Empreendedorismo femininno

VALE A PENA TER UM SÓCIO? O QUE AVALIAR ANTES DE SE DECIDIR POR UMA SOCIEDADE, por Comunicação Conectada

Captura de Tela 2015-07-21 às 14.37.05Empreender tem sido cada vez mais a opção dos brasileiros como alternativa de plano de carreira e de vida. Mas transformar uma idéia em negócio traz consigo inúmeros desafios que envolvem planejamento e muita dedicação. Por isso, muitos empreendedores optam por seguir este caminho com um ou mais sócios com quem possam dividir investimentos, responsabilidades e, assim, dar mais oportunidades para que a nova empresa seja bem-sucedida.

Captura de Tela 2015-07-21 às 14.37.20Para André Galassi, especialista em gestão da plataforma de negócios Contaty, uma sociedade bem feita pode ser o caminho para um empreendimento de sucesso. Por outro lado, quando os sócios não se entendem no dia a dia, mesmo uma excelente ideia pode estar fadada ao fracasso.

O empresário Dominic MacDermot já teve experiências positivas e negativas com sociedades. “Participei de uma joint venture onde o objetivo era interessante para os três parceiros. Cada um investiu em sua área de atuação, mas quando os resultados não obtiveram o êxito previsto, a sociedade entrou em colapso. Ficou evidente que o problema tinha sido a falta de entendimento entre as partes no momento de se estabelecer a parceria. Nós esperávamos o sucesso, mas nunca determinamos um prazo para que o investimento desse certo, nem o valor que cada um estaria disposto a investir no projeto. Falhamos no planejamento e no alinhamento de expectativas. Hoje sou sócio de uma empresa de soluções tecnológicas, a Dax Tecnologia. A sociedade tem funcionado porque caminhamos juntos e alimentamos os sonhos com muito bom senso. Não concordamos em todos os detalhes do negócio, mas temos respeito e inteligência suficientes para aceitar e testar as propostas do outro”, conta.Captura de Tela 2015-07-21 às 14.38.01

Se você tem uma boa ideia e planeja abrir um negócio, mas não tem certeza se a sociedade é a melhor alternativa, André Galassi destaca seis pontos fundamentais que você deve considerar:

1. Objetivos em comum
Querer caminhar na mesma direção é fundamental para uma sociedade. Todo negócio permite a escolha de diversos caminhos e é fundamental que os sócios tenham a mesma visão do que esperam do empreendimento.

2. Competências Complementares
Ninguém é bom em todas as áreas. Escolher sócios que tenham competências complementares a sua permite que seu negócio se desenvolva com propriedade em diferentes áreas, e dá a ele mais oportunidades de crescimento.

Captura de Tela 2015-07-21 às 14.38.293. Disposição para correr os riscos necessários
O planejamento é a base de um negócio bem-sucedido, mas em muitos momentos também é preciso arriscar para que o empreendimento cresça. Nesta hora, é importante que os sócios tenham a mesma disposição para correr os riscos necessários em prol do crescimento. Isso inclui, dependendo da área de atuação, a necessidade de novos investimentos e contratação de pessoal, por exemplo.

4. Humildade para ceder
Ninguém sabe tudo o tempo todo. Em uma sociedade é preciso saber que ceder não significa perder poder, mas reconhecer que nem sempre as melhores ideias partem de nós e, nem por isso devem ser deixadas de lado.

5. Dividir os ganhos
Pode parecer óbvio, mas muito empreendedor gosta da ideia de ter sócios quando o assunto é dividir investimentos e responsabilidades, mas não acha tão agradável ter que repartir os lucros. Ter um bom sócio é contar com alguém na hora das dificuldades e, claro, de compartilhar os resultados positivos.

Captura de Tela 2015-07-21 às 14.42.586. Ter os mesmos valores
De nada adianta ter objetivos em comum, competências complementares e todos os tópicos anteriores, se os sócios não compartilharem dos mesmos valores. No final das contas, todas as grandes e pequenas decisões que envolvem um negócio passam pela forma como cada um entende a vida e, se os valores pessoais não forem os mesmos, será impossível manter a sociedade funcionando de forma harmônica e produtiva.

André Galassi complementa: “Quem opta por não ter sócios, mas apenas funcionários para trabalhar em sua empresa, tem a liberdade de tomar todas as decisões que envolvem o negócio e não precisa dividir os lucros, mas se tiver algum problema, encontrará, do outro lado pessoas que estão apenas envolvidas com o processo, sem comprometimento.
Ter um sócio significa contar com alguém comprometido com o negócio, uma pessoa que está no mesmo barco e rema junto, para que ele não afunde, mas alcance o porto do destino final. Pode não ser uma viagem fácil, mas quando a sociedade é harmônica, dois avançam mais rápido e com mais força do que apenas um. O empreendedor precisa colocar na balança e pesar os prós e contras de cada modelo, para decidir o que se encaixa melhor no seu negócio”.

Fonte – Comunicação Conectada.

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