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Líder ou chefe? Saiba as diferenças entre eles!

De acordo com o especialista em liderança e gestão, Renato Grinberg, nem todo chefe será um bom líder, mas todo líder será um bom chefe.

images (1)Ser chefe e liderar uma equipe são coisas bem distintas e que muitos gestores de empresas não conseguem perceber claramente. E isso pode trazer sérios problemas para as empresas que não souberem distinguir as funções. Mas, a verdade é que, para ter uma equipe produtiva, as duas funções precisam estar alinhadas para que os resultados de uma empresa sejam positivos.

O especialista em gestão e liderança, Renato Grinberg, analisou as duas funções e listou os cinco princípios e diferenças entre líder e chefe que todo gestor de uma empresa precisa saber para ter um bom andamento dos trabalhos da equipe. Confira:

1- O bom chefe gerencia; O bom líder motiva

Um bom líder precisa ter visão de onde quer chegar, ter habilidade de tomar decisões difíceis e capacidade de engajar e motivar sua equipe. Ele também é responsável por decidir quais atividades são as que devem ser executadas. Já um bom chefe necessita de capacidade de executar as tarefas por meio da sua equipe, passando direções precisas, e sempre gerenciando a produtividade. Além disso, ele é responsável por fazer de maneira correta as atividades da empresa.

2- Um bom chefe pode não ser um bom líder, mas um líder será um bom chefe

Uma pessoa pode ser um bom chefe, mas não ter as características necessárias de um bom líder. Isso porque ser líder é muito mais que gerenciar. É ter capacidade de relacionamento para motivar e engajar uma equipe. Uma vez que o profissional tenha capacidade para estabelecer uma boa conexão de trabalho com o seu colaborador, consequentemente ele estará desempenhando um papel de bom chefe.

3- O líder de uma empresa não necessariamente será o seu dono

Ser dono de uma empresa não significa que ele deverá ser o líder da mesma. É importante lembrar que o líder precisa ter as características necessárias para desempenhar essa função. Se o dono da empresa perceber que existe um colaborador na equipe que tenha as habilidades de liderança mais desenvolvidas, é normal que este cargo seja repassado para outro.

4- Não force ser um líder, se não tiver as habilidades requeridas

Se você é o chefe de uma empresa, faça uma autoavaliação para identificar o seu real potencial de liderança. Se existir, uma possibilidade é potencializar com um treinamento de coach para desenvolver ainda mais a habilidade. Caso não haja este potencial, não perca tempo e encontre a pessoa mais adequada para a função.

5- Liderança deve ser desenvolvida

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Um bom líder leva anos e muita preparação para se desenvolver e é uma das habilidades mais requisitadas hoje em dia no mercado de trabalho. Por esse motivo, a figura do líder é tão valorizada e tem sido instigada nas grandes empresas.

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Bazar Dia das Mães Negócios de Mulheres

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Negócios de Mulheres,  plataforma itinerante de empreendedorismo feminino maduro, organiza seu terceiro bazar com expositoras de diversas áreas e também mini workshops com rodadas de negócios para empreendedoras maduras.  Segundo Claudia Reis, jornalista e criadora da plataforma , o público sênior é o que mais cresce no Brasil e a maioria dessas pessoas não se sentem representadas pelas marcas e serviços do mercado.

O bazar acontece no próximo dias 06 de maio em Moema, e conta com a ajuda da personal stylist Valeria Stabellini que fez a curadoria das expositoras. Paralela ao bazar, acontecem as rodadas de negócios.

10h às 18 hs – Bazar com expositoras de diversos segmentos, produtos criativos e boas compras.

10hs30 ás 12hs

Mini Workshop com Rodada de Negócios ( apresentação da marca/ serviço de cada participante) .
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Tema- “Iniciando sua presença online – o que você precisa saber sobre site e redes sociais.

Estamos vivendo na era da co-criação, agora é o consumidor que diz qual é o melhor produto ou serviço, não mais o proprietário da loja ou o fabricante.  O Mini Workshop  mostrará o passo a passo necessário para se comunicar corretamente com o seu público nas redes sociais.

Facilitadora – Lia Penteado,- Designer,comunicadora,facilitadora e empreendedora.
Contribuição Consciente

14hs30 ás 16hs
Mini Workshop com Rodada de Negócios ( apresentação da marca/ serviço de cada participante) .

Tema – Comunicação para Empreendedoras Maduras!

É com a Comunicação que você irá estreitar e garantir um bom relacionamento com seus empregados, fornecedores, parceiros, consumidores e outros.,  O Mini Workshop dará dicas de como montar um plano eficaz de comunicação.

Facilitadoras – Jornalistas Claudia Reis (Plataforma Negócios de Mulheres) e Guta Campos (Um blog para Elas).

Contribuição Consciente

Local: Coworking Sabiá (Av. Sabiá, 388 – Moema)
Entrada – Grátis

Informações com Claudia Reis – 11 991725992

 

 

 

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Tech’s up! Por mais mulheres na área da tecnologia

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Há mais ou menos 2 meses estava junto com algumas amigas assistindo o filme “Estrelas Além do Tempo”. O filme, baseado em um livro de não ficção, conta a história de três mulheres que tiveram importância fundamental no programa espacial americano, em uma época em que as tensões entre os Estados Unidos e a União Soviética atingiram seu ápice.

Inevitavelmente o filme também traz uma reflexão acerca da escassez de mulheres no segmento de ciências e tecnologia. Ainda que tenhamos a oportunidade de ver mais mulheres à frente de grandes empresas e trazendo perspectivas e estilos de liderança diferentes (ainda longe do ideal), quando olhamos para o universo de tecnologia, a representatividade feminina ainda se revela bastante tímida.

Em um rápido retorno ao histórico da primeira turma de Computação do IME (Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo), me surpreende que 70% dos alunos eram mulheres. Na época, a computação era um desdobramento do curso de matemática, que tradicionalmente já era mais frequentado por mulheres. O que mudou de lá para cá?

Para responder a essa pergunta, faz bastante sentido que olhemos para a história e alguns dados para entendermos como este cenário foi sendo construído.

Em primeiro lugar, a disseminação global transformou a tecnologia em uma questão cultural que passou a ser influenciada ainda na infância, época em que as meninas começam a ser desestimuladas a seguir carreiras técnicas. Segundo o livro Unlocking the Clubhouse: Women in Computing (‘Entrando no Clubinho: Mulheres na Computação’), da pesquisadora Jane Margolis, metade das famílias americanas decide colocar o computador no quarto do filho homem, gerando uma associação precoce que acompanhará as crianças até a fase adulta. Nas próprias escolas é possível perceber essa mesma falta de estímulo à aproximação da tecnologia, bem como o próprio reconhecimento das habilidades matemáticas nas meninas, que, inevitavelmente, passam a preferir outros tipos de carreiras.

Mesmo quando as mulheres decidem ingressar na faculdade em cursos nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, apenas 26% delas seguem carreira efetivamente na área, contra 40% dos homens (STEM). Isso significa que a maioria das mulheres qualificadas desistem de trabalhar nessas áreas, mesmo após estarem formadas e com conhecimento adquirido.

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Entre as mulheres que finalmente decidem por carreiras técnicas na área de tecnologia, algumas pesquisa revelam que elas imediatamente encontram um ambiente de trabalho bastante desfavorável, com pouca diversidade e um excessivo comportamento machista e competitivo entre os colegas, o que desestimula a permanência nessas empresas.

Essa distorção marca a diferença atual entre as empresas de tecnologia e o resto do mercado de trabalho. No ranking das 100 maiores empresas do mundo, 20% têm, pelo menos, uma diretora. No Vale do Silício, esse número cai para 10% das empresas. De acordo com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, apenas 11% dos profissionais de Engenharia do país são mulheres. Segundo um estudo da Harvard Business School, apenas 10% dos aportes financeiros na forma de investimentos são feitos em startups comandadas por mulheres. Nos Estados Unidos, as programadoras de código correspondem a 26% do total. No Brasil, a situação é ainda pior: apenas 17% dos programadores brasileiros são mulheres.

imagesEssa matemática precisa mudar radicalmente. As empresas de tecnologia precisam compreender a importância de olhar a diversidade como um fator positivo. Pesquisa do Gallup aponta que corporações que apostam em perfis mais plurais – inclusive com mais mulheres – têm um turnover 22% menor e uma facilidade maior na hora de contratar; times de tecnologia com maior diversidade também tendem a ser mais eficientes e produtivos; empresas com profissionais de background diferentes representam melhor a própria sociedade, passam a compreendê-la melhor e desenvolvem a capacidade de produzir produtos e serviços mais adequados e pertinentes aos dias de hoje.

A verdade é que nós, profissionais em posições de liderança, devemos ajudar os gestores a preparar seus times para a diversidade. Isso deve ocorrer não apenas no momento da contratação, mas também de maneira constante, estimulando um ambiente de trabalho que respeite as individualidades. Mulheres têm o direito e a competência para exercer qualquer cargo em qualquer empresa, seja na área técnica, gerencial ou executiva. Precisamos de pessoas talentosas, homens e mulheres, que estejam prontas para assumir o protagonismo que seus cargos exigem, mas que também possam ajudar a construir um mundo mais aberto. Só depende de nós.

Sobre a Movile

A Movile é líder em marketplaces móveis, e tem como grande sonho tornar a vida de 1 bilhão de pessoas melhor através de seus aplicativos. A empresa, que atua no Brasil, Estados Unidos, França, México, Colômbia, Peru e Argentina, já soma mais de 150 milhões de usuários ativos mensalmente. Com 1600 funcionários apaixonados pelo mesmo sonho, empoderados a construir novos negócios com potencial global e motivados a tomarem riscos, a Movile tem como principais pilares os segmentos Food, Tickets, Education & Care e Rapiddo. Para os interessados em fazerem parte do time Movile, as oportunidades estão disponível em movile.com/jobs

 

Luciana Carvalho, Diretora de Gente da Movile

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Crise, necessidade e resiliência: entenda porque o empreendedorismo se fortalece a cada ano no Brasil

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Apesar da forte crise econômica pela qual passamos nos últimos anos, esse foi um dos períodos em que o brasileiro mais empreendeu. Dados da última pesquisa da Global  Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Brasil, mostram que a taxa de empreendedorismo no País foi de 39,3%, o maior índice dos últimos 14 anos e quase o dobro do registrado em 2002, quando a taxa era de 20,9%.

Quando comparada internacionalmente, a taxa de empreendedorismo brasileira é superior à dos Estados Unidos, México, Alemanha e dos países que compõem o Brics, por exemplo. Durante o triênio 2014/2016, a situação de crise política e econômica se instalou no Brasil e aflorou o chamado empreendedorismo por necessidade. O fato é que empreender se tornou uma alternativa do brasileiro para contornar as dificuldades que a economia vem passando.

Analisando a taxa de empreendedores iniciais (Total Entrepreneurial Activity ou TEA) por escolaridade, constata-se que o Brasil é o único país pesquisado em que as pessoas que mais empreendem tem a escolaridade entre primeiro grau completo e segundo grau incompleto. Quem mais empreendeu foram aqueles que tinham secundário completo. Ou seja, nesses anos o empreendedorismo por necessidade imperou no Brasil.

É evidente que nossa taxa de empreendedorismo está diretamente ligada à escassez de downloadoportunidades formais. Prova disso é que a maioria das novas empresas são abertas no modelo de microempreendedor individual (MEI), e a representatividade dos MEIs no mercado cresceu junto com o desemprego. Ou seja, basicamente o empresariado brasileiro, que até então não tinha tido tempo ou dinheiro para se especializar, está empreendendo e tocando seu negócio no feeling. Enquanto isso, outros países como, por exemplo, os EUA investem na formação e capacitação de empreendedores.

No entanto, a garra e a intuição nem sempre são o suficiente para a administração de uma empresa de sucesso. Há situações em que o feeling embasado em percepções pode ser importante, porém é rotineiramente exceção. Se os novos empreendedores se livraram do fantasma do desemprego, eles agora têm outro desafio: fazer seu negócio vingar. Ainda segundo o Sebrae, 23% das empresas no Brasil fecham as portas nos dois primeiros anos.

Esta discussão ganha mais relevância quando a matéria é inovação, onde os critérios download (2)para a decisão de lançamento de um produto ou serviço não têm base de comparação. Normalmente quando alguém tem uma ideia inovadora e quer vende-la, acaba focando nos pontos positivos, vivência pessoal e principalmente paixão. Vale lembrar que esses pontos não são o suficiente para atrair uma maior atenção do mercado e, consequentemente, investimentos.

Brasil X USA

Enquanto quase metade dos empreendedores brasileiros foram motivados pela necessidade e não por uma oportunidade observada no mercado, nos Estados Unidos apenas cerca de 14% tiveram essa motivação, ainda considerando dados da GEM. Além disso, os estudantes brasileiros que vivem aqui são muito pouco expostos ao conceito e alternativa de empreender. O ensino tradicional no Brasil incentiva os jovens a buscar um emprego, seja na iniciativa privada ou na pública. Na maioria das vezes, os alunos não são apresentados à possibilidade de empreender como uma alternativa à carreira em uma empresa, e se prendem ao sonho de ter uma vida estável.

O fato de a educação empreendedora brasileira também não estar alinhada ao que se pratica em outros países é um entrave à essa mentalidade. Em linhas gerais, é evidente que o brasileiro tem um potencial pouco explorado. Empreender é algo que está em nossas veias. Mas, independente do nosso talento natural, essa é uma prática que precisa ser estimulada e disseminada de forma mais técnica e abrangente e todos as camadas da sociedade. O empreendedorismo por aqui pode – e deve – crescer muito. Mas que não seja apenas por necessidade.

*Eduardo Küpper é MBA pela Wharton Business School e MA em Estudos Internacionais pelo The Lauder Institute, ambos na Universidade da Pensilvânia e Co-fundador da Wharton Alumni Angels Brasil

Sobre a Wharton Alumni Angels

A Wharton Alumni Angels é um grupo de investidores-anjo, ex-alunos da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo, a inovação e a criação de novos negócios. Idealizado por Eduardo Küpper e Guilherme Freire, ex-alunos da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, uma das mais renomadas intuições de ensino superior dos EUA, o grupo quer auxiliar startups em estágio inicial a conseguirem investimentos e colocar empreendedores brasileiros em contato com a cultura empreendedora americana.

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Primeiro Fórum de Talentos Grisalhos

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Além da pesquisa sobre a primeira geração de mulheres a envelhecer em posições de primeiro nível, o painel “Envelhecimento da Mulher Executiva”, do I Fórum de Talentos Grisalhos, que acontece  amanhã,  dia 10 de abril, trará a importante participação de Andrea Menezes, Managing Director do Standard Bank Representações do Brasil.

Em seu depoimento, a executiva falará sobre suas experiências no mercado de trabalho e quanto a diversidade de gênero e de idade foram determinantes para seu sucesso profissional.

Mais informações e inscrições acesse o site http://forumtalentosgrisalhos.com.br/

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MATURIDAY 2018 – Novas conexões, novas formas de trabalho e novas carreiras!

Ser sênior e ser mulher: como enfrentar um desafio duplo? Quais são os maiores desafios no empreendedorismo após os 50 anos? Como as redes sociais e a tecnologia pode ajudar profissionalmente os maturis?

 

Essas e outras perguntas serão debatidas no evento MaturiDay – edição 2018 que acontece no próximo dia 17,  com mais de 250 maturis que irão se reunir para trocar experiências, conhecimentos e fazer novas conexões.

O evento,  organizado pelo MaturiJobs, é um dia dividido entre palestras, workshops e debates que abordam um tema para lá de importante e atual: longevidade no mercado de trabalho. A partir deste tema central são abordados assuntos como reinvenção profissional e novas carreiras, empreendedorismo, atualização tecnológica, resiliência e networking. Alguns nomes como Wilson Trevisan, empresário e expert em consultoria, Rebeca Toyama, coach e mentora , Ana Fontes, especialista em empreendedorismo feminino e o professor Marcelo Nakagawa estão entre os dez palestrantes que tornarão a experiência didática, leve e objetiva.

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Cresce o número de mulheres nos pequenos negócios

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Em cinco anos, mais que dobrou o número de mulheres Microempreendedoras Individuais (MEI) no Brasil. O número de formalizadas que trabalhavam por conta própria saltou de 1,3 milhão, em 2013, para 3 milhões, em 2018, um aumento de 124%. É o que mostra um levantamento do Sebrae Minas, com base em dados do Portal do Empreendedor.

 De acordo com os dados da Receita Federal, até fevereiro deste ano, dos 6.389.621 MEI no país, 48% eram mulheres. O Rio de Janeiro é o estado em que elas são a maioria (51%). Já em Alagoas e Ceará, as empreendedoras representam a metade dos formalizados. Em Minas Gerais, dos mais de 736 mil formalizados, 47% eram mulheres, cerca de 347 mil empreendedoras em todo o estado.

 Já em relação ao mercado de trabalho das Micro e Pequenas Empresas (MPE), segundo levantamento do Sebrae Minas com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), dos mais de 8 milhões de demitidos pelas MPE em 2017, 39,8% eram mulheres. Os setores de serviços e comércio foram responsáveis por mais da metade dos desligamentos das trabalhadoras (2,9 milhões).

 Já em relação às contratações, em 2017 as MPE admitiram 4,3 milhões de mulheres, cerca de 39,3% dos contratados no período. Dessas, aproximadamente 47% tinham o ensino médio completo.

 Em Minas Gerais, as MPE também contrataram mais mulheres do que demitiram. Foram 411.626 admissões contra 403.089 desligamentos, o que resultou em um saldo de 8.537 empregos no ano passado.

 O outro lado da moeda

 Apesar do aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho das MPE, elas ainda saem em desvantagem na questão salarial. De acordo com dados do Caged, as mulheres contratadas em 2017 ganhavam, em média, R$ 1.281,87, R$ 150,03 a menos que os homens. Já entre as demitidas, que tinham um salário médio de R$ 1.380,73, a diferença salarial chegava a R$ 179,13. O maior contraste foi entre as mulheres demitidas que tinham o ensino superior completo. Elas chegavam a ganhar R$ 1.161,39 a menos que os homens na mesma situação.

 Em Minas Gerais, a diferença salarial é ainda maior. As mulheres admitidas ganhavam R$ 163,75 a menos que os homens. Já entre as demitidas, o salário era R$ 180,95 menor que dos homens.

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