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Momento Empreendedora com Deia Cypri, influenciadora digital.

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Andrea Cypriano Nunes, Deia Cypri, uma paulista sonhadora apaixonada pela arte e comunicação. Ainda criança iniciou na dança e se profissionalizou como bailarina clássica aos 18 anos de idade, época em que tornou seu sonho uma realidade e profissão.

Graduou-se como bailarina clássica e coreógrafa sendo diplomada pela Royal Academy of Dancing de Londres. Tendo a justiça como sua outra paixão, cursou e se formou na faculdade de Direito, mas nunca deixou de atuar na área artística.

Durante sua carreira trabalhou nas maiores emissoras da televisão brasileira, em shows de grandes artistas da música nacional como bailarina e coreógrafa e nos últimos anos como repórter e apresentadora.

Há cinco anos está casada com o artista sertanejo Edson da dupla Edson & Hudson e continua atuando no meio artístico e em shows pelo mundo a fora. Porém agora com sua marca consolidada no mercado e com uma grande repercussão nas mídias sociais, conquistou o reconhecimento como influenciadora digital e formadora de opinião após o lançamento de seu blog.

O “Blog da Deia” aborda temas como moda, beleza, saúde, boa forma, viagens, e gastronomia, além de dicas importantes para o dia a dia de todos que querem ficar antenados com as tendências do momento –

Apresenta também o “Programa Deia Cypri” , todas as segundas-feiras, a partir das 20h. na alltv , recebendo convidados e aboradando diversos temas como moda, beleza, cultura, variedades, entre outros assuntos .

E as novidades não param, Deia Cypri é a mais nova contratada da emissora RPTV, Rede Paulistana de Televisão. A apresentadora comandará dois programas com conteúdos diferentes e é a nova aposta da RPTV. Além dos programas,  criou um canal no YouTube onde compartilha seu conhecimento sobre moda, beleza, saúde, gastronomia, viagens e diversos outros assuntos, como sua vida pessoal.

Divulgação.

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Profissionais dão dicas de maquiagem para quem vai curtir o Carnaval

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Para ajudar nesta missão, conversamos com alguns especialistas como o maquiador e cabeleireiro Betinho Rodrigues. “No Carnaval as pessoas podem ousar e aproveitar todas as cores alegres e vibrantes que o glitter oferece”, afirma. De acordo com ele, o produto continuará sendo o principal adereço deste Carnaval, a exemplo do ano passado.

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 O glitter pode ser aplicado como sombra – em combinação com outros mais específicos para os olhos – na boca, têmporas e até no corpo. “Só tome cuidado com o exagero na quantidade de cores. O ideal é optar sempre por algo mais leve e sutil”, alerta.

 A maquiadora e hairstylist, Erika Lee, também concorda que o glitter no lugar do iluminador será a sensação do carnaval deste ano. “Você pode usar onde quiser: nos olhos, na sobrancelha, na boca, no rosto, no cabelo… Só deixar a imaginação rolar”, acredita. Para fixar o glitter, existem duas opções. “Para os olhos, boca e no rosto, você pode usar o gloss. Já na sobrancelha e cabelo, o melhor é apostar no gel”, ensina.  A especialista também sugeriu um breve passo a passo de como fazer a sua própria maquiagem;

 

 1- Antes de começar, higienize a pele e hidrate-a;

2- Feito isso, passe o primer;

3- Faça as correções com o corretivo em olheiras, manchas e espinhas;

4- Use uma base, de preferência leve, pois estamos em pleno verão;

5- Sele a base com um pó;

6- Faça o contorno e iluminação nos pontos desejados; maquiagem

7- Passe um primer para os olhos;

8- Use uma sombra iluminadora da cor desejada;

9- Use um delineador e rímel a prova d’água;

10- Cole os cílios postiços se preferir;

11- Penteie as sobrancelhas;

12- Para colar o glitter, você pode usar um gloss. Passe-o sobre a área desejada e, com a ajuda de um pincel achatado pequeno, coloque o glitter com cuidado;

13- Escolha o batom de sua preferência, lembrando que os metalizados estão em alta!

Se você achou muito complicado ou não tem muita paciência para fazer seu próprio c3look, pode pedir para alguém te ajudar. Uma opção é utilizar o aplicativo Blushe, que oferece centenas de profissionais de beleza para atendimento em domicílio.

 Os valores cobrados são bem próximos aos encontrados no mercado. Para serviços de manicure, por exemplo, o custo fica em torno de R$ 45 (quarenta e cinco reais), enquanto que para maquiagem e cabelo, o valor é de aproximadamente R$ 200 (duzentos reais). Tudo isso no conforto da sua casa ou escritório, no horário em que você precisa.

 Todo o processo é muito simples. Depois de baixar o app (disponível na Apple Store e no Google Play), a cliente encontra profissionais de beleza como manicures, maquiadores e hairstylist por geolocalização ou pelo seu nome. Depois, escolhe o tipo de serviço, a data, a hora e o local onde deseja ser atendida. O pagamento é feito através do cartão de crédito cadastrado previamente no aplicativo.

 Os principais diferenciais da empresa para as clientes são os preços competitivos; o acesso direto à agenda da profissional e capacidade de avaliar seu histórico. Já para os profissionais de beleza que tenham interesse em se cadastrar, a Blushe oferece liberdade para a profissional criar seu próprio perfil e se promover; a possibilidade de fidelizar seus clientes e a liberdade de escolha em poder trabalhar como desejar.

 c4Sobre a Blushe

 A Blushe é uma startup de serviços de beleza à domicílio, que através de sua plataforma mobile aproxima clientes de profissionais autônomos de beleza. Entre os serviços oferecidos através do aplicativo estão manicure, pedicure, maquiagem e cabeleireiro.

Para saber mais, acesse: http://blushe.com.br/

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4 dicas para o seu negócio começar 2018 com o pé direito

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Com a chegada do ano novo, é comum que as pessoas fiquem preocupadas com suas metas e resoluções para os meses que se seguirão. Para os empreendedores e gestores, essa tarefa é particularmente difícil, uma vez que uma boa definição de estratégias pode representar a diferença entre o fracasso e o sucesso de um negócio.

Apesar da dificuldade e da responsabilidade, os gestores ainda precisam definir os objetivos, uma vez que eles são, basicamente, o principal combustível e a razão de existir das empresas, independente do seu tamanho. Com a expectativa da retomada da economia nacional, essa definição se faz ainda mais importante devido ao potencial de crescimento que se vislumbra para 2018.images

Sendo assim, confira quais são as principais dicas para a definição de caminhos que podem impulsionar seus resultados no início do ano, garantindo maior vantagem competitiva e crescimento sólido.

Verifique todos os pontos

Na hora de definir seus objetivos, não se limite. Contar com a opinião dos diretores e gerentes é fundamental. Entretanto, é igualmente importante ouvir de todos os colaboradores, garantindo o engajamento da companhia. Ao estabelecer metas, lembre-se de que elas precisam ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e devem ter um prazo bem definido.

Dê um passo para trás

Ao definir as estratégias, aproveite para falar com a equipe a fim de entender o cenário da corporação. Peça feedback regularmente, pergunte o que não foi conquistado e qual o motivo. Contar apenas com a própria opinião pode fazer com que o gestor não consiga perceber questões pontuais e cotidianas que podem estar prejudicando no bom desenvolvimento do negócio.

images (1)Aplique o passado ao presente

Após estabelecer os caminhos traçados pela empresa, verifique se eles estão de acordo com os planos que já haviam sido previamente estabelecidos. Certifique-se de que estes objetivos são capazes de efetivamente contribuir para o crescimento da companhia e se estão alinhados com a missão e da visão da corporação.

Comunique-se

É preciso ser comunicativo e manter o diálogo aberto. Após definir o roadmap do ano que se inicia, reúna a equipe, apresente suas ideias, mostre a eles qual sua expectativa em relação a cada departamento e relembre as prioridades da empresa. Fale também dos prováveis desafios, e mostre-se disponível para sanar dúvidas e responder comentários.

*Gabriela Freitas é sócia-fundadora da Proxy Media, agência de Marketing Digital e empresa idealizadora do Clube Sou Empreendedor

 

 

Empreendedorismo femininno, Entrevistas, Eventos

Pesquisa mundial revela que millennials acreditam ter apenas 35% de influência na estratégia das empresas onde trabalham

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Realizada com cerca de 8 mil millennials de 30 países, incluindo o Brasil, a pesquisa “The 2017 Deloitte Millennial” abordou questões que preocupam jovens nascidos a partir de 1982, ou seja que têm entre 19 e 36 anos. O estudo, feito somente com jovens atuantes no mercado de trabalho, constata que os millennials têm um perfil inovador, buscam estabilidade e estão dispostos a assumir responsabilidades. Também contraria estereótipos e preconceitos que permeiam o cotidiano corporativo, de que são uma geração de jovens utópicos imediatistas, que não aceitam hierarquia e processos estabelecidos.

download (1)Diante de um mundo tão incerto e, no caso dos países emergentes, de condições político-econômicas desfavoráveis, 31% dos entrevistados afirmaram que pretendem ficar cinco anos ou mais na empresa em que trabalham e apenas 7% disseram ter intenção de deixar o emprego em breve. Com relação ao tipo de trabalho, 65% disseram preferir um emprego permanente de período integral e 31% afirmaram optar por consultorias ou empregos freelance.

“A pesquisa mostra que precisamos investir no desenvolvimento do ambiente corporativo. O mundo e a sociedade mudaram e temos a geração X e Y convivendo neste mesmo espaço, com percepções diferentes. É preciso uma adaptação mútua, porém, no caso da esfera corporativa, essa adaptação, na maioria dos casos, tem início nos líderes”, diz Villela da Matta, presidente da SBCoaching e business coach. “Os millennials buscam autonomia e influência nos projetos, estão dispostos a assumir responsabilidades para poderem desenvolver soluções e produtos e os líderes contemporâneos devem conseguir equacionar isso com questões corporativas e limites que têm de ser respeitados”, explica.

Mais uma vez contrariando os estereótipos, os millennials entrevistados disseram que images (1)sentem que são 70% responsáveis diretamente pela satisfação dos clientes das empresas onde trabalham, o que revela seu alto comprometimento. O contraste com o baixo percentual, 35%, de influência sobre a estratégia da empresa, é que leva ao desengajamento. “Estes jovens têm boa formação e anseiam para que seus líderes acreditem em seu potencial. É possível delegar sem largar, ou seja, o líder pode acompanhar e orientar, o que é uma motivação para o funcionário e uma forma de aumentar sua performance como gestor”, orienta o business coach.

Preguiçosos ou sem oportunidades?

Contudo é necessário desmistificar também a ideia de que os millennials sejam preguiçosos. Este estereótipo pode estar impactando, inclusive, nas ofertas de trabalho oferecidas. Segundo a pesquisa “Millennials e a Geração Nem Nem”, realizada pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP), em parceria com a empresa MindMiners, em setembro do ano passado, 25% dos brasileiros nesta faixa etária estão desempregados, fato que tem origem na crise econômica atual, claro, mas também nas poucas oportunidades dadas pelas empresas, que dão preferência a quem tem experiência.

A pesquisa revelou que a maioria destes jovens (68%) concorda em aceitar ganhar menos ou trabalhar em áreas fora da sua área de formação, quase metade (45%) também está disposta a trabalhar mais de 40 horas semanais. A diferença está no compromisso com a igualdade e a inclusão (44% consideram esse fator importante) e o incentivo à geração de novas ideias e melhorias (54% dizem querer participar deste processo).

Há quem diga que é a geração mais preparada em nível acadêmico, a que mais cria, a que mais inova. “Sem dúvida, estes jovens são as pessoas que hoje melhor captam as novidades e as reproduzem em diversos meios”, diz Vilella da Matta. “Tamanha efervescência de ideias pode por em risco a execução de atividades maçantes, mas, necessárias para o funcionamento da empresa”, pontua.

“Novos tempos e novas formas de trabalho não são mais futuro, são presente, já se estabeleceram, portanto, o bom líder não só pode como deve adotar novas formas de lidar com seus funcionários para atingir um bom resultado”, aconselha.

 

10 dicas de técnicas de engajamento para profissionais millennials!

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Por Villela da Matta, precursor do coaching no Brasil e business coach

  1. Tenha o ato de delegar como um comportamento e uma prioridade. Para isso mantenha a rotina de analisar suas tarefas e avaliar o que pode ser realizado por sua equipe, inclusive tarefas que você tem o hábito de realizar.
  2. Pense no resultado que deseja e foque em como irá transmitir esse objetivo com clareza a quem irá delegar.
  3. Escolha o profissional que tem mais habilidades para executar essa tarefa, mas também leve em consideração critérios como “ele lida bem com prazos?”, “alguém da equipe gostaria dessa oportunidade?”.
  4. Dê total autonomia a quem você delegou a tarefa. Isso não significa largar a tarefa. Você pode dar autonomia e ficar disponível para colaborar no que for necessário para que o resultado seja alcançado.
  5. Se você precisa de status periódicos de andamento do projeto procure deixar isso claro, bem como o formato, no ato da delegação, se possível com datas determinadas. Ex. Semanal, ao final do dia.
  6. Dê feedback. Mesmo que não seja convocado a colaborar, demonstre que está acompanhando o processo, elogie progressos, conquistas, dê sugestões.
  7. Não coloque a responsabilidade sobre os resultados somente em quem delegou a tarefa. O líder é responsável pelo sucesso e fracasso de projetos e como tal deve ter envolvimento com este olhar de sinergia e atenção para rever alguma rota ou propor uma ação para retomar o caminho.
  8. Ouça sua equipe. Considere sugestões e propostas para mudanças de processos, ideias. Apoie decisões bem justificadas. Estimule sua equipe a ter um comportamento analítico, flexível e capaz de aumentar a performance de todo o setor.
  9. Avalie os resultados. Proponha apresentações com participação de todos para compartilhamento de ideias e soluções. Valorize os envolvidos. Deixe que apresentem seus projetos e cases.
  10. Fuja da delegação reversa. Não perca a oportunidade de desenvolver seu time quando alguém voltar com uma tarefa que você delegou. Hoje, você pode ganhar tempo fazendo e não ensinando, mas a longo prazo isso não vai ajudar na sua performance como líder e nem na performance do aprendiz, muito pelo contrário.

Fonte – Divulgação

Empreendedorismo femininno

Evento de empreendedorismo feminino ensina como transformar ideias em negócios

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Ter um negócio próprio e conquistar sucesso profissional e independência financeira. Este é o sonho de muita gente no Brasil. Mas o que algumas dessas pessoas não sabem é como transformar uma boa ideia em um negócio sólido e perene ou como dar amplitude a um projeto já existente. Pelo menos no universo feminino, esses têm sido temas recorrentes. A consultora em Gestão de Projetos e Negócios Kênia Gama, 33, de Brasília (DF), começou a empreender aos 18 anos. Apesar das dificuldades que permeiam a pouca idade, não tardou para que conquistasse uma posição de destaque no mercado. Em 2002, já comandava sua própria empresa, a SET Realizações, especializada na gestão de eventos. Segundo ela, há pelo menos seis passos essenciais que devem ser seguidos por mulheres que desejam tirar uma ideia do papel e apostar no empreendedorismo. São eles:

1. Fazer o que gosta;

2. Saber tudo sobre o assunto;

3. Não procurar aprovações de terceiros;

4. Celebrar até as menores conquistas;

5. Analisar a concorrência;

6. Não ter vários focos, e sim, confiar em seu plano,  até conseguir executá-lo.

“Uma empreendedora precisa saber se reinventar e, mais do que qualquer outra pessoa, acreditar que tem potencial para conquistar a independência financeira e emocional”, diz Kênia.  Dados de mercado dão conta que as mulheres estão presentes na administração de 51% das empresas brasileiras, além de fazerem parte do quadro societário de 20% das corporações.  Nos últimos 14 anos, o número de empresárias subiu 34%, e hoje é de quase 8 milhões.  Além disso, 43% dos cargos de direção e gerência em micro e pequenas empresas são ocupados por profissionais do sexo feminino.
Seja no papel de executiva, seja como empreendedora, a mulher também precisa investir
em seu marketing pessoal nessa busca pelo sucesso no mercado, segundo Kênia. “Promover-se adequadamente e fazer com que as pessoas notem o seu valor também são etapas primordiais a serem cumpridas por quem pretende se destacar profissionalmente”, continua ela. Foi pensando justamente na força da mulher e na relevância do empreendedorismo feminino que Kênia Gama criou o evento Mulher Brilhante, voltado a profissionais liberais, empresárias,
líderes corporativas e interessadas em geral, cujo objetivo é oferecer técnicas e ferramentas multidisciplinares a quem almeja alcançar a independência emocional e financeira. “Mulheres com autoestima mais forte, felizes no que fazem, serão melhores mulheres, mães, filhas, esposas e certamente vão impactar a sociedade”, afirma a jovem empreendedora braziliense.

Braço do programa online Mulher Brilhante, o evento aconteceu pela primeira vez em maio passado, na capital federal. Agora, será realizado nos dias 17 e 18 de novembro, das 9h às 20h, no auditório Elis Regina, no Anhembi, em São Paulo (SP).
Durante esses dois dias, será possível realizar uma completa imersão no tema, com dicas, networking, informação e conhecimento, com abordagem a aspectos pessoais e profissionais.

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O Mulher Brilhante terá palestras e workshops dos mais renomados especialistas do Brasil.
Entre eles, a influenciadora do mercado de beleza e bem-estar Cristiana Arcangeli, investidora do
reality show Shark Tank Brasil, e o especialista em Marketing Digital e escritor best-seller Conrado
Adolpho, autor de “Os 8Ps do Marketing Digital”.
Os ingressos estão à venda no site oficial do Mulher Brilhante, a partir de R$ 297. Mais
informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@mulherbrilhante.com.br.
SERVIÇO
Mulher Brilhante – Evento de Empreendedorismo e Desenvolvimento Pessoal
QUANDO: 17 e 18 de novembro de 2017
HORÁRIO: 9h às 20h
ONDE: São Paulo (SP)
LOCAL: Auditório Elis Regina (Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana)

Fonte : Divulgação

Empreendedorismo femininno

Conheça as vantagens e as desvantagens de trabalhar em casa

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Prática cada vez mais adotada pelas empresas, home office é uma boa alternativa para as companhias, considerando os cortes de custos fixos, e para os funcionários que ganham mais autonomia e trabalham com horários flexíveis. Segundo pesquisa realizada em 2016 pela Home Office Brasil, houve um aumento de 50% no número de empresas que adotaram a atividade, de 15% das que estão estudando a implantação e 28% na formalização da medida.

A Eureca!, consultoria especializada em conectar a energia jovem com o mundo trabalho, optou pelo home office a ter escritório tradicional. Todos os funcionários trabalham do local de preferência e, por isso, possuem colaboradores de diferentes cidades. A escolha foi pensada devido ao alto custo de aluguel nos grandes centros do Brasil. Outros motivos como qualidade de vida, trânsito e rotina cansativa são pesados na hora de adotar a prática . Além disso, muitas empresas também levam em consideração o acesso a talentos globais, que podem colaborar de qualquer lugar do mundo. “Com o Home Office, conseguimos atrair talentos até então impensáveis para nossa realidade e isso é muito positivo”, explica Fábio Procópio, CMO da Eureca!

Trabalhar-em-CasaAtualmente, com a tecnologia cada vez mais inserida no dia a dia dos brasileiros, é possível colaborar em tempo real com as empresas ao redor do mundo e entregar projetos de alta qualidade. Ao economizar com a estrutura física, pode-se investir recursos nas pessoas, tornando cada vez mais capazes e com as ferramentas certas para executar seu trabalho.

Apesar de não possibilitarem o trabalho exclusivamente em home office, muitas empresas estão adotando o meio termo, possibilitando os funcionários de escolherem trabalhar em casa em algum dia da semana. Esse é o caso da Octadesk, startup desenvolvedora de sistemas voltados para gestão de relacionamento com os clientes. “Nosso modelo de negócio é todo online, então, não há necessidade da presença física, o que possibilita um trabalho remoto. Às vezes, as pessoas têm necessidades e vale mais a pena elas fazerem o trabalho de casa, nós entendemos isso.”, diz Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk.images (2)

Trabalhar em casa tem mais prós do que contras, porém é preciso estar atento a algumas desvantagens que podem aparecer no caminho, como a maturidade necessária para fazer seu próprio horário e administrar o tempo corretamente. O trabalho em equipe também pode ser prejudicado, pois o tempo de resposta e a resolução de conflitos entre o time demandam mais tempo. “Caso a empresa não seja capaz de criar um bom ambiente de colaboração virtual e cobrança mútua, o home office torna-se uma opção possivelmente prejudicial”, complementa Fábio, da Eureca!

Fonte : Divulgação

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Momento Empreendedora com Helena Rodrigues, Diretora de Relacionamento do Femitaxi

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A Helena trabalha como taxista há mais de 20 anos. Na adolescência, o sonho dela era prestar biologia e seguir na carreira de patologia clínica. A tia de Helena, que já atuava como taxista, sempre a inspirou pela garra e esforço diário de seguir na profissão e, percebendo um interesse da Helena pelo trabalho, a instruiu a tirar os documentos necessários para entrar no time, assim, caso algum dia ela decidisse ter o próprio carro, já teria todos os documentos necessários.

Pouco menos de duas semanas após estar com os documentos em mãos, Helena ganhou um táxi de presente da tia. A partir daquele momento, ela passou a se dedicar à profissão nas horas vagas, e percebeu que esse sempre foi seu sonho. Encantada com tanta flexibilidade e liberdade, os dias nunca mais foram iguais. Após dois meses, ela largou o laboratório o qual trabalhava e passou a se dedicar exclusivamente ao táxi.

De acordo com Helena, a demanda por motoristas mulheres sempre existiram, desde a época das rádio táxis. “Muitas pediam meu telefone pessoal pra me chamar e, quando eu não podia, elas imploravam pelo contato de alguma amiga taxista”, explica. Quando Helena soube do FemiTaxi pela primeira vez, ficou animada com a ideia de um app que unisse motoristas e passageiras mulheres e foi a primeira taxista a se cadastrar no app.

Com a ajuda da Helena, o FemiTaxi foi trazendo cada vez mais taxistas e usuárias para o app. De acordo com ela, o trabalho de taxista significou não só uma liberdade para ela dirigir e fazer seus próprios horários, como também uma liberdade para as passageiras, que se sentem muito mais seguras com uma motorista mulher, e vice-versa. Helena relata como foi sua primeira experiência com o app:

“Minha primeira passageira pelo aplicativo foi muito marcante. Ela precisava ir a um evento importantíssimo que começava às 23h… Mas não queria sair sozinha aquela hora caso a motorista não fosse mulher, por pura precaução. Fui até sua casa e a levei para o destino solicitado. Às 3h30 da manhã lá fui eu levá-la de volta. Ela contou como tinha sido incrível rever os amigos e me agradeceu muito pelo serviço, disse que se não fosse pelo aplicativo, ela não teria ido e um dos momentos mais gostosos do ano não teria acontecido”, conta.

Sobre o FemiTaxi

O FemiTaxi – app de transporte para motoristas e passageiras mulheres – foi criado em dezembro de 2016. Há cerca de três anos, o CEO do app passou a ouvir diversas reclamações de amigas que haviam passado por alguma situação de assédio dentro do transporte individual, desde olhares invasivos pelo retrovisor, pedir o número do celular, perguntar se tem namorado, entre outras atitudes. Foi então que surgiu a ideia de criar um app que pudesse unir as motoristas mulheres com passageiras mulheres, com o objetivo de trazer mais segurança, conforto e tranquilidade para elas, uma vez que o assédio ainda é constante e, às vezes, apenas um olhar pelo retrovisor ou o desviar da rota prevista já desperta o medo e insegurança por parte das passageiras.
Atualmente, o FemiTaxi conta 20 mil usuárias e cerca 1.130 profissionais (entre motoristas e taxistas) nas seis cidades onde está presente. São 400 motoristas em SP, 400 em Goiânia, 150 em Campinas, 100 em BH, 50 no RJ e 30 em Santos.

Em todo o Brasil, são quase 30 mil corridas mensais. A adesão tem sido bem forte, principalmente nos últimos meses quando, devido aos casos de assédio – tanto nas passageiras quanto nas motoristas, tivemos um aumento de 200% no número de corridas e de 150% no cadastro de motoristas – taxistas e motoristas particulares.
O FemiTaxi também oferece o serviço de Crianças Desacompanhadas, que já é responsável por 40% das corridas do app. A funcionalidade foi criada em fevereiro deste ano e permite aos responsáveis acompanhar o trajeto ao vivo, via Youtube, por meio de câmera instalada no veículo da taxista, além de fornecer em tempo real a posição exata do táxi no mapa do app. Motoristas particulares

Em julho, lançamos a função express, que permite a participação de motoristas particulares no app. Assim que a usuária selecionar esta opção, tanto taxistas como motoristas particulares serão acionadas, e quem estiver mais próxima do local de partida aceitará a corrida. Esta nova funcionalidade do app, que já está presente em Campinas e SP, oferece desconto de 20% para as passageiras e trabalha com uma mesma tarifa de preço, tanto para táxi como para transporte individual, o que permite que ambas as categorias de transporte atuem juntas. Em breve, a funcionalidade deve se expandir para as demais capitais em que o FemiTaxi atua. Pesquisa assédio Recentemente, fizemos uma pesquisa com mais de 200 motoristas do app que revela que 47,9% destas profissionais já passaram por alguma situação de assédio. A pesquisa revela ainda que 75,1% das motoristas se sentem inseguras ao transportar um passageiro do sexo masculino durante a noite e 68,6% já recusaram corridas de homens por medo ou desconfiança.

Infelizmente, as motoristas também estão expostas ao assédio dos homens, assim como as passageiras. Desta forma, 93,5% das profissionais avaliam o FemiTaxi como uma forma mais segura de trabalhar, visto que apps com atendimento exclusivo para mulheres visam trazer conforto e segurança, tanto para as usuárias como para as taxistas. “O ideal seria que os apps exclusivos para mulheres não precisassem existir, que as mulheres pudessem solicitar um carro de madrugada sem medo, mas a realidade é outra e as usuárias buscam, cada vez mais, serem conduzidas por outra mulher. Tanto as passageiras como as motoristas sentem mais segurança”, explica Helena Rodrigues, diretora de relacionamento do FemiTaxi.

Fonte Divulgação