos?

Tem que ter em mente que os custos existirão mesmo sem que você os deseje, temos como exemplo o que chamamos de custos fixos, ou seja, são aqueles custos que, faça chuva ou faça sol, você vai ter que arcar com eles: aluguel, conta de água, luz, condomínio, telefonia, manutenção etc. Portanto: controle os seus custos fixos e variáveis, não faça dívidas fixas e lembre-se que os custos consomem o seu lucro.

Enfim, deu certo. Mas qual tecnologia eu escolho?

Escolher a tecnologia para que a sua startup funcione vai depender do ramo de atuação e do tipo de negócio. Porém, algumas tecnologias você vai ter que ter e descrevo abaixo algumas que certamente lhe ajudarão a desenvolver a produtividade:

TECNOLOGIAS NECESSÁRIAS – Todas gratuitas

Hoje em dia quase nenhuma startup compra ativos (servidores e softwares), existem várias alternativas que funcionam “na nuvem” e certamente será a sua melhor opção.

PIPEDRIVE – Ótimo software, bastante voltado ao Controle de Vendas: www.pipedrive.com

AGENDOR – Também muito bom software de CRM e Controle de Vendas: www.agendor.com.br

LIBREOFFICE – Ótimo software grátis com Editor de Texto, Planilhas e muito mais – pt-br.libreoffice.org/

ZOHO MAIL – Hoje o Google oferece o Gmail como alternativa gratuita. Porém, quando você registrar o domínio da sua empresa terá que habilitá-lo. Hoje existe uma ferramenta (Zoho Mail) que lhe permite ter até 10 contas de e-mail grátis com domínio próprio.

Comece já em: www.zoho.com/mail/

PLANILHAS FINANCEIRAS – Você vai precisar de um mínimo de organização financeira (além da emissão das Notas Fiscais Eletrônicas), contas a pagar e a receber, e fluxo de caixa também entram aqui. Hoje existem várias planilhas que fazem esse trabalho de maneira bastante boa e organizada.

Procure por sites e aplicativos confiáveis para apostar no seu negócio. A partir desse momento, é só seguir em frente e se empenhar para fazer dar certo!

Artigo de Juarez Araújo, diretor comercial da DBACorp

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Divulgação

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Nestlé lança programa de aceleração de jovens empreendedores na Amazônia

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Alinhada ao compromisso global da Nestlé de compartilhar valor com a sociedade em que está inserida, por meio do Programa Nestlé Nutrindo os Sonhos dos Jovens, a iniciativa leva conhecimento para a região amazônica.  Com viés de aceleração de empreendedores locais no segmento de alimentação e nutrição, o objetivo é fomentar a geração de emprego e renda na Ilha de Marajó.

Para compreender a realidade e necessidades regionais, a Nestlé em parceria com o Centro Universitário do Pará (CESUPA), realizou um amplo diagnóstico na Ilha de Marajó, passando por São Miguel do Pracauúba, Vila do Palheta, Pinduca, Ponta Negra e Mocajatuba. Após 4 meses de estudos, foi possível identificar oportunidades para gerar valor às comunidades nas frentes de Educação; Saúde e Alimentação; Renda e Trabalho; e Meio Ambiente.

A falta de cursos profissionalizantes, capacitação entre os jovens e adultos, carência de perspectiva profissional e geração de renda, somada a dificuldade de acesso a produtos para compor a alimentação diária pela população local, fez com que Nestlé, CESUPA e Yunus se unissem em parceria para desenvolver projetos de inovação social na Amazônia.

O projeto, que começou em agosto passado, conta com três fases para o desenvolvimento IMG_7129.JPGdos futuros empreendedores: 1) ideação, 2) incubação e 3) implementação. Na primeira etapa acontece o workshop para gerar soluções e ideias de negócios entre o grupo de empreendedores selecionados. A segunda fase de incubação, contempla extenso treinamento para planejar como transformar as ideias em negócios, a fim de gerar emprego e renda. Nesta fase também, o time de consultores e os jovens refinam o modelo de negócio e o planejamento de implementação para que sejam financeiramente e operacionalmente sustentável antes da terceira e última fase, que é a implantação.

Sobre o Programa Nestlé Nutrindo os sonhos dos jovens

Nutrindo os Sonhos dos Jovens  é parte do Nestlé Global Youth Initiative, que nasceu com o sucesso do Nestlé Needs Youth, desenvolvido em 2013 para contribuir com o combate ao desemprego entre os jovens na Europa. Na época, cerca de 11 mil jovens encontraram emprego e oportunidades de treinamento dentro do programa. A partir daí, outros países vêm recebendo a iniciativa, em formatos específicos para cada realidade.

O programa tem metas estabelecidas ainda em relação à contratação de jovens, criação de novas vagas e estímulo a empresas parceiras para a adesão ao programa e multiplicação das atividades. Entre as principais metas do programa estão: Contratação de 7 mil pessoas com idades abaixo de 30 anos até 2017; Alcance de mais de 3 mil jovens aprendizes com as melhorias nos programas de capacitação e a geração de 2,8 mil novas vagas dentro da companhia dentro dos programas Jovem Aprendiz, estágio e trainee. Para o programa da Amazônia, a Nestlé espera como resultado que os jovens acelerados decidam empreender em seus negócios.

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 Sobre o Yunus Negócios Sociais

Yunus Negócios Sociais busca ser uma ferramenta prática para pessoas e organizações no Brasil interessadas em se engajar na construção de um país livre de seus maiores problemas utilizando os mecanismos do negócio social. Criado pelo professor Muhammad Yunus, economista e banqueiro, natural de Bangladesh, laureado Prêmio Nobel da Paz em 2006, a metodologia de inovação social do Yunus será a ferramenta de apoio para a aceleração de empreendedores na Amazônia.

Fonte: Divulgação.

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Conheça o movimento Slow Beauty e o consumo consciente de produtos de beleza

 

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Você sabe a procedência dos seus produtos de beleza ou qual composto químico que eles usam? Já parou para pensar se os produtos de beleza que você consome foram testados em animais ou o tempo que suas embalagens levam para se decomporem no meio ambiente? Pois bem, a importância de questionar esses fatores influência na criação de um novo movimento estético, o slow beauty.

Assim como os movimentos slow fashion e slow food, o slow beauty é um conceito criado para mudar o consumo de cosméticos e maquiagens. Um dos pontos principais do slow beauty é a diminuição do consumo de produtos industrializados, trocando-os por produtos naturais e orgânicos. Consumindo com consciência, produziremos menos lixo com as embalagens, além de ser uma forma de combater os testes em animais.

No Brasil existem poucas empresas especializadas neste tipo de público. Pensando nisso, a jornalista Barbara Tonhela criou a Terráquea, e-commerce especializado em produtos naturais e orgânicos. No site, você pode encontrar de cosméticos e maquiagens naturais e cruelty free , livre de testes em animais.

“Sou praticante do Slow Beauty há dois anos quando li um rótulo de shampoo e fiquei me perguntando sobre aqueles ingredientes. Uma rápida pesquisa online me deu o parecer que aquele shampoo era praticamente um potinho de veneno com substâncias comprovadamente cancerígenas e prejudiciais a saúde. O mesmo aconteceu com desodorante e maquiagem”, comentou Barbara.

A jornalista e empresária ainda pontuo a importância do movimento, que já conquista uma grande parcela da população. “O slow beauty é um movimento muito importante do ponto vista ecológico e do empoderamento dos consumidores. Quem entra nesse mundo lê ingredientes e os questiona, tem mais sensibilidade com o que está consumindo. E as empresas também estão entendo isso, aumentando a gama de ofertas de produtos naturais, se preocupando com a extração sustentável dos produtos e investindo em embalagens biodegradáveis e reutilizáveis”, afirmou.14285405_10154612621349739_710395247_o

Para quem acha de precisa de dezenas de produtos para se obter um bom resultado estética, Barbara explica que isso é um grande mito. “A principal vantagem do slow beauty é que com menos cosméticos, conseguimos os mesmos e até mais resultados do que com os convencionais. Com um óleo de jojoba, por exemplo, conseguimos hidratar o rosto, lábios e os cabelos. Não precisamos mais de 5 a 6 cosméticos para desempenhar essas funções”, concluiu.

Sobre a Terráquea

Terráquea é um eco-commerce vegano de cosméticos e produtos para bem-estar naturais e orgânicos. Possui mais de 300 produtos nacionais de empresas que prezam a proteção do meio ambiente e não testam em animais. Está situada na região de Florianópolis e atende todo país.

https://www.terraquea.com.br/

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A jornalista Érika Gimenes assina autoria de blog de entrevistas de viagens .

Fotógrafo Elderth Theza

Saramago escreveu em seu livro Viagem a Portugal: “A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa.” Contar histórias de viagens por meio da ótica dos viajantes é a proposta da jornalista Érika Gimenes, autora do blog de entrevistas sobre viagens Vem Por Aqui.

O blog conta dicas tradicionais sobre destinos, hospedagens e restaurantes, mas o grande diferencial está nas histórias únicas contadas por Érika Gimenes em suas entrevistas, que mostram a magia e a diversidade de cada roteiro. A ideia da autora é fazer com que os posts sejam um ponto de partida para a pesquisa do público, com informações consistentes e links que podem ajudar a, literalmente, fazer as pessoas viajarem pelos destinos abordados.

“Acredito no poder transformador da informação e sei, por experiência própria, que uma viagem fica ainda mais interessante quando a gente encontra referências que nos ajudam a montar uma programação, criar mais expectativas e viver o roteiro antes mesmo da partida”, relata Érika. O blog foi lançado no fim de maio deste ano e já tem na bagagem mais de 40 entrevistas gravadas e editadas com apaixonados por viagens, como por exemplo, o caso de amor e ódio na Ásia relatado pela blogueira de viagens Adriana Setti, do Achados; a dica especial da terra dos ‘aussies’ dada pela engenheira Érika Schunk, que já rodou o mundo viajando; e um relato da própria autora cheio de informações para quem quer morar e estudar em Barcelona. “A essência do Vem Por Aqui são as histórias únicas, sob a ótica de viajantes que ajudam a entender a magia e a diversidade de cada roteiro”, ressalta a jornalista, que compartilha novidades no blog, pelo menos, duas vezes por dia.

Estou reunindo material para o blog desde o ano passado, já tenho, além das entrevistas realizadas, uma lista de aproximadamente cem entrevistados. Todo mundo tem uma história para contar de um lugar ou situação vivida. Eu quero dar vida a estes relatos e organizar todas as informações que conseguir num só espaço, para que as pessoas se abasteçam das boas experiências dos outros antes de se aventurarem para algum lugar” conta Érika, que complementa: “o fato de não ser a opinião de uma só pessoa, com uma única maneira de ver as coisas, possibilita uma riqueza maior dos roteiros e dicas. Acho que o blog atende um público variado, porque dá voz para pessoas diferentes, com pontos de vistas distintos e que falam sobre lugares múltiplos. Estou muito otimista”, finaliza, com entusiasmo.

Sobre Érika Gimenes

Érika Gimenes nasceu em Campos dos Goytacazes, no interior do Estado do Rio de Janeiro, e veio para a capital mineira em 2004. Já com experiência acumulada em veículos de comunicação no interior de Minas, em BH trabalhou como repórter e apresentadora de TV durante a última década.

 

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Holipet é criado com a proposta de ser o melhor marketplace para animais do Brasil

download-2A holipet, marketplace para pets, inicia sua operação no país para trazer maior eficiência e se tornar referência no processo de contratação de serviços e no mercado de consumo de produtos para animais de estimação. A ideia é oferecer uma plataforma que possibilite aos prestadores de serviço e estabelecimentos pets ampliarem o seu negócio de maneira sustentável, facilitar a comunicação com os donos de pets que possuem necessidades semelhantes, mas muitas vezes específicas e apoiar causas de proteção animal.download

De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o setor faturou R$ 16 bilhões em 2014, colocando o Brasil na segunda posição no ranking mundial do mercado pet, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Em 2015, apresentou um crescimento de 7,4%, atingindo R$ 17,9 bilhões em faturamento.

O montante é justificado pelo amor que os brasileiros têm pelos pets. Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), apontou que naquele ano havia no país 132,4 milhões de animais de estimação, entre cães, aves, gatos, peixes ornamentais e pequenos animais, como répteis e mamíferos. Outro dado interessante apontado na pesquisa é que nos lares brasileiros existem mais cachorros de estimação do que crianças: em quase 45% dos domicílios, o equivalente a 29 milhões de casas, há pelo menos um cão.

No entanto, apesar das boas perspectivas para o mercado, até então, os custos e a complexidade para administrar um e-commerce eram os maiores impeditivos para empresas de pequeno porte oferecerem o serviço. O principal objetivo da holipet é democratizar este serviço e ser um facilitador para que donos de bichos de estimação encontrem produtos e serviços a preços acessíveis, bem avaliados e agenda disponível.

 

Vanessa Louzada e Thais Amorim, fundadoras da holipet (1).jpegA  plataforma foi criada pelas empreendedoras Thais Amorim e Vanessa Louzada, donas da Augusta, uma cadela vira-lata adotada.  “A ideia de criar a holipet surgiu quando decidimos fazer uma viagem e não tínhamos com quem deixar a Augusta. Os hotéis para pets eram muito caros e não tinham avaliação, então preferimos desistir da viagem”, conta Vanessa. “Esse problema é mais comum do que se imagina, além de existir outras inúmeras necessidades”, completa.A holipet reúne tudo o que os pets precisam, desde produtos a serviços como: veterinários, adestradores, dog walkers, petsitters, pet spas, banho e tosa, petbook e hotéis. Além disso, oferece uma lista completa de estabelecimentos petfriendly, eventos, cadastrado de pets perdidos e ações solidárias em conjunto com ONGs.

“O usuário pode fazer buscas por vários tipos de serviços em um só lugar, com avaliações de quem já os usou. O prestador e estabelecimentos  terão um facilitador do seu negócio ao utilizar a plataforma. Queremos colaborar e disseminar o sentimento de pertencimento a comunidade pet”, destaca Thais. A holipet também será responsável por realizar uma avaliação de cada serviço e estabelecimento, de acordo com critérios preestabelecidos. Esses estabelecimentos receberão um “selo” de qualidade holipet, assinado por quem mais entende de bons serviços, a Augusta, que da inspiração virou a mascote do projeto.

 

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Sobre a holipet

Fundada em 2016, a holipet é o melhor marketplace para pets do Brasil e surgiu com o objetivo de democratizar os serviços deste segmento, operando como um facilitador de interação entre prestadores de serviço e donos de pets. A plataforma reúne tudo o que os bichos de estimação precisam, desde produtos a serviços como veterinários, adestradores, dog walkers, petsitters, banho e tosa, hotéis, estabelecimentos petfriendly, todos com avaliações dos usuários, além de espaços especiais para eventos, animais perdidos e encontrados e ações solidárias em conjunto com ONGs.

 

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Negócios de Mulheres em Ação

NegCaptura de Tela 2016-09-05 às 16.03.41ócios de Mulheres está sempre buscando maneiras de compartilhar ideias, conhecimentos, produtos e serviços. Nesse sentido, estamos organizando um banco de dados de profissionais que desejam associar-se a nós em eventos, palestras, seminários, workshops (expositores, palestrantes, chefs, organizadores de eventos, empreendedores).
Envie-nos uma mensagem com os dados sobre o que você tem a oferecer e como podemos contatá-lo.

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Crise – Os bons se tornam melhores

crise 1Existem vários processos metalúrgicos para produzir peças metálicas. Pode-se produzir peças por Desbaste, Estampagem, Fundição, porém quero comentar sobre Forjamento, o processo que produz peças muito mais resistentes. A diferença é que neste caso o metal é aquecido e submetido a impactos fortíssimos que acabam por mudar a estrutura molecular, tornando a peça muito mais resistente do que os processos anteriores. Para que os não metalurgistas entendam basta dizer que as espadas dos cavaleiros medievais e dos samurais eram forjadas.

A analogia que estou apresentando não é nada nova, é bastante comum o uso de expressões que usam o conceito do forjamento para significar pessoas muito fortes e resistentes, que venceram dificuldades, que sobreviveram onde muitos falharam.imagescrise 2

Assim, fica fácil entender o que o título deste texto quer dizer. As dificuldades a que empresas e empresários são submetidos ao enfrentarem uma crise de qualquer espécie derrubam os mais fracos mas fortalecem ainda mais os fortes.

Vejamos algumas situações que ocorrem nas crises e como os fortes as enfrentam e vencem:

        SITUAÇÃO CRÍTICA       SOLUÇÕES QUE FORTALECEM O EMPRESÁRIO
Falta dinheiro para pagar os compromissos: fornecedores, aluguel, salários, etc ·Buscar recursos em instituições financeiras,dando como garantia bens pessoais

·Humildade para pedir ajuda aos credores

·Encontrar soluções novas com criatividade

Queda das vendas pela retração do mercado ·Acreditar, ter energia para oferecer seu produto/ serviço. Buscar novos mercados, novos clientes.

·Criatividade para alterar propostas mudando preços, prazos, montando kits, fazendo promoções.

·Inovar o produto e/ou formas de fornecimento

·Liderança para motivar seu pessoal na busca incessante de vendas.

Pessimismo, derrotismo de sócios e da equipe ·Abrir o jogo com a equipe demonstrando confiança em superar os problemas. Lembrar do técnico de futebol que disse: ”se cada um der 10% a mais teremos 12 jogadores”

·Buscar o ânimo no fundo de si mesmo, festejar pequenas vitórias, lembrar casos de sucesso

·Projetar cenários favoráveis e estimular todos a pensar “como” chegar lá.

·Dar o exemplo com postura serena e confiante.

Outras ações importantes:

· Promover o gosto pelo Ky-Zen (pequenas ideias que somadas têm resultado significativo)

· Buscar exemplos de outros segmentos de negócio que superaram crises

· Fazer “benchmarking” – comparações com concorrentes ou com sua própria empresa em outros tempos.

· Criar um grito de guerra, um lema, um “slogan” que incendeie o pessoal e repetir todo dia. (lembra do He-Man? Ele dizia: “eu tenho a força” e … transformava-se num herói)

Fechando a analogia com o forjamento, quero sugerir simbolicamente que, com as pancadas do ferreiro, o metal incorpora a força transmitida, o fogo em que o material é submetido o purifica, o tilintar do metal soa como os gritos de guerra dos valentes e as fagulhas/faíscas produzidas pelo processo servem como uma advertência para que a espada seja respeitada pelos inimigos.

crise 3Ao longo da carreira tivemos oportunidade de participar e sobreviver a situações críticas de empresas e as soluções acima foram aplicadas com muito sucesso. Vencemos inundações, crises econômicas, entrada de concorrentes no mercado, greves, mudanças de legislação e continuamos no mercado. Mãos à obra!

Celso Estrella é diretor da CriaCorp -Desenvolvimento Empresarial, com experiência de 30 anos como executivo de grandes multinacionais aliada a uma vivencia de 10 anos no SEBRAE, ajudando micro e pequenas empresas. Especialista em Gestão e Qualidade Total.

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