Fórum Empreendedoras bate recorde de público.

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Na última terça-feira, no Maksoud Plaza, em São Paulo foi realizada a sexta edição do Fórum Empreendedoras. O evento organizado pela Rede Mulher Empreendedora – RME, com o principal intuito de fortalecer o empreendedorismo feminino, fomentar negócios entre mulheres e oferecer capacitação e inspiração contou com 40 horas de programação simultânea e  mais de 1600 empreendedoras .

Nesse ano os destaques foram as palestras de personalidades como Paola Carosella, cozinheira e jurada do programa Masterchef da Band, que falou sobre inspiração e como é importante maneirar na auto cobrança; Chieko Aoki, presidente da rede de hotéis Blue Tree, que destacou a relevância do bom tratamento ao cliente e como isto pode fazer com que eles sejam recorrentes; Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, que encantou e inspirou o público com sua simpatia e simplicidade ao compartilhar sua trajetória; e, por fim, o painel “Acesso à tecnologia” que reuniu mulheres referência na área, como Camila Achutti, Iana Chan, Maitê Lourenço e Carine Ross, para desmistificar a presença da mulher na área tecnológica. Também fez parte da programação o anúncio dos resultados da pesquisa “Empreendedoras e seus negócios 2017”, que buscou traçar o perfil da empreendedora brasileira para dar base para a criação de iniciativas de fomento ao empreendedorismo feminino no Brasil. Com realização da Rede Mulher Empreendedora – RME e patrocínio da Sage, Avon e Facebook, os resultados serão transformados em um e-book que será disponibilizado de forma gratuita em breve.

Foi divulgada também a criação da W55, por Ana Fontes, fundadora da RME e Fernanda de Lima, presidente da Gradual Investimentos, uma aceleradora com o objetivo de capacitar, acelerar e financiar empresas lideradas por mulheres. Além disso, ao final de sua palestra Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, revelou o desenvolvimento de um projeto em parceria com a Rede Mulher Empreendedora que contará com a premiação de um mini processo de aceleração para as empreendedoras vencedora.

Com o tema principal “Empreendedorismo e o empoderamento econômico da mulher”, o evento trouxe palestras, painéis, workshops de Facebook para negócios e salas de capacitação e mentorias, sala que atendeu mais de 120 empreendedoras buscando auxílio em seus negócios. O Fórum também trouxe a sua tradicional “Feira de Negócios”, onde reuniu 30 expositores que puderam divulgar seus empreendimentos e comercializar seus produtos e também contou 10 estandes de cunho social para fomento do empreendedorismo nesta vertente.

Fonte – Rede Mulher Empreendedora

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Fórum faz abordagem holística da felicidade

images (1)Palavras como depressão, stress, síndrome do Pânico, fobias sociais entre outras doenças se tornaram comuns em bate-papos de amigos. Cada vez mais, leigos se interessam pelo assunto, não à toa uma vez que, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante do planeta. Esse e outros temas relacionados à saúde e o bem-estar serão abordados na terceira edição do Internacional Happiness Forum que chega à terceira edição e será sediado em São Paulo, nos dias 2 e 3 de setembro, com apoio do Consulado Geral de Portugal.

Atualmente, 322 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo mundo, de acordo com dados da OMS referentes  a 2015. Em 10 anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. No Brasil, a doença afeta 11,5 milhões de brasileiros. Ainda segundo a OMS, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos.

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“Não é necessário ser estudioso para descobrir que a nossa sociedade vive situações delicadas para o desenvolvimento pessoal. A escalada virtuosa da tecnologia, a busca por metas inatingíveis e principalmente o medo de se descobrir e aceitar como verdadeiramente é, fez o ser humano se afastar de sua essência. No entanto, muitas pessoas já entenderam que é necessário enxergar-se nas suas várias dimensões. Cuidar do corpo e da mente para ter uma vida com bem-estar, tornou-se imperioso para estas pessoas e estão buscando, cada vez mais, respostas para preencher essa lacuna”, afirma Eduarda Oliveira, fundadora e co-organizadora do International Happiness Forum.

Sobre o International Happiness Forumimages

A terceira edição do International Happiness Forum, acontecerá em São Paulo, nos dias 2 e 3 de setembro. Durante os dois dias do evento palestrantes do Brasil, Portugal, Irlanda, China, Canadá e Uruguai irão abordar temas que apontam perspectivas sobre a felicidade e o bem-estar a partir de diferentes áreas do saber como: psicologia, pedagogia, neurociências, mindfulness, medicina, economia colaborativa, turismo de desenvolvimento pessoal, empreendedorismo social, astrologia, ciências da educação, antropologia, numerologia, yoga do riso, danças circulares etc.

Criado em Portugal por Eduarda Oliveira, em 2014, com apoio institucional da Universidade de Coimbra – uma das instituições de ensino universitário mais antigas da Europa – o evento tem como missão promover o diálogo entre as diferentes áreas do saber e a divulgação de ferramentas, técnicas e conhecimentos para uma vida mais feliz.

A cada edição o International Happiness Forum seleciona uma organização que promova felicidade e bem-estar, para onde destina parte do valor arrecadado com as inscrições. No Brasil foi escolhido o projeto Velho Amigo, que tem como missão contribuir para a cultura de inclusão do idoso, assegurando seus direitos e valorizando sua participação na sociedade.

 

Programação completa: www.ihappinessforum.com

Divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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3º International Happiness Forum no Brasil

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O Brasil foi escolhido para sediar a terceira edição do International Happiness Forum, marcado para acontecer em São Paulo, nos os dias 2 e 3 de setembro. Criado em Portugal por Eduarda Oliveira, a primeira edição do evento teve apoio de uma das instituições de ensino universitário mais antigas da Europa, a Universidade de Coimbra, e tem como missão promover o diálogo entre as diferentes áreas do saber e a divulgação de ferramentas, técnicas e conhecimentos para uma vida mais feliz. Entre as instituições que apoiam esta edição do International Happiness Forum no Brasil está o Consulado Geral de Portugal em São Paulo.

Durante os dois dias do evento palestrantes do Brasil, Portugal, Irlanda, China, Japão, Canadá e Uruguai irão abordar temas que apontam perspectivas sobre a felicidade e o bem-estar a partir de diferentes áreas do saber como: psicologia, pedagogia, neurociências, mindfulness, medicina, economia colaborativa, turismo de desenvolvimento pessoal, empreendedorismo social, astrologia, ciências da educação, antropologia, numerologia, yoga do riso, danças circulares etc.

Baseado em um modelo de gestão colaborativa o 3o International Happiness Forum tem como objetivo abrir-se ao maior número de pessoas, proporcionando uma experiência inspiradora e transformadora, oferecendo a elas ferramentas e meios para alcançarem mais felicidade e bem-estar. Os participantes encontrarão Palestras e Mesas de Debate, Workshops Indoor e Outdoor, Expo-Felicidade, Livraria Temática e Alimentação Saudável.

Quatro temas orientadores irão nortear o evento: Eu comigo mesmo; Eu nas relações; Eu nas Organizações e Eu no meio ambiente.

Por esta edição passarão Judy McAllister, canadense que há 30 anos vive na Comunidade de  Findhorn, ecovila sustentável na Escócia, tendo sido a primeira mulher a ocupar o cargo de Coordenação Geral da Comunidade; Stephen Little, irlandês especialista em Atenção Plena (Mindfulness) e diretor no Brasil da The School of Life; Chieko Aoki, formada em Direito pela USP com cursos de Administração em Tóquio e nos Estados Unidos, foi a responsável pela criação no Brasil da rede hoteleira Blue Tree, depois de ter trabalhado em países como Estados Unidos, Ásia e Europa; Rosário Pinheiro, doutora em Ciências da Educação e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Maria Lucia Lee, formada em Física pela Unicamp há quase 40 anos dedica-se ao estudo e ensino da Medicina Tradicional Chinesa; Zaquie Meredith, pioneira no Brasil em Constelações Familiares.

No painel de jovens transformadores teremos Bruno Capão, que após passar pela Fundação Casa e trabalhar como coletor de lixo, formou-se na USP e criou a “Sustenta CaPão” que está mudando um dos bairros mais violentos da cidade. O neurologista especialista em Medicina Antroposófica Ricardo Almeida Leme falando sobre a neuroquímica da felicidade; Patricia Gebrim, psicóloga autora de livros como “Palavra de criança” e “Gente que mora dentro da gente”; Plinio Cutait, mestre de Reiki Coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanês, entre outros nomes.

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A cada edição o International Happiness Forum seleciona uma organização que promova felicidade e bem-estar, para onde destina parte do valor arrecadado com as inscrições. No Brasil foi escolhido o projeto Velho Amigo, coordenado por Regina Moraes, que tem como missão contribuir para a cultura de inclusão do idoso, assegurando seus direitos e valorizando sua participação na sociedade.

19756560_1885370395056805_478553886325351176_nA busca pela realização do International Happiness Forum no Brasil partiu da iniciativa de três profissionais de diferentes áreas: Jamile Coelho, educadora e criadora do Perfil Cognitivo, ferramenta que explora as diferentes inteligências e formas de aprendizado; Ana Lúcia Paíga, psicóloga especialista em Análise Transacional, coach pelo Instituto EcoSocial e Nivea Ferradosa, experiente profissional da área de Marketing e Comunicação.

Fonte: Divulgação

 

 

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Empreendedorismo maduro: aposentadoria pode ser sinônimo de oportunidade

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Sair do mercado de trabalho não significa necessariamente chegar ao fim da carreira. Ao contrário: trata-se de um momento favorável para colocar os planos do negócio próprio em prática. A segurança, a experiência e o networking adquirido ao longo dos anos, na vida e no mercado, são características que beneficiam os aposentados que querem empreender. Romulo Tevah, sócio-fundador da Bonsai Consultoria, salienta que os empreendedores da terceira idade são menos impulsivos na tomada de decisões, e geralmente escolhem o segmento em que atuarão focando mais no prazer em executar aquela atividade do que no retorno financeiro, uma vez que já possuem outra fonte de renda.

Não há um nicho específico indicado para investimento apenas porque a pessoa está aposentada, uma vez que a escolha da área para apostar deve estar relacionada com o perfil do empreendedor. Porém, é importante ter conhecimento sobre o produto ou serviço que a empresa pretende oferecer, entender o ritmo de trabalho que o negócio irá demandar e estar disposto cumpri-lo, compreender os custos envolvidos e o risco do negócio. Uma dica é tentar um negócio em setores onde o empreendedor já tenha experiência, seja na vida profissional ou como um passatempo. “Se envolver em áreas desconhecidas e que não fazem parte da rotina da pessoa é mais arriscado”, alerta Tevah. Para Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae de São Paulo, a área de serviços pode ser uma boa alternativa, justamente pela quantidade de contatos adquiridos ao longo dos anos.

Tevah lembra que a terceira idade corresponde a uma fatia significativa de pessoas e de renda no país. “Quando esse grupo decide por não se manter inativo, temos um aumento importante na circulação da economia, da geração de empregos e na melhoria da qualidade de vida”, explica o consultor. “Trata-se de uma questão social de sustentabilidade”, salienta Nagamatsu.

Confira as dicas dos consultores:  images (1)

Entenda a energia, o tempo e o recurso que o novo negócio irá demandar. Lembre-se que empreender é um ato que necessita esforço e dedicação.

Analise suas competências e se é necessário se capacitar para abrir a empresa no ramo que deseja. Avalie se realmente entende do negócio em questão.

É muito importante fazer o plano de negócios, estruturar toda parte operacional, financeira e mercadológica. Estar disposto a lidar com as burocracias é necessário.

Não tenha a aposentadoria como “mantenedora” do empreendimento. Se for preciso injetar algum dinheiro na empresa, essa operação deve ser feita de forma planejada e com retorno previsto.

Verifique se o que está projetando está sendo realizado. Para isso é indicado acompanhar de perto o negócio.

Tenha cuidado para não correr riscos desnecessários ao fazer contratos informais.

Esteja sempre acompanhando o mercado, por mais experiência e network  que tenha. Fazer pesquisas e  buscar atualizações é muito importante!

 

Site MSN
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Ideias de negócios para a Terceira idade se multiplicam

 

Muitos países – como Japão e Estados Unidos – já perceberam o potencial de crescimento do mercado da terceira idade. Por lá, já existem eletrodomésticos que são produzidos especialmente para idosos, que são mais leves e fáceis de usar.

Também tem o celular com teclado maior, com letras e números bem visíveis. Além disso, a indústria também já produz alimentos em porções menores e textura mais suave. No Brasil, a população está envelhecendo. E os idosos buscam mais saúde e estão com mais poder de consumo.

Mas o empreendedor ainda investe pouco nesse público. A professora de marketing Tania Mine, não tem dúvidas: esse novo mercado, formado por consumidores mais velhos, vai forçar mudanças nas empresas.

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Alguns empresários já começaram a se mexer nessa direção. A academia montada pelo médico ortopedista Benjamim Apter, por exemplo, foi criada para atender pessoas com lesões nos músculos e articulações. Começou em 2004 com uma unidade e hoje são seis.

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Já o empresário Antonio Carlos Perpétuo também investiu no público da terceira idade e montou uma academia de ginástica para o cérebro. Os alunos praticam jogos de cartas, de encaixe e usam instrumentos de cálculos. Antonio Carlos começou a fazer esses exercícios para o filho, que tinha déficit de atenção.

Não imaginava que o negócio ia virar uma franquia de sucesso. Hoje são 200 unidades franqueadas e mais de 1/3 do público da rede são idosos, que na verdade buscam envelhecer mantendo o cérebro saudável.

Fonte – Geração Senior

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Em tempos de crise busque incrementar seus conhecimentos com experiências práticas.

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Nestes tempos de crise, observo muitas pessoas reclamando que não acham oportunidades ou que estão sem opções ou que não sabem por onde começar. Mas, não agem.

Bem, existe um fator que creio, precisa ser revisto por algumas pessoas, a humildade.

A humildade de reconhecer que mesmo saindo de um grande cargo ou profissão de destaque, há momentos em que precisamos dar um passo atrás e recomeçar. E sei que não é fácil, mas isto pode possibilitar um grande aprendizado.

Conheço colegas com mestrado, doutorado ou MBA com muitas dificuldades de se recolocar no mercado de trabalho, porque não aceitam funções que acreditam não estar à altura de seus conhecimentos e habilidades. Ou mesmo profissionais que se recusam a ganhar salários menores ou exercer atividades que pensam estar abaixo de suas possibilidades.

Por outro lado, vejo ex-colegas que se reencontraram em profissões distintas de suas formações, ou que após anos de experiência numa determinada área, constroem outra carreira com muito trabalho e sucesso, em atividades ligadas ao empreendedorismo, vendas e até artesanato.

Acreditem, estas mudanças são positivas, e agregam muito conhecimento. As experiências acumuladas podem inclusive refletir positivamente em ações futuras e promissoras.download (1)

Não pretendo ditar regras a ninguém, mas numa breve retrospectiva da minha carreira observei que em alguns momentos tive que dar um passo atrás ou exercer funções que estavam aquém de minhas competências profissionais.

Esses períodos serviram muito como reflexão e desenvolvimento de outras habilidades, e que depois possibilitaram inclusive que eu ingressasse na área de educação corporativa.

Exemplo, certa vez eu estava desempregada e precisava trabalhar, mas no prazo de seis meses só havia conseguido uma entrevista de emprego. Como sempre acreditei que experiências de crescimento podem ser adquiridas em outras áreas, fiquei atenta a algumas possibilidades.

Na época, um casal de amigos estava montando uma pequena, mas diferente confecção de calças jeans femininas. Peguei algumas peças em consignação para vender, e virei sacoleira mesmo depois de ter trabalhado numa grande multinacional.

Foi um período pequeno e, na época alguns colegas consultores me criticaram, porém neste período aperfeiçoei competências de negociação, comunicação e atendimento ao cliente.

As vendas também me possibilitaram ter renda para fazer um curso que seria útil em atividades futuras.

Depois disso surgiu uma oportunidade de trabalho numa consultoria, e depois fui lecionar em cursos livres e projetos de responsabilidade social no SENAC e no SENAI.

Aquela atividade em vendas direta ajudou-me a ter uma vivência importante para inclusive usar exemplos práticos e reais de abordagem, negociação, atendimento ao consumidor, conhecer diferentes perfis de cliente e fechamento em vendas, que pude transmitir aos meus alunos nas aulas de Recepção e Atendimento que lecionei no SENAC.

O simples fato de vendar calças às amigas e conhecidas, se revelou uma experiências engrandecedora, pois o relacionamento humano também me deu um forte aprendizado nesse sentido.

Acredito que precisamos aprender a tirar de nossas ações, experiências que sejam úteis no futuro.

 

ROSI MARTIN1 - foto para site

Tem vivência de mais de 30 anos no mundo corporativo e nos últimos 14 anos atua como Consultora e Instrutora de Treinamento. É pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho, Marketing e Graduada em Comunicação Social. Ministra cursos nas áreas de: atendimento ao cliente; melhoria da comunicação no ambiente corporativo; e inclusão social para preparar equipes para receber, atender e trabalhar com pessoas com deficiência. Lecionou em projetos de responsabilidade social no SENAC, SENAI e na Colmeia – Instituição que prepara jovens na busca pelo primeiro emprego. É coach de carreira e no momento atuo como Conteudista na produção de material para cursos EAD.

e-mail:rosimartin@uol.com.br

 

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As vantagens dos empreendedores seniores

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A americana Elizabeth Isele, 73 anos, fundadora e diretora-executiva do The Global Institute for Experienced Entrepreneurship, organização dos Estados Unidos, focada em promover o empreendedorismo para pessoas “experientes”, como ela gosta de descrever quem tem mais de 50 anos. Uma das maiores especialistas do mundo em empreendedorismo sênior, cita recomendações para você perder o medo do desconhecido e possa empreender.

Reconhecida internacionalmente – dos salões do Congresso Americano, as cúpulas de Istambul, aos pináculos de ouro da Universidade de Oxford, e a cabine de um biplano do Vintage.  Como especialista e pioneira em empreendedorismo para terceira idade, Elizabeth está liderando a transformação da cultura do envelhecimento e da aposentadoria. Sua paixão para acender uma economia experiente, desencadeando o potencial de experiências entre gerações para dirigir impacto social e económico se baseia em dados e métricas. Vocês já conseguiram medir o impacto dessa “economia experiente”?

Desde janeiro de 2012, tornou-se referência mundial para todas as coisas relativas ao empreendedorismo sénior no que diz respeito à investigação, programas, políticas e capitalização. Percebe-se que essa senhora de sorriso simpático é uma das maiores vozes incentivadoras dos seniores, dando-lhes motivos e razões para empreender após os 50, para que criem seus próprios negócios, sendo ainda requisitada para dar conselhos sobre o tema na Casa Branca, no Congresso dos Estados Unidos, na ONU e até a políticos europeus. Além disso, com frequência ela é convidada a dar entrevistas e a escrever artigos para publicações como Forbes, The New York Times, Wall Street Journal, NPR e Bloomberg Newsweek. Para acrescentar, é pesquisadora independente de inovação social na Babson College – considerada a melhor instituição de ensino de empreendedorismo do mundo.

Professora, editora e escritora por 25 anos, sua vida deu uma guinada quando fez 56 anos e estava quase aposentada. Tudo começou com a ideia de ensinar idosos a usar a internet, em 1998, em um pequeno centro comunitário na cidade de Portland – Maine.

download (1)Estímulo para cinquentões

Essa é uma história real de descoberta, de dedicação de perseverança e pro-atividade à causa do empreendedorismo para pessoas com mais de 50 anos. Com certeza absoluta poderá servir de estímulo e de modelo para muitos brasileiros, principalmente nesse momento conturbado em que vivemos e de possíveis mudanças na Previdência Social.

As vantagens dos empreendedores seniores são maiores do que os riscos, porque eles sabem o que funciona e o que não funciona, têm mais resiliência do que os jovens na hora de aceitar os riscos. São criativos por causa de suas experiências previas e têm como recurso uma rede de contatos sólida. Mediante isso, há sim razões para empreender após os 50 anos.

Sem medo de errar

Quais os maiores erros que esses empreendedores cometem quando começam um negócio?

Os 50+ devem avaliar se tem tempo, o que precisa e se têm o que é necessário para empreender. Não importa o quanto você foi bem-sucedido em sua profissão, é diferente quando começar um negócio. Por isso, precisam se perguntar se realmente desejam empregar o tempo e a energia necessários para empreender. Outro fator importante a avaliar é quanto de dinheiro você dispõem para colocar em risco sem prejudicar seu futuro financeiro.

Existe algum mercado em particular no qual pessoas acima de 50 anos preferem começar seus negócios?

Acredito que não. Elas começam todo o tipo de negócio que você possa imaginar companhias de tecnologia, decoração, reciclagem, restaurantes, empreendedorismo digital, entre outros.

3º idade não é sinônimo de aposentadoria e muito menos precisa ser o fim da sua carreira, poderá sim, ser o recomeço como empreendedor sênior e de uma nova vida como cinquentão. Infelizmente, no Brasil, dados sobre empreendedorismo de pessoas experientes, apontados pela pesquisa do GEM, mostram que o grupo com mais de 55 anos é o de menor atividade dentre todas as idades.

Mesmo com esses dados desfavoráveis apontados acima, vejo que há razões para empreender após os 50.  Acredito sim, que com seriedade, com planejamento adequado, com dedicação, com persistência e com tanta experiência de vida, que poderá sim, se dar muito bem e ser um empreendedor de sucesso.

Lembre-se: “Se você só estiver disposto a realizar o que é fácil, a vida será difícil. Mas, se concordar em fazer o que é difícil, a vida será fácil”.

Fonte- Arvore da Fortuna

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