Carreira, Discussões, Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno, empreendedorismo maduro, empregos

Mais da metade dos aposentados brasileiros usam crédito online para pagar dívidas e empreender

download (4)Mais da metade dos aposentados do país pediu empréstimos online para pagar dívidas e manter as contas em dia. Esta é a conclusão doMapeamento Simplic do Crédito Online, que levou em conta a análise de mais de 28 mil empréstimos online concedidos no Brasil a essa parcela da população no primeiro semestre de 2017.

De acordo com o levantamento, mais de 53% dos aposentados que recorreram ao empréstimo na plataforma Simplic o fizeram para não ficar com o nome sujo. Quando somado a outras motivações, como pagamento de custos médicos, parcelas de carro ou casa e compras em geral, o percentual chega a mais de 78%.

“A realidade de muitos brasileiros não permite que o dinheiro ganho durante a vida seja poupado para uma aposentadoria tranquila. O que nosso levantamento mostra é que o crédito online tem se tornado cada vez mais uma alternativa relevante para os aposentados, que representam uma das parcelas da população mais atingidas pela difícil situação financeira do país. Esse cenário faz com que eles precisem recorrer a empréstimos, mesmo que de baixo valor, apenas para manter as contas em dia e não ficar com o nome sujo”, explica Bruno Borges, gerente de Marketing da Simplic.download (3)

Sul e sudeste apresentaram os índices mais altos de direcionamento dos empréstimos para pagamento de contas e outras dívidas, representando, respectivamente, 57,8% e 58,85% dos pedidos. Na divisão por estados, destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Crescimento dos aposentados empreendedores

Em um cenário recente marcado pelo aumento dos níveis de desemprego, também foi identificada uma crescente necessidade do aposentado de retornar à ativa para complementar ou gerar renda para sua família. De acordo com o Mapeamento Simplic do Crédito Online, o número de pedidos de empréstimo com a finalidade de empreender aumentou 16,7% nos seis primeiros meses do ano, se comparado com o mesmo período do ano passado. No total, foram feitas 2.168 solicitações de crédito em 2017 ante 1.857 no primeiro semestre do ano passado.

download (2)O estado de São Paulo é o líder do ranking de “aposentadosempreendedores”, representando dois de cada 10 pedidos feitos. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (15%), Bahia (7,2%), Minas Gerais (6,5%), e Pernambuco (6,4%).

O levantamento revelou ainda que as mulheres aposentadas são maioria entre os pedidos de empréstimos destinados ao desenvolvimento de novos negócios. Elas representam 61,20% de tais pedidos, sendo que 44,39% delas possuem ensino médio completo e 15,45% ensino superior.

Sobre o Simplic

Lançado em julho de 2014 no Brasil, o Simplic é a primeira plataforma de crédito pessoal 100% online do País. Inovadora, a ferramenta analisa dados do usuário advindos de mais de 200 fontes e é capaz de gerar uma resposta em menos de 3 segundos. Oferece empréstimos entre R$500 e R$3.500, que podem ser pagos em 3, 6, 9 ou 12 vezes, tudo de forma segura, prática e móvel. A plataforma analisa, hoje, mais de 6 mil solicitações de empréstimos por dia, somando mais de 1.5 milhão de clientes no Brasil.

Sobre a Enova

Fundada em 2003, a Enova evoluiu de uma startup de Chicago, nos Estados Unidos, para uma empresa global de soluções financeiras que atua em seis países: Austrália, Brasil, China, Canadá, Estados Unidos e Inglaterra. Em 2014, lançou IPO na bolsa de valores de Nova Iorque (NYSE:ENVA). Foi uma das primeiras fintechs criadas no mundo e pioneira também no Brasil com a plataforma Simplic. Com um portfólio focado em diferentes soluções de crédito online, soma mais de 4 milhões de clientes ao redor do mundo.

Fonte : Divulgação

Anúncios
Carreira, Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno, empregos, Eventos

Empower Summit 2ª Edição discute a relação de diversidade e inovação com resultados

images (1)

“Inovação e diversidade caminham juntas e têm a ver com resultados”. Este será o tema de um dos painéis promovidos pelo Empower Summit, evento focado em inovação, tendências de mercado e provocação ao pensamento disruptivo, no dia 24 de outubro, em São Paulo. O evento é organizado pela Empodere-se, empresa de educação disruptiva, e voltado a empreendedores, gestores e líderes empresariais.download (1)

Muitos empreendedores e especialistas defendem que sem diversidade (igualdade de gêneros, cultural, étnica e social) não há inovação, que um ecossistema que reúne diferentes perfis, gerações e profissões funciona muito melhor em prol da resolução de problemas de grande impacto na sociedade.

images (2)Segundo o palestrante Ricardo Mota, Diretor Superintendente da ABRH, a soma de pensamentos diferentes pode enriquecer uma empresa e já percebe-se uma movimentação do mercado neste sentido, que ainda dele levar bastante tempo para amadurecer.

“Empresas que estão preocupadas com inovação precisam trazer de fora ideias novas, para sair da zona de conforto. É preciso mudar o mindset”, comenta Ingrid Barth, head of Corporate Banking da Neon. A executiva conta que o processo de inovação é totalmente baseado em ideias, e esse pool de ideias só consegue existir se tiver uma equipe diversa, com pensamentos diferentes, pois  sem diversidade de opinião não há discussão e não acontece a mudança.

Para Gabriel Coelho, CEO da Empodere-se, que desenvolve um trabalho de educação para a inovação dentro das empresas, muitas companhias querem falar sobre diversidade, no entanto, precisam entender que a cultura da companhia precisa mudar, e isso requer trabalho, tempo e investimento.download

Exemplo do Canadá – o presidente da CCBC (Câmara de Comércio Brasil Canadá), Paulo Perrotti, traz a experiência do país para construir uma sociedade mais igual. O Canadá tem sido um exemplo de como cada indivíduo pode manter a sua identidade e, ainda assim, ser parte do todo. “Nós precisamos da diversidade e isso é tratado no dia a dia. O primeiro ministro canadense tem o compromisso de construir um serviço público para servir de modelo de inclusão para todos”, diz Perrotti.

As inscrições devem ser feitas pelo site http://empoderese.com/empower-summit/ .

Fonte- Divulgação

Carreira, Discussões, Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno, empregos, Eventos

Fórum Empreendedoras bate recorde de público.

images

Na última terça-feira, no Maksoud Plaza, em São Paulo foi realizada a sexta edição do Fórum Empreendedoras. O evento organizado pela Rede Mulher Empreendedora – RME, com o principal intuito de fortalecer o empreendedorismo feminino, fomentar negócios entre mulheres e oferecer capacitação e inspiração contou com 40 horas de programação simultânea e  mais de 1600 empreendedoras .

Nesse ano os destaques foram as palestras de personalidades como Paola Carosella, cozinheira e jurada do programa Masterchef da Band, que falou sobre inspiração e como é importante maneirar na auto cobrança; Chieko Aoki, presidente da rede de hotéis Blue Tree, que destacou a relevância do bom tratamento ao cliente e como isto pode fazer com que eles sejam recorrentes; Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, que encantou e inspirou o público com sua simpatia e simplicidade ao compartilhar sua trajetória; e, por fim, o painel “Acesso à tecnologia” que reuniu mulheres referência na área, como Camila Achutti, Iana Chan, Maitê Lourenço e Carine Ross, para desmistificar a presença da mulher na área tecnológica. Também fez parte da programação o anúncio dos resultados da pesquisa “Empreendedoras e seus negócios 2017”, que buscou traçar o perfil da empreendedora brasileira para dar base para a criação de iniciativas de fomento ao empreendedorismo feminino no Brasil. Com realização da Rede Mulher Empreendedora – RME e patrocínio da Sage, Avon e Facebook, os resultados serão transformados em um e-book que será disponibilizado de forma gratuita em breve.

Foi divulgada também a criação da W55, por Ana Fontes, fundadora da RME e Fernanda de Lima, presidente da Gradual Investimentos, uma aceleradora com o objetivo de capacitar, acelerar e financiar empresas lideradas por mulheres. Além disso, ao final de sua palestra Rachel Maia, CEO da Pandora Brazil, revelou o desenvolvimento de um projeto em parceria com a Rede Mulher Empreendedora que contará com a premiação de um mini processo de aceleração para as empreendedoras vencedora.

Com o tema principal “Empreendedorismo e o empoderamento econômico da mulher”, o evento trouxe palestras, painéis, workshops de Facebook para negócios e salas de capacitação e mentorias, sala que atendeu mais de 120 empreendedoras buscando auxílio em seus negócios. O Fórum também trouxe a sua tradicional “Feira de Negócios”, onde reuniu 30 expositores que puderam divulgar seus empreendimentos e comercializar seus produtos e também contou 10 estandes de cunho social para fomento do empreendedorismo nesta vertente.

Fonte – Rede Mulher Empreendedora

Carreira, Discussões, Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno, empreendedorismo maduro, Entrevistas, Eventos

3º International Happiness Forum no Brasil

19756560_1885370395056805_478553886325351176_n

 

O Brasil foi escolhido para sediar a terceira edição do International Happiness Forum, marcado para acontecer em São Paulo, nos os dias 2 e 3 de setembro. Criado em Portugal por Eduarda Oliveira, a primeira edição do evento teve apoio de uma das instituições de ensino universitário mais antigas da Europa, a Universidade de Coimbra, e tem como missão promover o diálogo entre as diferentes áreas do saber e a divulgação de ferramentas, técnicas e conhecimentos para uma vida mais feliz. Entre as instituições que apoiam esta edição do International Happiness Forum no Brasil está o Consulado Geral de Portugal em São Paulo.

Durante os dois dias do evento palestrantes do Brasil, Portugal, Irlanda, China, Japão, Canadá e Uruguai irão abordar temas que apontam perspectivas sobre a felicidade e o bem-estar a partir de diferentes áreas do saber como: psicologia, pedagogia, neurociências, mindfulness, medicina, economia colaborativa, turismo de desenvolvimento pessoal, empreendedorismo social, astrologia, ciências da educação, antropologia, numerologia, yoga do riso, danças circulares etc.

Baseado em um modelo de gestão colaborativa o 3o International Happiness Forum tem como objetivo abrir-se ao maior número de pessoas, proporcionando uma experiência inspiradora e transformadora, oferecendo a elas ferramentas e meios para alcançarem mais felicidade e bem-estar. Os participantes encontrarão Palestras e Mesas de Debate, Workshops Indoor e Outdoor, Expo-Felicidade, Livraria Temática e Alimentação Saudável.

Quatro temas orientadores irão nortear o evento: Eu comigo mesmo; Eu nas relações; Eu nas Organizações e Eu no meio ambiente.

Por esta edição passarão Judy McAllister, canadense que há 30 anos vive na Comunidade de  Findhorn, ecovila sustentável na Escócia, tendo sido a primeira mulher a ocupar o cargo de Coordenação Geral da Comunidade; Stephen Little, irlandês especialista em Atenção Plena (Mindfulness) e diretor no Brasil da The School of Life; Chieko Aoki, formada em Direito pela USP com cursos de Administração em Tóquio e nos Estados Unidos, foi a responsável pela criação no Brasil da rede hoteleira Blue Tree, depois de ter trabalhado em países como Estados Unidos, Ásia e Europa; Rosário Pinheiro, doutora em Ciências da Educação e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Maria Lucia Lee, formada em Física pela Unicamp há quase 40 anos dedica-se ao estudo e ensino da Medicina Tradicional Chinesa; Zaquie Meredith, pioneira no Brasil em Constelações Familiares.

No painel de jovens transformadores teremos Bruno Capão, que após passar pela Fundação Casa e trabalhar como coletor de lixo, formou-se na USP e criou a “Sustenta CaPão” que está mudando um dos bairros mais violentos da cidade. O neurologista especialista em Medicina Antroposófica Ricardo Almeida Leme falando sobre a neuroquímica da felicidade; Patricia Gebrim, psicóloga autora de livros como “Palavra de criança” e “Gente que mora dentro da gente”; Plinio Cutait, mestre de Reiki Coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanês, entre outros nomes.

19732320_1885371398390038_1632098879439832291_n

A cada edição o International Happiness Forum seleciona uma organização que promova felicidade e bem-estar, para onde destina parte do valor arrecadado com as inscrições. No Brasil foi escolhido o projeto Velho Amigo, coordenado por Regina Moraes, que tem como missão contribuir para a cultura de inclusão do idoso, assegurando seus direitos e valorizando sua participação na sociedade.

19756560_1885370395056805_478553886325351176_nA busca pela realização do International Happiness Forum no Brasil partiu da iniciativa de três profissionais de diferentes áreas: Jamile Coelho, educadora e criadora do Perfil Cognitivo, ferramenta que explora as diferentes inteligências e formas de aprendizado; Ana Lúcia Paíga, psicóloga especialista em Análise Transacional, coach pelo Instituto EcoSocial e Nivea Ferradosa, experiente profissional da área de Marketing e Comunicação.

Fonte: Divulgação

 

 

artes plásticas, Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno, Entrevistas, Eventos

BELAS ARTES REALIZA 2ª EDIÇÃO DO FÓRUM BELAS ARTES DE ECONOMIA CRIATIVA

download-1

Steven Pedigo, diretor de Pesquisa e Cidades do Creative Class Group, desenvolveu um estudo abrangente das indústrias e dos âmbitos criativos em São Paulo, que englobam setores de tecnologia, artes, cultura, arquitetura, design, ciência, entre outros. Esse estudo foi feito por alunos de pós-graduação da instituição sob direção de Pedigo e será apresentado nesta 2ª edição do Fórum. A ideia da pesquisa é entender melhor as vantagens competitivas, as oportunidades e os desafios associados com a economia criativa em São Paulo e, além de olhar para indicadores do setor, foram desenvolvidos perfis qualitativos das indústrias e áreas desta economia na cidade. “Tivemos como premissas os 4 Ts – tecnologia, território, talento e tolerância – para avaliar São Paulo como cidade criativa”, explica Pedigo.

Na ocasião, a instituição vai aproveitar para lançar o laboratório de Design e Experiências Imersivas, que será supervisionado por Bruna Petreca com consultoria de Ricardo Laganaro, diretor da O2 Filmes, responsável pelo departamento 3D da produtora. Por isso, a Belas Artes procurou reunir empresas e profissionais engajados neste setor para debater assuntos como realidade aumentada, vídeos em 360° e realidade virtual.

Entre os palestrantes estão Ricardo Justus, diretor de inovação da rede Record, que vai discutir sobre as possibilidades e os desafios de contar histórias em realidade virtual; Marcelo Daou, responsável pelo desenvolvimento de novos negócios e soluções para dispositivos móveis, incluindo aplicativos, wearables e IoT na Samsung. Ele vai apresentar as oportunidades do mercado de wearables no Brasil.

Janaína Augustin e Quico Meirelles, diretores da O2 Filmes, também estarão presentes e vão falar sobre os desafios que as produtoras terão de enfrentar com o avanço cada vez mais acelerado da tecnologia, dando destaque para a realidade aumentada e virtual. O Fórum vai receber ainda Rawlinson Terrabuio, cofundador da Beenoculus, empresa que desenvolveu o primeiro óculos de realidade virtual produzido no Brasil. Ele vai destacar as oportunidades que a realidade virtual está criando para toda a indústria de economia criativa e a promessa de ser a disrupção em setores tradicionais como o da Educação.

Além disso, o evento vai contar com uma conferência online que será realizada downloaddiretamente dos Estados Unidos. Barry Pousman, cofundador e CEO da Variable Labs, vai discutir sobre experiências imersivas em realidade virtual. Antes de abrir sua empresa, Pousman era estrategista-chefe na ONU, onde ajudou a implementar novas iniciativas de mídia em torno da promoção do desenvolvimento sustentável. Em sua cartela de clientes atuais estão empresas como Google, XPRIZE e a própria ONU.

O Fórum Belas Artes de Economia Criativa tem como objetivo apresentar a população em geral os principais cases e propostas da indústria criativa.  A intenção é debater os novos formatos da economia e seu potencial de contribuição para o desenvolvimento dos países. O evento é aberto ao público, gratuito e para participar basta a inscrição com antecedência no site www.belasartes.br/forum.

 

Divulgaçãodownload-1

 

Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno

Nestlé lança programa de aceleração de jovens empreendedores na Amazônia

header-corporate-carreiras3

Alinhada ao compromisso global da Nestlé de compartilhar valor com a sociedade em que está inserida, por meio do Programa Nestlé Nutrindo os Sonhos dos Jovens, a iniciativa leva conhecimento para a região amazônica.  Com viés de aceleração de empreendedores locais no segmento de alimentação e nutrição, o objetivo é fomentar a geração de emprego e renda na Ilha de Marajó.

Para compreender a realidade e necessidades regionais, a Nestlé em parceria com o Centro Universitário do Pará (CESUPA), realizou um amplo diagnóstico na Ilha de Marajó, passando por São Miguel do Pracauúba, Vila do Palheta, Pinduca, Ponta Negra e Mocajatuba. Após 4 meses de estudos, foi possível identificar oportunidades para gerar valor às comunidades nas frentes de Educação; Saúde e Alimentação; Renda e Trabalho; e Meio Ambiente.

A falta de cursos profissionalizantes, capacitação entre os jovens e adultos, carência de perspectiva profissional e geração de renda, somada a dificuldade de acesso a produtos para compor a alimentação diária pela população local, fez com que Nestlé, CESUPA e Yunus se unissem em parceria para desenvolver projetos de inovação social na Amazônia.

O projeto, que começou em agosto passado, conta com três fases para o desenvolvimento IMG_7129.JPGdos futuros empreendedores: 1) ideação, 2) incubação e 3) implementação. Na primeira etapa acontece o workshop para gerar soluções e ideias de negócios entre o grupo de empreendedores selecionados. A segunda fase de incubação, contempla extenso treinamento para planejar como transformar as ideias em negócios, a fim de gerar emprego e renda. Nesta fase também, o time de consultores e os jovens refinam o modelo de negócio e o planejamento de implementação para que sejam financeiramente e operacionalmente sustentável antes da terceira e última fase, que é a implantação.

Sobre o Programa Nestlé Nutrindo os sonhos dos jovens

Nutrindo os Sonhos dos Jovens  é parte do Nestlé Global Youth Initiative, que nasceu com o sucesso do Nestlé Needs Youth, desenvolvido em 2013 para contribuir com o combate ao desemprego entre os jovens na Europa. Na época, cerca de 11 mil jovens encontraram emprego e oportunidades de treinamento dentro do programa. A partir daí, outros países vêm recebendo a iniciativa, em formatos específicos para cada realidade.

O programa tem metas estabelecidas ainda em relação à contratação de jovens, criação de novas vagas e estímulo a empresas parceiras para a adesão ao programa e multiplicação das atividades. Entre as principais metas do programa estão: Contratação de 7 mil pessoas com idades abaixo de 30 anos até 2017; Alcance de mais de 3 mil jovens aprendizes com as melhorias nos programas de capacitação e a geração de 2,8 mil novas vagas dentro da companhia dentro dos programas Jovem Aprendiz, estágio e trainee. Para o programa da Amazônia, a Nestlé espera como resultado que os jovens acelerados decidam empreender em seus negócios.

header-corporate-infografico2

 Sobre o Yunus Negócios Sociais

Yunus Negócios Sociais busca ser uma ferramenta prática para pessoas e organizações no Brasil interessadas em se engajar na construção de um país livre de seus maiores problemas utilizando os mecanismos do negócio social. Criado pelo professor Muhammad Yunus, economista e banqueiro, natural de Bangladesh, laureado Prêmio Nobel da Paz em 2006, a metodologia de inovação social do Yunus será a ferramenta de apoio para a aceleração de empreendedores na Amazônia.

Fonte: Divulgação.

Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno, Mulheres Digitais

Conheça o movimento Slow Beauty e o consumo consciente de produtos de beleza

 

13728967_1101333049927715_1336715731639236392_n

Você sabe a procedência dos seus produtos de beleza ou qual composto químico que eles usam? Já parou para pensar se os produtos de beleza que você consome foram testados em animais ou o tempo que suas embalagens levam para se decomporem no meio ambiente? Pois bem, a importância de questionar esses fatores influência na criação de um novo movimento estético, o slow beauty.

Assim como os movimentos slow fashion e slow food, o slow beauty é um conceito criado para mudar o consumo de cosméticos e maquiagens. Um dos pontos principais do slow beauty é a diminuição do consumo de produtos industrializados, trocando-os por produtos naturais e orgânicos. Consumindo com consciência, produziremos menos lixo com as embalagens, além de ser uma forma de combater os testes em animais.

No Brasil existem poucas empresas especializadas neste tipo de público. Pensando nisso, a jornalista Barbara Tonhela criou a Terráquea, e-commerce especializado em produtos naturais e orgânicos. No site, você pode encontrar de cosméticos e maquiagens naturais e cruelty free , livre de testes em animais.

“Sou praticante do Slow Beauty há dois anos quando li um rótulo de shampoo e fiquei me perguntando sobre aqueles ingredientes. Uma rápida pesquisa online me deu o parecer que aquele shampoo era praticamente um potinho de veneno com substâncias comprovadamente cancerígenas e prejudiciais a saúde. O mesmo aconteceu com desodorante e maquiagem”, comentou Barbara.

A jornalista e empresária ainda pontuo a importância do movimento, que já conquista uma grande parcela da população. “O slow beauty é um movimento muito importante do ponto vista ecológico e do empoderamento dos consumidores. Quem entra nesse mundo lê ingredientes e os questiona, tem mais sensibilidade com o que está consumindo. E as empresas também estão entendo isso, aumentando a gama de ofertas de produtos naturais, se preocupando com a extração sustentável dos produtos e investindo em embalagens biodegradáveis e reutilizáveis”, afirmou.14285405_10154612621349739_710395247_o

Para quem acha de precisa de dezenas de produtos para se obter um bom resultado estética, Barbara explica que isso é um grande mito. “A principal vantagem do slow beauty é que com menos cosméticos, conseguimos os mesmos e até mais resultados do que com os convencionais. Com um óleo de jojoba, por exemplo, conseguimos hidratar o rosto, lábios e os cabelos. Não precisamos mais de 5 a 6 cosméticos para desempenhar essas funções”, concluiu.

Sobre a Terráquea

Terráquea é um eco-commerce vegano de cosméticos e produtos para bem-estar naturais e orgânicos. Possui mais de 300 produtos nacionais de empresas que prezam a proteção do meio ambiente e não testam em animais. Está situada na região de Florianópolis e atende todo país.

https://www.terraquea.com.br/