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Mais da metade dos aposentados brasileiros usam crédito online para pagar dívidas e empreender

download (4)Mais da metade dos aposentados do país pediu empréstimos online para pagar dívidas e manter as contas em dia. Esta é a conclusão doMapeamento Simplic do Crédito Online, que levou em conta a análise de mais de 28 mil empréstimos online concedidos no Brasil a essa parcela da população no primeiro semestre de 2017.

De acordo com o levantamento, mais de 53% dos aposentados que recorreram ao empréstimo na plataforma Simplic o fizeram para não ficar com o nome sujo. Quando somado a outras motivações, como pagamento de custos médicos, parcelas de carro ou casa e compras em geral, o percentual chega a mais de 78%.

“A realidade de muitos brasileiros não permite que o dinheiro ganho durante a vida seja poupado para uma aposentadoria tranquila. O que nosso levantamento mostra é que o crédito online tem se tornado cada vez mais uma alternativa relevante para os aposentados, que representam uma das parcelas da população mais atingidas pela difícil situação financeira do país. Esse cenário faz com que eles precisem recorrer a empréstimos, mesmo que de baixo valor, apenas para manter as contas em dia e não ficar com o nome sujo”, explica Bruno Borges, gerente de Marketing da Simplic.download (3)

Sul e sudeste apresentaram os índices mais altos de direcionamento dos empréstimos para pagamento de contas e outras dívidas, representando, respectivamente, 57,8% e 58,85% dos pedidos. Na divisão por estados, destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Crescimento dos aposentados empreendedores

Em um cenário recente marcado pelo aumento dos níveis de desemprego, também foi identificada uma crescente necessidade do aposentado de retornar à ativa para complementar ou gerar renda para sua família. De acordo com o Mapeamento Simplic do Crédito Online, o número de pedidos de empréstimo com a finalidade de empreender aumentou 16,7% nos seis primeiros meses do ano, se comparado com o mesmo período do ano passado. No total, foram feitas 2.168 solicitações de crédito em 2017 ante 1.857 no primeiro semestre do ano passado.

download (2)O estado de São Paulo é o líder do ranking de “aposentadosempreendedores”, representando dois de cada 10 pedidos feitos. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (15%), Bahia (7,2%), Minas Gerais (6,5%), e Pernambuco (6,4%).

O levantamento revelou ainda que as mulheres aposentadas são maioria entre os pedidos de empréstimos destinados ao desenvolvimento de novos negócios. Elas representam 61,20% de tais pedidos, sendo que 44,39% delas possuem ensino médio completo e 15,45% ensino superior.

Sobre o Simplic

Lançado em julho de 2014 no Brasil, o Simplic é a primeira plataforma de crédito pessoal 100% online do País. Inovadora, a ferramenta analisa dados do usuário advindos de mais de 200 fontes e é capaz de gerar uma resposta em menos de 3 segundos. Oferece empréstimos entre R$500 e R$3.500, que podem ser pagos em 3, 6, 9 ou 12 vezes, tudo de forma segura, prática e móvel. A plataforma analisa, hoje, mais de 6 mil solicitações de empréstimos por dia, somando mais de 1.5 milhão de clientes no Brasil.

Sobre a Enova

Fundada em 2003, a Enova evoluiu de uma startup de Chicago, nos Estados Unidos, para uma empresa global de soluções financeiras que atua em seis países: Austrália, Brasil, China, Canadá, Estados Unidos e Inglaterra. Em 2014, lançou IPO na bolsa de valores de Nova Iorque (NYSE:ENVA). Foi uma das primeiras fintechs criadas no mundo e pioneira também no Brasil com a plataforma Simplic. Com um portfólio focado em diferentes soluções de crédito online, soma mais de 4 milhões de clientes ao redor do mundo.

Fonte : Divulgação

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Fórum Empreendedoras bate recorde de público.

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Na última terça-feira, no Maksoud Plaza, em São Paulo foi realizada a sexta edição do Fórum Empreendedoras. O evento organizado pela Rede Mulher Empreendedora – RME, com o principal intuito de fortalecer o empreendedorismo feminino, fomentar negócios entre mulheres e oferecer capacitação e inspiração contou com 40 horas de programação simultânea e  mais de 1600 empreendedoras .

Nesse ano os destaques foram as palestras de personalidades como Paola Carosella, cozinheira e jurada do programa Masterchef da Band, que falou sobre inspiração e como é importante maneirar na auto cobrança; Chieko Aoki, presidente da rede de hotéis Blue Tree, que destacou a relevância do bom tratamento ao cliente e como isto pode fazer com que eles sejam recorrentes; Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, que encantou e inspirou o público com sua simpatia e simplicidade ao compartilhar sua trajetória; e, por fim, o painel “Acesso à tecnologia” que reuniu mulheres referência na área, como Camila Achutti, Iana Chan, Maitê Lourenço e Carine Ross, para desmistificar a presença da mulher na área tecnológica. Também fez parte da programação o anúncio dos resultados da pesquisa “Empreendedoras e seus negócios 2017”, que buscou traçar o perfil da empreendedora brasileira para dar base para a criação de iniciativas de fomento ao empreendedorismo feminino no Brasil. Com realização da Rede Mulher Empreendedora – RME e patrocínio da Sage, Avon e Facebook, os resultados serão transformados em um e-book que será disponibilizado de forma gratuita em breve.

Foi divulgada também a criação da W55, por Ana Fontes, fundadora da RME e Fernanda de Lima, presidente da Gradual Investimentos, uma aceleradora com o objetivo de capacitar, acelerar e financiar empresas lideradas por mulheres. Além disso, ao final de sua palestra Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, revelou o desenvolvimento de um projeto em parceria com a Rede Mulher Empreendedora que contará com a premiação de um mini processo de aceleração para as empreendedoras vencedora.

Com o tema principal “Empreendedorismo e o empoderamento econômico da mulher”, o evento trouxe palestras, painéis, workshops de Facebook para negócios e salas de capacitação e mentorias, sala que atendeu mais de 120 empreendedoras buscando auxílio em seus negócios. O Fórum também trouxe a sua tradicional “Feira de Negócios”, onde reuniu 30 expositores que puderam divulgar seus empreendimentos e comercializar seus produtos e também contou 10 estandes de cunho social para fomento do empreendedorismo nesta vertente.

Fonte – Rede Mulher Empreendedora

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3º International Happiness Forum no Brasil

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O Brasil foi escolhido para sediar a terceira edição do International Happiness Forum, marcado para acontecer em São Paulo, nos os dias 2 e 3 de setembro. Criado em Portugal por Eduarda Oliveira, a primeira edição do evento teve apoio de uma das instituições de ensino universitário mais antigas da Europa, a Universidade de Coimbra, e tem como missão promover o diálogo entre as diferentes áreas do saber e a divulgação de ferramentas, técnicas e conhecimentos para uma vida mais feliz. Entre as instituições que apoiam esta edição do International Happiness Forum no Brasil está o Consulado Geral de Portugal em São Paulo.

Durante os dois dias do evento palestrantes do Brasil, Portugal, Irlanda, China, Japão, Canadá e Uruguai irão abordar temas que apontam perspectivas sobre a felicidade e o bem-estar a partir de diferentes áreas do saber como: psicologia, pedagogia, neurociências, mindfulness, medicina, economia colaborativa, turismo de desenvolvimento pessoal, empreendedorismo social, astrologia, ciências da educação, antropologia, numerologia, yoga do riso, danças circulares etc.

Baseado em um modelo de gestão colaborativa o 3o International Happiness Forum tem como objetivo abrir-se ao maior número de pessoas, proporcionando uma experiência inspiradora e transformadora, oferecendo a elas ferramentas e meios para alcançarem mais felicidade e bem-estar. Os participantes encontrarão Palestras e Mesas de Debate, Workshops Indoor e Outdoor, Expo-Felicidade, Livraria Temática e Alimentação Saudável.

Quatro temas orientadores irão nortear o evento: Eu comigo mesmo; Eu nas relações; Eu nas Organizações e Eu no meio ambiente.

Por esta edição passarão Judy McAllister, canadense que há 30 anos vive na Comunidade de  Findhorn, ecovila sustentável na Escócia, tendo sido a primeira mulher a ocupar o cargo de Coordenação Geral da Comunidade; Stephen Little, irlandês especialista em Atenção Plena (Mindfulness) e diretor no Brasil da The School of Life; Chieko Aoki, formada em Direito pela USP com cursos de Administração em Tóquio e nos Estados Unidos, foi a responsável pela criação no Brasil da rede hoteleira Blue Tree, depois de ter trabalhado em países como Estados Unidos, Ásia e Europa; Rosário Pinheiro, doutora em Ciências da Educação e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Maria Lucia Lee, formada em Física pela Unicamp há quase 40 anos dedica-se ao estudo e ensino da Medicina Tradicional Chinesa; Zaquie Meredith, pioneira no Brasil em Constelações Familiares.

No painel de jovens transformadores teremos Bruno Capão, que após passar pela Fundação Casa e trabalhar como coletor de lixo, formou-se na USP e criou a “Sustenta CaPão” que está mudando um dos bairros mais violentos da cidade. O neurologista especialista em Medicina Antroposófica Ricardo Almeida Leme falando sobre a neuroquímica da felicidade; Patricia Gebrim, psicóloga autora de livros como “Palavra de criança” e “Gente que mora dentro da gente”; Plinio Cutait, mestre de Reiki Coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanês, entre outros nomes.

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A cada edição o International Happiness Forum seleciona uma organização que promova felicidade e bem-estar, para onde destina parte do valor arrecadado com as inscrições. No Brasil foi escolhido o projeto Velho Amigo, coordenado por Regina Moraes, que tem como missão contribuir para a cultura de inclusão do idoso, assegurando seus direitos e valorizando sua participação na sociedade.

19756560_1885370395056805_478553886325351176_nA busca pela realização do International Happiness Forum no Brasil partiu da iniciativa de três profissionais de diferentes áreas: Jamile Coelho, educadora e criadora do Perfil Cognitivo, ferramenta que explora as diferentes inteligências e formas de aprendizado; Ana Lúcia Paíga, psicóloga especialista em Análise Transacional, coach pelo Instituto EcoSocial e Nivea Ferradosa, experiente profissional da área de Marketing e Comunicação.

Fonte: Divulgação

 

 

Discussões, Entrevistas

Relacionamentos Virtuais – entrevista com o psicanalista Guilherme Facci

11329842_10206188676977261_7015629402625309099_nNdeM – As mídias sociais estão cada vez mais sofisticadas e práticas. Os perfis permitem cada vez mais dados. Como você  enxerga essas novas formas de relações afetivas? Como as pessoas estão lidando com essas novas “ formas de relacionamentos”?

Guilherme – Acho que as mídias sociais são apenas mais uma ferramenta. A questão está na outra ponta: no sujeito que está sentado na frente do computador. Esse sujeito não muda em função da ferramenta, vai continuar fantasiando, imaginando, desejando e eventualmente sofrendo em suas relações. O acento continua sendo do lado humano. Nesse sentido as mídias sociais podem ser uma ferramenta incrível para aproximar as pessoas ou para se manter absolutamente isolado. As pessoas que se utilizam das redes sociais para ” não se relacionar”, estariam fazendo exatamente a mesma coisa, se por acaso as redes sociais não existissem. O desejo de se relacionar ou de se isolar é anterior a isso.

NdeM – Muitos começam um relacionamento e no primeiro conflito terminam. Quais as consequências desse modo de agir que parece tratar o outro como descartável?

Guilherme – O que escuto no divã, é que esse imediatismo varia muito com a idade. Depois de uma certa idade, e uma certa experiência, as pessoas vão se tornando bastante medrosas. O que talvez seja ainda pior do que o imediatismo. Vejo uma certa covardia. Um medo petrificante de se haver com os próprios desejos. Recebo muitos pacientes que sofrem por não conseguir se separar. Que sofrem muito para dar esse passo em direção ao que desejam. “O que os outros vão pensar?”, ” Mas e meus filhos?”, ” Como vou deixar esse emprego, que me paga uma fortuna”, “mas meu marido é tão bonzinho”, ” não tenho mais idade para isso”…A lista de desculpas é longa. E vão perdendo consistência conforme a experiência no divã avança.

1524761_607533305966438_345207055_nConsidero a grande traição, quando se trai os próprios desejos. E nesse sentido o modelo de casamento atual ( sim eu estou generalizando, nem todos são assim) tem funcionado muito bem: um alibi perfeito para colocar a culpa dos próprios fracassos e desejos não realizados, por covardia, no cônjuge. Um grande passo numa experiência de análise é se implicar na própria queixa. A famosa pergunta: ” Quem sou eu que faz aquilo que me prejudica?” Essa é a entrada em análise, e depois de algum tempo é também a saída. Rsrsrsrs

Ao final de uma análise o sujeito ganha uma “certa liberdade” quando aprende a fazer alguma coisa interessante, respondendo de uma outra posição, exatamente daquele ponto que até então só lhe causava sofrimento. Ter o próprio sintoma jogando a favor e não mais contra.

NdeM –  Atualmente surge com muita força uma nova compulsão: sexo virtual. Fale um pouco desse quadro clínico.

Guilherme – Esse é um sintoma bastante atual, e tem afetado principalmente os homens. Difícil elaborar qualquer teoria por enquanto. A compulsão por sexo em alguns homens e mulheres não tem nada a ver com a invenção da internet, isso já existia antes. Sempre existiu, de maneiras diferentes ao longo da história. Mas a minha hipótese é que algo acontece de mais grave agora. Principalmente entre os homens mais jovens, adolescentes. O acesso ao cardápio de fantasias sexuais e perversões nunca esteve tão fácil. O que antes só era conseguido implorando para o jornaleiro vender uma revista que mal mostrava os pelos pubianos de uma mulher, hoje se consegue ligando o celular. Para o homem, ( não apenas, mas principalmente) ficou muito mais fácil se masturbar olhando para o seu Iphone, do que materializar em ato a própria perversão. ( sim a fantasia neurótica é perversa ), com uma parceira ou parceiro de verdade. O homem sempre morreu de medo de brochar, agora tem a ferramenta perfeita para não ter mais que sair de casa. A capacidade de fantasiar está empobrecida, não apenas por isso, mas o fato é que esse empobrecimento da fantasia é um grande caminho para a depressão. Como disse não é porque existe sexo virtual, que exista a compulsão sexual. Mas nesse caso, a internet como ferramenta está fazendo um grande estrago. Já tive pacientes que não conseguiam mais ter uma relação sexual dita “normal”. Não conseguiam ereção com uma mulher de verdade, mas na frente de um computador eram grandes “comedores”. Ferramentas como o Tinder, tem se tornando cada vez mais um pequeno exercício diário de auto afirmação do que qualquer outra coisa.7964_540431506012873_724650853_n

NdeM – Na sua opinião,  as curtidas, os compartilhamentos, o que querem dizer?

Guilherme – As pessoas estão carentes e ao mesmo tempo não querem conviver com a alteridade. Grande paradoxo contemporâneo: querem conhecer um outro desde que esse outro seja idêntico a elas mesmas. O problema é que as curtidas não vão resolver o problema. Curtir e compartilhar viraram moeda de troca, já ví amizades que terminaram por ausência de “likes”. Se medir por essa métrica, (aliás o uso de qualquer tipo de métrica), causa grande sofrimento. Me parece mais fácil lidar com os “likes” e “unlikes” da vida quando se está “mais ou menos feliz” com a própria vida. Quando digo mais ou menos, quero dizer que não existe a felicidade absoluta que todos publicam no instagram e no Facebook, e correr atrás desse equívoco da existência plena de “Felicidade”, pode levar as pessoas a se deprimirem. Ter uma vida intensa, com momentos de tristeza e felicidade, sabendo que a completude não existe, pode ser uma saída interessante. Você não precisa ser um bobo alegre. Os bobos alegres existem aos montes no Instagram (no Instagram alheio, é claro! rsrsrs)

NdeM – Fale  um pouco  sobre seus projetos .

Guilherme –  Atendo um meu consultório e além disso coordeno grupos formativos em psicanálise dentro de um grupo de pesquisa que se chama ” Estilo & Formalização” (psicanálise e lógica), voltado para psicanalistas. Faço também uma vez por mês seminários em meu consultório para o publico “não psi”, onde falo sobre temas variados da clínica e da vida.  Divulgo o seminários em minha página no Facebook e também no site: www.pingpongcultural.com.br

Guilherme Facci é formado em Comunicação Social pela FAAP, é psicanalista, coordenador de leitura em grupos de estudos formativos em Psicanálise e membro fundador do Grupo de pesquisa Estilo e Formalização – Psicanálise e Lógica.

email: facci.psi@gmail.com

 

 

 

 

Discussões

CROWDSOURCING CONSOLIDA-SE COMO PRINCIPAL FERRAMENTA PARA INOVAÇÃO EMPRESARIAL

Captura de Tela 2015-08-31 às 13.38.18A partir da crise econômica de 2008, as empresas  descobriram no crowdsourcing* uma ferramenta para manter a competitividade e os investimentos em inovação a um custo acessível.

O maior exemplo de que o crowdsourcing consolida-se como principal ferramenta da inovação é o fato da NASA ter investido US$ 20.000.000,00 (vinte milhões de dólares) em contratos de crowdsourcing para os próximos cinco anos.

As maiores empresas do mundo estão adotando crowdsourcing quando o foco é inovação, entre as quais Apple, Google, Amazon, Zimbra ,Meebo , Skype , Salesforce.com, Eli illy , P&G (Procter & Gamble), BASF, DuPont, Dow Chemical, General Mills, Kimberly-Clark, GSK (Glaxo Smith Kline)

Captura de Tela 2015-08-31 às 13.37.10Nos últimos dois anos, a Inocrowd, www.inocrowd.com fechou contratos de crowdsourcing com diversas empresas relacionadas na Fortune 500, entre outras: Embraer; Volkswagen Auto Europa; Bosch; BBVA; Câmara Municipal de Lisboa; Câmara Municipal Cascais; Camargo Correa; EDP; Unicer; Caritas; Sonae Indústria; Sonae Corporate; Volkswagen; Amorim Cork; Uma das maiores distribuidoras de gás; Altri; Celtejo; Optimus; ANA; SPWS; Procter & Gamble; Siemens; Exxon Valdez; BP; Pfizer; Coca-Cola; Basf e outras.

Captura de Tela 2015-08-31 às 13.37.48Segundo Soraya Gadit, CEO & Founder da Inocrowd: “A oportunidade de usar a inovação aberta já está disponível no Brasil para pequenas, médias e grandes empresas aprenderem que muitas de suas boas ideias, abordagens e soluções podem vir do ambiente externo à sua organização aproveitando o que existe de melhor em termos de investigação científica produzida pelas mais bem conceituadas universidade do mundo.”

Captura de Tela 2015-08-31 às 13.38.43Arnaldo Feitosa, Business Manager da Inocrowd: Salienta que a plataforma InoCrowd: “Possui mais de 10.000 pesquisados registrados oriundos das melhores universidades do mundo sendo: As 5 melhores dos Estados Unidos, as 5 melhores Universidades Europeias, uma Universidade Chinesa, duas Indianas, duas Russas e duas Israelitas e todas Portuguesas e que é a única plataforma que tem o potencial de atingir mais de 450 milhões de potenciais solvers através de parceria com o LinkedIN.”.

A Inocrowd opera com um taxa de sucesso para encontrar soluções inovadoras de 95% (Noventa e cinco por cento) e tempo de resposta entre 3-4 semanas a encontrar uma solução inovadora.

Captura de Tela 2015-08-31 às 13.40.25Principais vantagens da inovação aberta:

  • Incrementar a velocidade de acesso a mercados
  • Redução do risco da inovação
  • Menor risco para estimar o que o mercado deseja
  • Inovação comunitária integrada: deixar o mercado/comunidade dizerem o que querem e que a inovação pode vir de qualquer lugar e de qualquer pessoa
  • Algumas das melhores ideias e soluções podem vir de fora de sua organização
  • Redução dos custos operacionais com sua P&D Pesquisa e desenvolvimento
  • Complementar a sua P&D – Pesquisa e desenvolvimento
  • Acessar a comunidade de P&D virtual
  • Criar defensores da sua marca fora de sua comunidade
  • Compartilhar sua PI – Propriedade Intelectual pode criar uma formidável barreira à entrada.

Conforme Kameran Ahari (2007) em Advantages of Open Innovation Technology: “75% a Captura de Tela 2015-08-31 às 13.39.2595% de tecnologias patenteadas ficam na prateleira ou vão para na lata do lixo. Sem mencionar o fato de que 90% dos produtos falham.” Além disso, se a política de gestão de Propriedade Intelectual proíbe transferência de tecnologia, então, patentes da empresa não podem ser consideradas ativos.

Com o incremento dos custos para o desenvolvimento de tecnologia e ciclos de vida dos produtos cada vez mais curtos, o risco do fator inovação é quase certo. Em uma década, o Ciclo de Vida da tecnologia passou de 4 a 5 anos para não mais que 6 a 9 meses. Em outras palavras, a janela de oportunidade para recuperar o investimento ficou ainda mais apertada. Desta forma, ter a sua inovação, seu modelo de negócio e comunidade alinhados é o mais importante.

Além disso, ao adotar o modelo de inovação aberta, as empresas podem reduzir dramaticamente as armadilhas, os custos e riscos associados com a inovação fechada.

Fonte: INOCROWD – O Portal da Inovação

*Crowdsourcing é o processo de obtenção de serviços, idéias ou conteúdo necessários solicitando contribuições de um grupo variado de pessoas e, especialmente, a partir de uma comunidade on-line, ao invés de usar fornecedores tradicionais como uma equipe de funcionários contratados. (Wikipedia)

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7 dicas para vender mais em tempos de crise

Captura de Tela 2015-05-19 às 15.29.41O Brasil passa atualmente por um momento de muita insegurança em sua economia e cada vez mais as empresas precisam criar estratégias para se manter ativas diante das dificuldades que o mercado vem apresentando. Para a Palestrante e Master Coach Danieli Guimarães, especialista na área comercial, a crise pode ser facilmente encarada e vencida, quando se tem a atitude correta diante de qualquer situação de conflito. Em tempos de crise mais do que nunca, segundo ela “A qualidade dos seus pensamentos, determinam a qualidade das suas vendas”. Não há crise, fracasso, insucessos que resistam a um trabalho de vendas bem feito.

Ela separou para nós algumas dicas fundamentais para se obter sucesso em vendas.

Captura de Tela 2015-05-19 às 15.30.011. Seja um Orientador do Seu Cliente. Acabou aquela fase de “empurrar produtos”, o vendedor precisa aprender a ser um orientador, ninguém quer fazer negócios com pessoas que não saibam o que falam e muito menos, ofereçam o produto que está “parado no estoque”.  O cliente que ser orientado de forma assertiva, ele quer vc o oriente para a decisão correta. Certifique que você faz isso.

2. Descubra qual o problema que seu produto ou serviço resolve. As pessoas não querem comprar nada! Elas querem resolver seu problema. Que problema o seu produto resolve? “Ninguém compra sapatos, as pessoas compram conforto, design, status, marca, beleza” diz Danieli Guimarães. Todos os produtos resolvem algum problema do cliente, e você precisa saber exatamente qual o seu resolve para você oferecê-lo de maneira correta e vender mais.

Captura de Tela 2015-05-19 às 15.36.093. Descubra de qual concorrente seu cliente está comprando. Para fechar negócios com novos clientes, é importante identificar não apenas a concorrência no geral, mas também identificar em qual concorrente o meu cliente está comprando, pois assim saberei qual o perfil de comprador ele tem, se compra por preço, qualidade ou prazo e assim facilmente conseguirá conduzir a negociação na linguagem de compra dele.

4. Não perca o time da venda. 70% dos vendedores não conseguem identificar o momento de parar de falar dos benefícios e fechar logo o negócio. Frases como: Você tem esse produto em estoque? Qual o prazo de entrega? ou até: Você garante que esse produto é confiável? São sinais de que o cliente já se viu consumindo o produto. Ou seja, é hora de parar de falar de benefícios e partir para o fechamento, simples e direto, pois o cliente já decidiu pela compra, você só precisa criar as condições certas para isso.Captura de Tela 2015-03-25 às 16.22.20

5. Acredite em você. Não existe técnica de vendas no mundo, que fará um vendedor vender mais, se ele não acreditar nele. Receber motivação de palestras, lideres, gestores, é fundamental, mas o vendedor precisa acreditar que ele é capaz de chegar lá, de alcançar qualquer coisa que deseja ou sonha. Danieli ainda afirma “Acredite em você acima de qualquer coisa, isso te fará chegar em lugares nunca antes imaginados por você”.

Captura de Tela 2015-05-19 às 15.30.546. Diga Obrigado. Quando foi a última vez que você ligou para um cliente apenas para dizer “Obrigado”? Ser grato é um dom. Os vendedores geralmente vendem e nunca mais entram em contato com o cliente, não se relacionam com ele. Se ligam novamente é para vender mais, oferecer mais produtos ou serviços. Danieli defende o fato de que é necessário sempre se relacionar com o cliente, independentemente se ele gerará um negócio imediato ou um negócio a longo prazo. Vendedores que se relacionam com o cliente mensalmente têm um alto índice de fidelização. Aquele que só se aproxima para vender, uma hora ou outra perderá o cliente para a concorrência que estará disposta a se relacionar efetivamente com o cliente.

Captura de Tela 2015-05-19 às 15.31.187. Treine, estude e pratique. Acostumada a treinar equipes comerciais pelo pais todo, Danieli diz que: “Em tempos de crise, quem não estiver preparado estará fora do mercado de trabalho! Não dá mais para ser amador em um mercado tão competitivo”. Ler livros de vendas, participar de palestras, treinamentos, conversar com mentores, acompanhar vendedores mais experientes e aplicar tudo o que se aprende será um grande diferencial do vendedor que ganhará muito mais dinheiro mesmo nesse momento do que aquele que ficará por aí reclamando que não vende pois a “crise está grande”. Ficar atento ao mercado e às pessoas é fundamental para vender mais, perceber a direção correta que cada negócio deve tomar é fundamental e fará toda a diferença no final do mês, no momento da entrega das metas. “Melhorar a qualidade dos seus pensamentos, ter a atitude certa e estar aberto para aprender te fará passar por esses momentos desafiadores da nação sorrindo”.

Fonte: Assessoria DG de-crise-dino89065459131#sthash.8BiNt38k.dpuf

Discussões

O desafio da ética

Ser ético é obrigatório em qualquer ambiente e, quanto mais descobrimos os escândalos envolvendo autoridades e políticos, mais devemos nos preocupar em ser éticos, íntegros.

Captura de Tela 2014-09-03 às 11.17.09Ética vem do grego, ethikos, e significa aquilo que diz respeito ao ethos, ou seja ao “bom costume”, ao “costume superior” ou ao “portador de caráter”. É a área da filosofia que se ocupa das coisas morais na sociedade, da conduta humana. E é o termo usado para definir comportamentos socialmente corretos, que respeitam outros seres humanos, o planeta e os seres que o compartilham.

A ética não pode ser confundida com a lei, mesmo que lei se baseie em princípios éticos. A ética vai além da lei pois ninguém pode ser legalmente obrigado a cumprir todos os princípios éticos, mas cumpri-los faz com a sociedade seja melhor para todos.

Captura de Tela 2014-09-03 às 11.20.27Ações antiéticas que são consideradas crimes são muito fáceis de perceber. Obviamente é claro para qualquer pessoa que matar é crime e uma ação frontalmente contra a ética. Roubar, apontar uma arma para alguém para tirar-lhe algum bem também é claramente percebido como uma ação contra a ética.

Parece ser muito simples, se você se considera uma pessoa de caráter, mas não é bem assim. O mais difícil é lidar com as pequenas atitudes antiéticas, as que não são claras, estão numa zona cinzenta.

Existem muitos pequenos deslizes que cometemos sem nos dar conta de estarmos agindo sem ética. E é nesses pequenos atos que damos início a uma tolerância com atitudes socialmente condenáveis que nos leva, sem perceber a não reagir diante de desmandos, falcatruas, corrupção.

Captura de Tela 2014-09-03 às 11.21.09Posso citar dezenas de pequenos exemplos e verificar que pessoas normalmente íntegras um dia ou outro cometeram algum deslize. Tem aquela sua vizinha que vive discursando contra a corrupção, mas deixa o cocô do cachorro na calçada. Tem o sujeito no carro da sua frente que joga lixo pela janela e você deixa pra lá. Você vê sua amiga receber o troco errado, perceber o que aconteceu e não se manifestar e ainda achar engraçado. E você ainda ri com ela.

Você testemunha – e até usufrui – a riqueza de um amigo que é incompatível com sua fonte de renda oficial sem se sentir constrangido. Você estaciona num lugar reservado para idosos porque está com pressa. Você dá uma gorjeta ao maitre do restaurante para “furar” a fila de espera e ainda se acha no direito porque é um freguês assíduo.

Enfim, se pararmos para pensar, todos nós temos algum deslize ético, que procuramos justificar quando percebemos: – Ah, eu estava com pressa. Ou, – não vou brigar com uma amiga porque ela cometeu um ato desonesto, o problema é dela. –  Não vou deixar de passar as férias na casa de campo do meu amigo rico porque não fui eu que roubei, não sou responsável. – Não vou chamar à atenção um cara que não conheço, ele pode ser agressivo.Captura de Tela 2014-09-03 às 11.43.23

Desculpas, sempre temos. Afinal, quem vai querer reconhecer que pode estar sendo menos íntegro? E depois não entendemos porque, mesmo com escândalos diários, não vemos reações suficientemente indignadas. A impressão que se tem é que o país está entorpecido, ninguém mais se importa.

Essa é a hora, infelizmente aquela que não pode ser adiada, em que temos que iniciar um movimento para resgatar a ética do brasileiro. Começando com pequenas atitudes corretivas de nosso próprio comportamento e de intolerância para com o comportamento de quem não observa os princípios éticos fundamentais. Esse será o alicerce de um país melhor para nossos filhos e netos.Captura de Tela 2014-09-03 às 11.31.54

É por essa razão que, em vez de desafiar você a posar sem maquiagem, ou tomar banho gelado ou outro desafio qualquer, resolvi desafiá-lo a descobrir todas as pequenas coisas nas quais você age anti eticamente e começar a corrigi-las. Está aí um desafio que vale a pena ser enfrentado e compartilhado. Convoque seus amigos, vamos iniciar uma mudança real no País, a partir de cada cidadão. Não precisamos de governo ou qualquer outra autoridade para isso. O poder está nas nossas mãos!