Empreendedorismo femininno

Evento de empreendedorismo feminino ensina como transformar ideias em negócios

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Ter um negócio próprio e conquistar sucesso profissional e independência financeira. Este é o sonho de muita gente no Brasil. Mas o que algumas dessas pessoas não sabem é como transformar uma boa ideia em um negócio sólido e perene ou como dar amplitude a um projeto já existente. Pelo menos no universo feminino, esses têm sido temas recorrentes. A consultora em Gestão de Projetos e Negócios Kênia Gama, 33, de Brasília (DF), começou a empreender aos 18 anos. Apesar das dificuldades que permeiam a pouca idade, não tardou para que conquistasse uma posição de destaque no mercado. Em 2002, já comandava sua própria empresa, a SET Realizações, especializada na gestão de eventos. Segundo ela, há pelo menos seis passos essenciais que devem ser seguidos por mulheres que desejam tirar uma ideia do papel e apostar no empreendedorismo. São eles:

1. Fazer o que gosta;

2. Saber tudo sobre o assunto;

3. Não procurar aprovações de terceiros;

4. Celebrar até as menores conquistas;

5. Analisar a concorrência;

6. Não ter vários focos, e sim, confiar em seu plano,  até conseguir executá-lo.

“Uma empreendedora precisa saber se reinventar e, mais do que qualquer outra pessoa, acreditar que tem potencial para conquistar a independência financeira e emocional”, diz Kênia.  Dados de mercado dão conta que as mulheres estão presentes na administração de 51% das empresas brasileiras, além de fazerem parte do quadro societário de 20% das corporações.  Nos últimos 14 anos, o número de empresárias subiu 34%, e hoje é de quase 8 milhões.  Além disso, 43% dos cargos de direção e gerência em micro e pequenas empresas são ocupados por profissionais do sexo feminino.
Seja no papel de executiva, seja como empreendedora, a mulher também precisa investir
em seu marketing pessoal nessa busca pelo sucesso no mercado, segundo Kênia. “Promover-se adequadamente e fazer com que as pessoas notem o seu valor também são etapas primordiais a serem cumpridas por quem pretende se destacar profissionalmente”, continua ela. Foi pensando justamente na força da mulher e na relevância do empreendedorismo feminino que Kênia Gama criou o evento Mulher Brilhante, voltado a profissionais liberais, empresárias,
líderes corporativas e interessadas em geral, cujo objetivo é oferecer técnicas e ferramentas multidisciplinares a quem almeja alcançar a independência emocional e financeira. “Mulheres com autoestima mais forte, felizes no que fazem, serão melhores mulheres, mães, filhas, esposas e certamente vão impactar a sociedade”, afirma a jovem empreendedora braziliense.

Braço do programa online Mulher Brilhante, o evento aconteceu pela primeira vez em maio passado, na capital federal. Agora, será realizado nos dias 17 e 18 de novembro, das 9h às 20h, no auditório Elis Regina, no Anhembi, em São Paulo (SP).
Durante esses dois dias, será possível realizar uma completa imersão no tema, com dicas, networking, informação e conhecimento, com abordagem a aspectos pessoais e profissionais.

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O Mulher Brilhante terá palestras e workshops dos mais renomados especialistas do Brasil.
Entre eles, a influenciadora do mercado de beleza e bem-estar Cristiana Arcangeli, investidora do
reality show Shark Tank Brasil, e o especialista em Marketing Digital e escritor best-seller Conrado
Adolpho, autor de “Os 8Ps do Marketing Digital”.
Os ingressos estão à venda no site oficial do Mulher Brilhante, a partir de R$ 297. Mais
informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@mulherbrilhante.com.br.
SERVIÇO
Mulher Brilhante – Evento de Empreendedorismo e Desenvolvimento Pessoal
QUANDO: 17 e 18 de novembro de 2017
HORÁRIO: 9h às 20h
ONDE: São Paulo (SP)
LOCAL: Auditório Elis Regina (Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana)

Fonte : Divulgação

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Conheça as vantagens e as desvantagens de trabalhar em casa

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Prática cada vez mais adotada pelas empresas, home office é uma boa alternativa para as companhias, considerando os cortes de custos fixos, e para os funcionários que ganham mais autonomia e trabalham com horários flexíveis. Segundo pesquisa realizada em 2016 pela Home Office Brasil, houve um aumento de 50% no número de empresas que adotaram a atividade, de 15% das que estão estudando a implantação e 28% na formalização da medida.

A Eureca!, consultoria especializada em conectar a energia jovem com o mundo trabalho, optou pelo home office a ter escritório tradicional. Todos os funcionários trabalham do local de preferência e, por isso, possuem colaboradores de diferentes cidades. A escolha foi pensada devido ao alto custo de aluguel nos grandes centros do Brasil. Outros motivos como qualidade de vida, trânsito e rotina cansativa são pesados na hora de adotar a prática . Além disso, muitas empresas também levam em consideração o acesso a talentos globais, que podem colaborar de qualquer lugar do mundo. “Com o Home Office, conseguimos atrair talentos até então impensáveis para nossa realidade e isso é muito positivo”, explica Fábio Procópio, CMO da Eureca!

Trabalhar-em-CasaAtualmente, com a tecnologia cada vez mais inserida no dia a dia dos brasileiros, é possível colaborar em tempo real com as empresas ao redor do mundo e entregar projetos de alta qualidade. Ao economizar com a estrutura física, pode-se investir recursos nas pessoas, tornando cada vez mais capazes e com as ferramentas certas para executar seu trabalho.

Apesar de não possibilitarem o trabalho exclusivamente em home office, muitas empresas estão adotando o meio termo, possibilitando os funcionários de escolherem trabalhar em casa em algum dia da semana. Esse é o caso da Octadesk, startup desenvolvedora de sistemas voltados para gestão de relacionamento com os clientes. “Nosso modelo de negócio é todo online, então, não há necessidade da presença física, o que possibilita um trabalho remoto. Às vezes, as pessoas têm necessidades e vale mais a pena elas fazerem o trabalho de casa, nós entendemos isso.”, diz Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk.images (2)

Trabalhar em casa tem mais prós do que contras, porém é preciso estar atento a algumas desvantagens que podem aparecer no caminho, como a maturidade necessária para fazer seu próprio horário e administrar o tempo corretamente. O trabalho em equipe também pode ser prejudicado, pois o tempo de resposta e a resolução de conflitos entre o time demandam mais tempo. “Caso a empresa não seja capaz de criar um bom ambiente de colaboração virtual e cobrança mútua, o home office torna-se uma opção possivelmente prejudicial”, complementa Fábio, da Eureca!

Fonte : Divulgação

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Momento Empreendedora com Helena Rodrigues, Diretora de Relacionamento do Femitaxi

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A Helena trabalha como taxista há mais de 20 anos. Na adolescência, o sonho dela era prestar biologia e seguir na carreira de patologia clínica. A tia de Helena, que já atuava como taxista, sempre a inspirou pela garra e esforço diário de seguir na profissão e, percebendo um interesse da Helena pelo trabalho, a instruiu a tirar os documentos necessários para entrar no time, assim, caso algum dia ela decidisse ter o próprio carro, já teria todos os documentos necessários.

Pouco menos de duas semanas após estar com os documentos em mãos, Helena ganhou um táxi de presente da tia. A partir daquele momento, ela passou a se dedicar à profissão nas horas vagas, e percebeu que esse sempre foi seu sonho. Encantada com tanta flexibilidade e liberdade, os dias nunca mais foram iguais. Após dois meses, ela largou o laboratório o qual trabalhava e passou a se dedicar exclusivamente ao táxi.

De acordo com Helena, a demanda por motoristas mulheres sempre existiram, desde a época das rádio táxis. “Muitas pediam meu telefone pessoal pra me chamar e, quando eu não podia, elas imploravam pelo contato de alguma amiga taxista”, explica. Quando Helena soube do FemiTaxi pela primeira vez, ficou animada com a ideia de um app que unisse motoristas e passageiras mulheres e foi a primeira taxista a se cadastrar no app.

Com a ajuda da Helena, o FemiTaxi foi trazendo cada vez mais taxistas e usuárias para o app. De acordo com ela, o trabalho de taxista significou não só uma liberdade para ela dirigir e fazer seus próprios horários, como também uma liberdade para as passageiras, que se sentem muito mais seguras com uma motorista mulher, e vice-versa. Helena relata como foi sua primeira experiência com o app:

“Minha primeira passageira pelo aplicativo foi muito marcante. Ela precisava ir a um evento importantíssimo que começava às 23h… Mas não queria sair sozinha aquela hora caso a motorista não fosse mulher, por pura precaução. Fui até sua casa e a levei para o destino solicitado. Às 3h30 da manhã lá fui eu levá-la de volta. Ela contou como tinha sido incrível rever os amigos e me agradeceu muito pelo serviço, disse que se não fosse pelo aplicativo, ela não teria ido e um dos momentos mais gostosos do ano não teria acontecido”, conta.

Sobre o FemiTaxi

O FemiTaxi – app de transporte para motoristas e passageiras mulheres – foi criado em dezembro de 2016. Há cerca de três anos, o CEO do app passou a ouvir diversas reclamações de amigas que haviam passado por alguma situação de assédio dentro do transporte individual, desde olhares invasivos pelo retrovisor, pedir o número do celular, perguntar se tem namorado, entre outras atitudes. Foi então que surgiu a ideia de criar um app que pudesse unir as motoristas mulheres com passageiras mulheres, com o objetivo de trazer mais segurança, conforto e tranquilidade para elas, uma vez que o assédio ainda é constante e, às vezes, apenas um olhar pelo retrovisor ou o desviar da rota prevista já desperta o medo e insegurança por parte das passageiras.
Atualmente, o FemiTaxi conta 20 mil usuárias e cerca 1.130 profissionais (entre motoristas e taxistas) nas seis cidades onde está presente. São 400 motoristas em SP, 400 em Goiânia, 150 em Campinas, 100 em BH, 50 no RJ e 30 em Santos.

Em todo o Brasil, são quase 30 mil corridas mensais. A adesão tem sido bem forte, principalmente nos últimos meses quando, devido aos casos de assédio – tanto nas passageiras quanto nas motoristas, tivemos um aumento de 200% no número de corridas e de 150% no cadastro de motoristas – taxistas e motoristas particulares.
O FemiTaxi também oferece o serviço de Crianças Desacompanhadas, que já é responsável por 40% das corridas do app. A funcionalidade foi criada em fevereiro deste ano e permite aos responsáveis acompanhar o trajeto ao vivo, via Youtube, por meio de câmera instalada no veículo da taxista, além de fornecer em tempo real a posição exata do táxi no mapa do app. Motoristas particulares

Em julho, lançamos a função express, que permite a participação de motoristas particulares no app. Assim que a usuária selecionar esta opção, tanto taxistas como motoristas particulares serão acionadas, e quem estiver mais próxima do local de partida aceitará a corrida. Esta nova funcionalidade do app, que já está presente em Campinas e SP, oferece desconto de 20% para as passageiras e trabalha com uma mesma tarifa de preço, tanto para táxi como para transporte individual, o que permite que ambas as categorias de transporte atuem juntas. Em breve, a funcionalidade deve se expandir para as demais capitais em que o FemiTaxi atua. Pesquisa assédio Recentemente, fizemos uma pesquisa com mais de 200 motoristas do app que revela que 47,9% destas profissionais já passaram por alguma situação de assédio. A pesquisa revela ainda que 75,1% das motoristas se sentem inseguras ao transportar um passageiro do sexo masculino durante a noite e 68,6% já recusaram corridas de homens por medo ou desconfiança.

Infelizmente, as motoristas também estão expostas ao assédio dos homens, assim como as passageiras. Desta forma, 93,5% das profissionais avaliam o FemiTaxi como uma forma mais segura de trabalhar, visto que apps com atendimento exclusivo para mulheres visam trazer conforto e segurança, tanto para as usuárias como para as taxistas. “O ideal seria que os apps exclusivos para mulheres não precisassem existir, que as mulheres pudessem solicitar um carro de madrugada sem medo, mas a realidade é outra e as usuárias buscam, cada vez mais, serem conduzidas por outra mulher. Tanto as passageiras como as motoristas sentem mais segurança”, explica Helena Rodrigues, diretora de relacionamento do FemiTaxi.

Fonte Divulgação

 

 

 

 

 

 

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Mais da metade dos aposentados brasileiros usam crédito online para pagar dívidas e empreender

download (4)Mais da metade dos aposentados do país pediu empréstimos online para pagar dívidas e manter as contas em dia. Esta é a conclusão doMapeamento Simplic do Crédito Online, que levou em conta a análise de mais de 28 mil empréstimos online concedidos no Brasil a essa parcela da população no primeiro semestre de 2017.

De acordo com o levantamento, mais de 53% dos aposentados que recorreram ao empréstimo na plataforma Simplic o fizeram para não ficar com o nome sujo. Quando somado a outras motivações, como pagamento de custos médicos, parcelas de carro ou casa e compras em geral, o percentual chega a mais de 78%.

“A realidade de muitos brasileiros não permite que o dinheiro ganho durante a vida seja poupado para uma aposentadoria tranquila. O que nosso levantamento mostra é que o crédito online tem se tornado cada vez mais uma alternativa relevante para os aposentados, que representam uma das parcelas da população mais atingidas pela difícil situação financeira do país. Esse cenário faz com que eles precisem recorrer a empréstimos, mesmo que de baixo valor, apenas para manter as contas em dia e não ficar com o nome sujo”, explica Bruno Borges, gerente de Marketing da Simplic.download (3)

Sul e sudeste apresentaram os índices mais altos de direcionamento dos empréstimos para pagamento de contas e outras dívidas, representando, respectivamente, 57,8% e 58,85% dos pedidos. Na divisão por estados, destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Crescimento dos aposentados empreendedores

Em um cenário recente marcado pelo aumento dos níveis de desemprego, também foi identificada uma crescente necessidade do aposentado de retornar à ativa para complementar ou gerar renda para sua família. De acordo com o Mapeamento Simplic do Crédito Online, o número de pedidos de empréstimo com a finalidade de empreender aumentou 16,7% nos seis primeiros meses do ano, se comparado com o mesmo período do ano passado. No total, foram feitas 2.168 solicitações de crédito em 2017 ante 1.857 no primeiro semestre do ano passado.

download (2)O estado de São Paulo é o líder do ranking de “aposentadosempreendedores”, representando dois de cada 10 pedidos feitos. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (15%), Bahia (7,2%), Minas Gerais (6,5%), e Pernambuco (6,4%).

O levantamento revelou ainda que as mulheres aposentadas são maioria entre os pedidos de empréstimos destinados ao desenvolvimento de novos negócios. Elas representam 61,20% de tais pedidos, sendo que 44,39% delas possuem ensino médio completo e 15,45% ensino superior.

Sobre o Simplic

Lançado em julho de 2014 no Brasil, o Simplic é a primeira plataforma de crédito pessoal 100% online do País. Inovadora, a ferramenta analisa dados do usuário advindos de mais de 200 fontes e é capaz de gerar uma resposta em menos de 3 segundos. Oferece empréstimos entre R$500 e R$3.500, que podem ser pagos em 3, 6, 9 ou 12 vezes, tudo de forma segura, prática e móvel. A plataforma analisa, hoje, mais de 6 mil solicitações de empréstimos por dia, somando mais de 1.5 milhão de clientes no Brasil.

Sobre a Enova

Fundada em 2003, a Enova evoluiu de uma startup de Chicago, nos Estados Unidos, para uma empresa global de soluções financeiras que atua em seis países: Austrália, Brasil, China, Canadá, Estados Unidos e Inglaterra. Em 2014, lançou IPO na bolsa de valores de Nova Iorque (NYSE:ENVA). Foi uma das primeiras fintechs criadas no mundo e pioneira também no Brasil com a plataforma Simplic. Com um portfólio focado em diferentes soluções de crédito online, soma mais de 4 milhões de clientes ao redor do mundo.

Fonte : Divulgação

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Empower Summit 2ª Edição discute a relação de diversidade e inovação com resultados

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“Inovação e diversidade caminham juntas e têm a ver com resultados”. Este será o tema de um dos painéis promovidos pelo Empower Summit, evento focado em inovação, tendências de mercado e provocação ao pensamento disruptivo, no dia 24 de outubro, em São Paulo. O evento é organizado pela Empodere-se, empresa de educação disruptiva, e voltado a empreendedores, gestores e líderes empresariais.download (1)

Muitos empreendedores e especialistas defendem que sem diversidade (igualdade de gêneros, cultural, étnica e social) não há inovação, que um ecossistema que reúne diferentes perfis, gerações e profissões funciona muito melhor em prol da resolução de problemas de grande impacto na sociedade.

images (2)Segundo o palestrante Ricardo Mota, Diretor Superintendente da ABRH, a soma de pensamentos diferentes pode enriquecer uma empresa e já percebe-se uma movimentação do mercado neste sentido, que ainda dele levar bastante tempo para amadurecer.

“Empresas que estão preocupadas com inovação precisam trazer de fora ideias novas, para sair da zona de conforto. É preciso mudar o mindset”, comenta Ingrid Barth, head of Corporate Banking da Neon. A executiva conta que o processo de inovação é totalmente baseado em ideias, e esse pool de ideias só consegue existir se tiver uma equipe diversa, com pensamentos diferentes, pois  sem diversidade de opinião não há discussão e não acontece a mudança.

Para Gabriel Coelho, CEO da Empodere-se, que desenvolve um trabalho de educação para a inovação dentro das empresas, muitas companhias querem falar sobre diversidade, no entanto, precisam entender que a cultura da companhia precisa mudar, e isso requer trabalho, tempo e investimento.download

Exemplo do Canadá – o presidente da CCBC (Câmara de Comércio Brasil Canadá), Paulo Perrotti, traz a experiência do país para construir uma sociedade mais igual. O Canadá tem sido um exemplo de como cada indivíduo pode manter a sua identidade e, ainda assim, ser parte do todo. “Nós precisamos da diversidade e isso é tratado no dia a dia. O primeiro ministro canadense tem o compromisso de construir um serviço público para servir de modelo de inclusão para todos”, diz Perrotti.

As inscrições devem ser feitas pelo site http://empoderese.com/empower-summit/ .

Fonte- Divulgação

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Fórum Empreendedoras bate recorde de público.

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Na última terça-feira, no Maksoud Plaza, em São Paulo foi realizada a sexta edição do Fórum Empreendedoras. O evento organizado pela Rede Mulher Empreendedora – RME, com o principal intuito de fortalecer o empreendedorismo feminino, fomentar negócios entre mulheres e oferecer capacitação e inspiração contou com 40 horas de programação simultânea e  mais de 1600 empreendedoras .

Nesse ano os destaques foram as palestras de personalidades como Paola Carosella, cozinheira e jurada do programa Masterchef da Band, que falou sobre inspiração e como é importante maneirar na auto cobrança; Chieko Aoki, presidente da rede de hotéis Blue Tree, que destacou a relevância do bom tratamento ao cliente e como isto pode fazer com que eles sejam recorrentes; Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, que encantou e inspirou o público com sua simpatia e simplicidade ao compartilhar sua trajetória; e, por fim, o painel “Acesso à tecnologia” que reuniu mulheres referência na área, como Camila Achutti, Iana Chan, Maitê Lourenço e Carine Ross, para desmistificar a presença da mulher na área tecnológica. Também fez parte da programação o anúncio dos resultados da pesquisa “Empreendedoras e seus negócios 2017”, que buscou traçar o perfil da empreendedora brasileira para dar base para a criação de iniciativas de fomento ao empreendedorismo feminino no Brasil. Com realização da Rede Mulher Empreendedora – RME e patrocínio da Sage, Avon e Facebook, os resultados serão transformados em um e-book que será disponibilizado de forma gratuita em breve.

Foi divulgada também a criação da W55, por Ana Fontes, fundadora da RME e Fernanda de Lima, presidente da Gradual Investimentos, uma aceleradora com o objetivo de capacitar, acelerar e financiar empresas lideradas por mulheres. Além disso, ao final de sua palestra Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, revelou o desenvolvimento de um projeto em parceria com a Rede Mulher Empreendedora que contará com a premiação de um mini processo de aceleração para as empreendedoras vencedora.

Com o tema principal “Empreendedorismo e o empoderamento econômico da mulher”, o evento trouxe palestras, painéis, workshops de Facebook para negócios e salas de capacitação e mentorias, sala que atendeu mais de 120 empreendedoras buscando auxílio em seus negócios. O Fórum também trouxe a sua tradicional “Feira de Negócios”, onde reuniu 30 expositores que puderam divulgar seus empreendimentos e comercializar seus produtos e também contou 10 estandes de cunho social para fomento do empreendedorismo nesta vertente.

Fonte – Rede Mulher Empreendedora

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Fórum faz abordagem holística da felicidade

images (1)Palavras como depressão, stress, síndrome do Pânico, fobias sociais entre outras doenças se tornaram comuns em bate-papos de amigos. Cada vez mais, leigos se interessam pelo assunto, não à toa uma vez que, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante do planeta. Esse e outros temas relacionados à saúde e o bem-estar serão abordados na terceira edição do Internacional Happiness Forum que chega à terceira edição e será sediado em São Paulo, nos dias 2 e 3 de setembro, com apoio do Consulado Geral de Portugal.

Atualmente, 322 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo mundo, de acordo com dados da OMS referentes  a 2015. Em 10 anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. No Brasil, a doença afeta 11,5 milhões de brasileiros. Ainda segundo a OMS, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos.

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“Não é necessário ser estudioso para descobrir que a nossa sociedade vive situações delicadas para o desenvolvimento pessoal. A escalada virtuosa da tecnologia, a busca por metas inatingíveis e principalmente o medo de se descobrir e aceitar como verdadeiramente é, fez o ser humano se afastar de sua essência. No entanto, muitas pessoas já entenderam que é necessário enxergar-se nas suas várias dimensões. Cuidar do corpo e da mente para ter uma vida com bem-estar, tornou-se imperioso para estas pessoas e estão buscando, cada vez mais, respostas para preencher essa lacuna”, afirma Eduarda Oliveira, fundadora e co-organizadora do International Happiness Forum.

Sobre o International Happiness Forumimages

A terceira edição do International Happiness Forum, acontecerá em São Paulo, nos dias 2 e 3 de setembro. Durante os dois dias do evento palestrantes do Brasil, Portugal, Irlanda, China, Canadá e Uruguai irão abordar temas que apontam perspectivas sobre a felicidade e o bem-estar a partir de diferentes áreas do saber como: psicologia, pedagogia, neurociências, mindfulness, medicina, economia colaborativa, turismo de desenvolvimento pessoal, empreendedorismo social, astrologia, ciências da educação, antropologia, numerologia, yoga do riso, danças circulares etc.

Criado em Portugal por Eduarda Oliveira, em 2014, com apoio institucional da Universidade de Coimbra – uma das instituições de ensino universitário mais antigas da Europa – o evento tem como missão promover o diálogo entre as diferentes áreas do saber e a divulgação de ferramentas, técnicas e conhecimentos para uma vida mais feliz.

A cada edição o International Happiness Forum seleciona uma organização que promova felicidade e bem-estar, para onde destina parte do valor arrecadado com as inscrições. No Brasil foi escolhido o projeto Velho Amigo, que tem como missão contribuir para a cultura de inclusão do idoso, assegurando seus direitos e valorizando sua participação na sociedade.

 

Programação completa: www.ihappinessforum.com

Divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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