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4 dicas para o seu negócio começar 2018 com o pé direito

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Com a chegada do ano novo, é comum que as pessoas fiquem preocupadas com suas metas e resoluções para os meses que se seguirão. Para os empreendedores e gestores, essa tarefa é particularmente difícil, uma vez que uma boa definição de estratégias pode representar a diferença entre o fracasso e o sucesso de um negócio.

Apesar da dificuldade e da responsabilidade, os gestores ainda precisam definir os objetivos, uma vez que eles são, basicamente, o principal combustível e a razão de existir das empresas, independente do seu tamanho. Com a expectativa da retomada da economia nacional, essa definição se faz ainda mais importante devido ao potencial de crescimento que se vislumbra para 2018.images

Sendo assim, confira quais são as principais dicas para a definição de caminhos que podem impulsionar seus resultados no início do ano, garantindo maior vantagem competitiva e crescimento sólido.

Verifique todos os pontos

Na hora de definir seus objetivos, não se limite. Contar com a opinião dos diretores e gerentes é fundamental. Entretanto, é igualmente importante ouvir de todos os colaboradores, garantindo o engajamento da companhia. Ao estabelecer metas, lembre-se de que elas precisam ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e devem ter um prazo bem definido.

Dê um passo para trás

Ao definir as estratégias, aproveite para falar com a equipe a fim de entender o cenário da corporação. Peça feedback regularmente, pergunte o que não foi conquistado e qual o motivo. Contar apenas com a própria opinião pode fazer com que o gestor não consiga perceber questões pontuais e cotidianas que podem estar prejudicando no bom desenvolvimento do negócio.

images (1)Aplique o passado ao presente

Após estabelecer os caminhos traçados pela empresa, verifique se eles estão de acordo com os planos que já haviam sido previamente estabelecidos. Certifique-se de que estes objetivos são capazes de efetivamente contribuir para o crescimento da companhia e se estão alinhados com a missão e da visão da corporação.

Comunique-se

É preciso ser comunicativo e manter o diálogo aberto. Após definir o roadmap do ano que se inicia, reúna a equipe, apresente suas ideias, mostre a eles qual sua expectativa em relação a cada departamento e relembre as prioridades da empresa. Fale também dos prováveis desafios, e mostre-se disponível para sanar dúvidas e responder comentários.

*Gabriela Freitas é sócia-fundadora da Proxy Media, agência de Marketing Digital e empresa idealizadora do Clube Sou Empreendedor

 

 

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Pesquisa mundial revela que millennials acreditam ter apenas 35% de influência na estratégia das empresas onde trabalham

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Realizada com cerca de 8 mil millennials de 30 países, incluindo o Brasil, a pesquisa “The 2017 Deloitte Millennial” abordou questões que preocupam jovens nascidos a partir de 1982, ou seja que têm entre 19 e 36 anos. O estudo, feito somente com jovens atuantes no mercado de trabalho, constata que os millennials têm um perfil inovador, buscam estabilidade e estão dispostos a assumir responsabilidades. Também contraria estereótipos e preconceitos que permeiam o cotidiano corporativo, de que são uma geração de jovens utópicos imediatistas, que não aceitam hierarquia e processos estabelecidos.

download (1)Diante de um mundo tão incerto e, no caso dos países emergentes, de condições político-econômicas desfavoráveis, 31% dos entrevistados afirmaram que pretendem ficar cinco anos ou mais na empresa em que trabalham e apenas 7% disseram ter intenção de deixar o emprego em breve. Com relação ao tipo de trabalho, 65% disseram preferir um emprego permanente de período integral e 31% afirmaram optar por consultorias ou empregos freelance.

“A pesquisa mostra que precisamos investir no desenvolvimento do ambiente corporativo. O mundo e a sociedade mudaram e temos a geração X e Y convivendo neste mesmo espaço, com percepções diferentes. É preciso uma adaptação mútua, porém, no caso da esfera corporativa, essa adaptação, na maioria dos casos, tem início nos líderes”, diz Villela da Matta, presidente da SBCoaching e business coach. “Os millennials buscam autonomia e influência nos projetos, estão dispostos a assumir responsabilidades para poderem desenvolver soluções e produtos e os líderes contemporâneos devem conseguir equacionar isso com questões corporativas e limites que têm de ser respeitados”, explica.

Mais uma vez contrariando os estereótipos, os millennials entrevistados disseram que images (1)sentem que são 70% responsáveis diretamente pela satisfação dos clientes das empresas onde trabalham, o que revela seu alto comprometimento. O contraste com o baixo percentual, 35%, de influência sobre a estratégia da empresa, é que leva ao desengajamento. “Estes jovens têm boa formação e anseiam para que seus líderes acreditem em seu potencial. É possível delegar sem largar, ou seja, o líder pode acompanhar e orientar, o que é uma motivação para o funcionário e uma forma de aumentar sua performance como gestor”, orienta o business coach.

Preguiçosos ou sem oportunidades?

Contudo é necessário desmistificar também a ideia de que os millennials sejam preguiçosos. Este estereótipo pode estar impactando, inclusive, nas ofertas de trabalho oferecidas. Segundo a pesquisa “Millennials e a Geração Nem Nem”, realizada pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP), em parceria com a empresa MindMiners, em setembro do ano passado, 25% dos brasileiros nesta faixa etária estão desempregados, fato que tem origem na crise econômica atual, claro, mas também nas poucas oportunidades dadas pelas empresas, que dão preferência a quem tem experiência.

A pesquisa revelou que a maioria destes jovens (68%) concorda em aceitar ganhar menos ou trabalhar em áreas fora da sua área de formação, quase metade (45%) também está disposta a trabalhar mais de 40 horas semanais. A diferença está no compromisso com a igualdade e a inclusão (44% consideram esse fator importante) e o incentivo à geração de novas ideias e melhorias (54% dizem querer participar deste processo).

Há quem diga que é a geração mais preparada em nível acadêmico, a que mais cria, a que mais inova. “Sem dúvida, estes jovens são as pessoas que hoje melhor captam as novidades e as reproduzem em diversos meios”, diz Vilella da Matta. “Tamanha efervescência de ideias pode por em risco a execução de atividades maçantes, mas, necessárias para o funcionamento da empresa”, pontua.

“Novos tempos e novas formas de trabalho não são mais futuro, são presente, já se estabeleceram, portanto, o bom líder não só pode como deve adotar novas formas de lidar com seus funcionários para atingir um bom resultado”, aconselha.

 

10 dicas de técnicas de engajamento para profissionais millennials!

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Por Villela da Matta, precursor do coaching no Brasil e business coach

  1. Tenha o ato de delegar como um comportamento e uma prioridade. Para isso mantenha a rotina de analisar suas tarefas e avaliar o que pode ser realizado por sua equipe, inclusive tarefas que você tem o hábito de realizar.
  2. Pense no resultado que deseja e foque em como irá transmitir esse objetivo com clareza a quem irá delegar.
  3. Escolha o profissional que tem mais habilidades para executar essa tarefa, mas também leve em consideração critérios como “ele lida bem com prazos?”, “alguém da equipe gostaria dessa oportunidade?”.
  4. Dê total autonomia a quem você delegou a tarefa. Isso não significa largar a tarefa. Você pode dar autonomia e ficar disponível para colaborar no que for necessário para que o resultado seja alcançado.
  5. Se você precisa de status periódicos de andamento do projeto procure deixar isso claro, bem como o formato, no ato da delegação, se possível com datas determinadas. Ex. Semanal, ao final do dia.
  6. Dê feedback. Mesmo que não seja convocado a colaborar, demonstre que está acompanhando o processo, elogie progressos, conquistas, dê sugestões.
  7. Não coloque a responsabilidade sobre os resultados somente em quem delegou a tarefa. O líder é responsável pelo sucesso e fracasso de projetos e como tal deve ter envolvimento com este olhar de sinergia e atenção para rever alguma rota ou propor uma ação para retomar o caminho.
  8. Ouça sua equipe. Considere sugestões e propostas para mudanças de processos, ideias. Apoie decisões bem justificadas. Estimule sua equipe a ter um comportamento analítico, flexível e capaz de aumentar a performance de todo o setor.
  9. Avalie os resultados. Proponha apresentações com participação de todos para compartilhamento de ideias e soluções. Valorize os envolvidos. Deixe que apresentem seus projetos e cases.
  10. Fuja da delegação reversa. Não perca a oportunidade de desenvolver seu time quando alguém voltar com uma tarefa que você delegou. Hoje, você pode ganhar tempo fazendo e não ensinando, mas a longo prazo isso não vai ajudar na sua performance como líder e nem na performance do aprendiz, muito pelo contrário.

Fonte – Divulgação

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3º International Happiness Forum no Brasil

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O Brasil foi escolhido para sediar a terceira edição do International Happiness Forum, marcado para acontecer em São Paulo, nos os dias 2 e 3 de setembro. Criado em Portugal por Eduarda Oliveira, a primeira edição do evento teve apoio de uma das instituições de ensino universitário mais antigas da Europa, a Universidade de Coimbra, e tem como missão promover o diálogo entre as diferentes áreas do saber e a divulgação de ferramentas, técnicas e conhecimentos para uma vida mais feliz. Entre as instituições que apoiam esta edição do International Happiness Forum no Brasil está o Consulado Geral de Portugal em São Paulo.

Durante os dois dias do evento palestrantes do Brasil, Portugal, Irlanda, China, Japão, Canadá e Uruguai irão abordar temas que apontam perspectivas sobre a felicidade e o bem-estar a partir de diferentes áreas do saber como: psicologia, pedagogia, neurociências, mindfulness, medicina, economia colaborativa, turismo de desenvolvimento pessoal, empreendedorismo social, astrologia, ciências da educação, antropologia, numerologia, yoga do riso, danças circulares etc.

Baseado em um modelo de gestão colaborativa o 3o International Happiness Forum tem como objetivo abrir-se ao maior número de pessoas, proporcionando uma experiência inspiradora e transformadora, oferecendo a elas ferramentas e meios para alcançarem mais felicidade e bem-estar. Os participantes encontrarão Palestras e Mesas de Debate, Workshops Indoor e Outdoor, Expo-Felicidade, Livraria Temática e Alimentação Saudável.

Quatro temas orientadores irão nortear o evento: Eu comigo mesmo; Eu nas relações; Eu nas Organizações e Eu no meio ambiente.

Por esta edição passarão Judy McAllister, canadense que há 30 anos vive na Comunidade de  Findhorn, ecovila sustentável na Escócia, tendo sido a primeira mulher a ocupar o cargo de Coordenação Geral da Comunidade; Stephen Little, irlandês especialista em Atenção Plena (Mindfulness) e diretor no Brasil da The School of Life; Chieko Aoki, formada em Direito pela USP com cursos de Administração em Tóquio e nos Estados Unidos, foi a responsável pela criação no Brasil da rede hoteleira Blue Tree, depois de ter trabalhado em países como Estados Unidos, Ásia e Europa; Rosário Pinheiro, doutora em Ciências da Educação e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Maria Lucia Lee, formada em Física pela Unicamp há quase 40 anos dedica-se ao estudo e ensino da Medicina Tradicional Chinesa; Zaquie Meredith, pioneira no Brasil em Constelações Familiares.

No painel de jovens transformadores teremos Bruno Capão, que após passar pela Fundação Casa e trabalhar como coletor de lixo, formou-se na USP e criou a “Sustenta CaPão” que está mudando um dos bairros mais violentos da cidade. O neurologista especialista em Medicina Antroposófica Ricardo Almeida Leme falando sobre a neuroquímica da felicidade; Patricia Gebrim, psicóloga autora de livros como “Palavra de criança” e “Gente que mora dentro da gente”; Plinio Cutait, mestre de Reiki Coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanês, entre outros nomes.

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A cada edição o International Happiness Forum seleciona uma organização que promova felicidade e bem-estar, para onde destina parte do valor arrecadado com as inscrições. No Brasil foi escolhido o projeto Velho Amigo, coordenado por Regina Moraes, que tem como missão contribuir para a cultura de inclusão do idoso, assegurando seus direitos e valorizando sua participação na sociedade.

19756560_1885370395056805_478553886325351176_nA busca pela realização do International Happiness Forum no Brasil partiu da iniciativa de três profissionais de diferentes áreas: Jamile Coelho, educadora e criadora do Perfil Cognitivo, ferramenta que explora as diferentes inteligências e formas de aprendizado; Ana Lúcia Paíga, psicóloga especialista em Análise Transacional, coach pelo Instituto EcoSocial e Nivea Ferradosa, experiente profissional da área de Marketing e Comunicação.

Fonte: Divulgação

 

 

Carreira, Entrevistas

Entrevista com Osmar Almeida, sócio da Oito Consultoria.

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NM- Como surgiu a idéia de ser empreendedor?    

O sonho do brasileiro é ser empreendedor, e o meu também era, mas não tinha nunca tido a oportunidade de empreender em algo que realmente fizesse diferença pra mim.

Numa feira de negócios, que eu visitei em São Paulo, percebi que existiam oportunidades inovadoras: intermediação e articulação de negócios internacionais. Foi neste momento que entendi qual meu objetivo e meu propósito e criei minha empresa.

Hoje somos um escritório que gera leads e novos negócios para vários consulados..

NM – Como você identifica uma oportunidade?

Eu caço oportunidades todo os dias. Participo de eventos de negócios, converso o tempo todo com empresários e busco entender quais oportunidades e quais possibilidades estão surgindo.

Manter contato diário com clientes também é produtivo. Muitas vezes são os consulados que me sinalizam as oportunidades internacionais e me pedem indicações de empresas nacionais que queiram investir, vender ou apresentar algum tipo de serviço la fora.

NM-  Quando você considerou a possibilidade de abrir negócio como uma opção de vida?

Essa possibilidade já era um sonho, mas nada me encantava totalmente. Como eu disse, ao me deparar com a mistura de inovação e internacionalização de negócios, eu fiquei mexido. Neste momento, que também era um momento de mudança na minha vida pessoal, eu crie minha empresa.

 NM-  Como você se envolve com a rotina, com as operações do dia a dia?

Minha rotina é muito dinâmica. Estou online 90% do tempo, e uso todos os recursos para falar com meus clientes e parceiros. Adoro tecnologia e isso facilita e muito negócios globalizados e internacionais. Não tenho secretária e para baratear custos trabalho em casa e coworkings.

NM – Você tem parceiros?

Muitos. Para cada negócio, parceiros experts em seus segmentos. Afinal, eu seleciono, escolho e indico empresas nacionais para fazerem negócios fora do país. O grande segredo é ter bons parceiros.

NM – Fale um pouco do seu trabalho atual.

Meu trabalho consiste em mapear, filtrar oportunidades e realizar contratos de parcerias para projetos específicos.

 

 

 

 

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Márcia Mocelin Manfrin e o nascimento e desenvolvimento da Apetit Serviços de Alimentação

 

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No início de 1989, Márcia Mocelin Manfrin abriu em Londrina um pequeno restaurante que servia prato feito. Dois meses depois, uma indústria da cidade solicitou o fornecimento de 13 marmitas, pois a cozinha do restaurante interno estava em reforma. Márcia logo se prontificou em atendê-la, e teve a ideia de montar uma empresa de prestação de serviços de alimentação. O objetivo era atender as pequenas empresas de Londrina e seus funcionários. Na época, um mercado carente desse tipo de serviço. Foi assim que surgiu a Apetit Serviços de Alimentação, em julho de 1989.

Márcia não tinha muita expertise no segmento, teve de aprender sobre o segmento de alimentação com o próprio negócio já em operação. No início, desempenhava várias funções ao mesmo tempo: comprava os alimentos, negociava com os clientes e fornecedores, coordenava e entregava as refeições na Kombi que comprou para esta finalidade. Havia uma colaboradora somente, a Dona Tereza, que trabalhou na Apetit desde 1989 até se aposentar, em 2010.  Enquanto trabalhava, os dois filhos pequenos de Márcia a acompanhavam na cozinha, mesmo assim, ela nunca deixou de se capacitar: estudou, correu atrás das exigências próprias do ramo e consegui montar a primeira cozinha industrial, que contava com um fogão, poucas panelas e muita vontade. Hoje, seus dois filhos também trabalham na Apetit, por amor ao negócio da famí ;lia.

Em 1996, a Apetit se tornou líder do segmento de refeições transportadas em Londrina e o negócio foi mudando: ao invés de entregar as marmitas nas empresas, passaram a oferecer o serviço de administração de restaurantes corporativos, primeiro no estado do Paraná e, posteriormente, em outros estados. Hoje atuam em 11 estados, atendendo 180 restaurantes, servindo mais de 100 mil refeições por dia e com um quadro de aproximadamente 2000 mil colaboradores, entre cozinheiros, nutricionistas e gerentes nos setores de marketing, operações, comercial, planejamento e recursos humanos. A Apetit faturou, no último ano, R$ 120 milhões e estima crescer 30% em regiões estratégicas.

O diferencial da Apetit é oferecer serviços com um padrão superior, diferente do tradicional “bandejão” dos refeitórios industriais. A empresa une alimentação de alta qualidade e ambientes sofisticados e acolhedores, oferecendo uma experiência diferenciada aos clientes consumidores, ao montar restaurantes com opções diversificadas de cardápios e qualidade de vida. No começo atendiam empresas menores, com menos colaboradores e sem estrutura de restaurante. Hoje, as empresas que atendem são, em sua maioria, indústrias que possuem cozinha industrial, restaurante e uma grande quantidade de colaboradores.

Márcia, mulher de sucesso que incentiva o empoderamento das mulheres no mercado de trabalho

A Apetit possui um quadro de colaboradores 90% composto por mulheres, sendo 93% dos cargos de liderança ocupados por mulheres. Por isso, incorporam e desenvolvem diversas práticas que têm como objetivo atender às necessidades das nossas colaboradoras, estimulando o crescimento pessoal e profissional.

Apetit recebeu o Prêmio WEPs Brasil, o prêmio é uma inciativa que visa promover a cultura da igualdade de gêneros entre as empresas brasileiras, com base nos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs, do inglês Women’s Empowerment Principles). A premiação se deu por conta das boas práticas de gestão, que visam a promoção da autonomia do ser humano como um pré-requisito para se alcançar o desenvolvimento sustentável da empresa. No mesmo ano, também se tornaram signatários do WEPs mundial, promovido pela ONU. Esta distinção foi dada a somente 58 empresas brasileiras e a Apetit é a única do setor de refeições coletivas.

 

Apetit – Uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil

A cultura organizacional, os valores éticos, a transparência, o cuidado e respeito pelas pessoas são os princípios que norteiam todas as ações da Apetit. O investimento nas práticas e benefícios foi reconhecido pela pesquisa conduzida pelo Instituto Great Place to Work, feita com os próprios colaboradores da empresa. A pesquisa premia as melhores empresas para trabalhar no Brasil e reconheceu a Apetit pelo 4º ano consecutivo. A empresa é a única do setor de administração de restaurantes corporativos a receber o prêmio, ocupando a 28ª colocação no ranking geral.

 

Universidade Apetit

Em 2013, com investimento de R$ 1.300.000,00, foi criada a Universidade Corporativa Apetit, a UNIAP. A ideia é que todos os colaboradores (sejam administrativos, operacionais ou lideranças) participem de algum programa de desenvolvimento. Por ter colaboradores espalhados por 12 estados, foram pensadas em aulas presenciais e à distância. Dessa forma, toda a equipe é envolvida. O objetivo da UNIAP é capacitar e desenvolver os colaboradores da Apetit para que alcancem o crescimento que a empresa projeta e com a excelência de seus serviços. Há cursos voltados para o desenvolvimento profissional e comportamental da equipe.

Apetit e seus programas de responsabilidade social

O Instituto Apetit de Educação conta com diversos programas sociais que proporcionam o desenvolvimento profissional e comportamental dos colaboradores, visando a qualidade de vida no ambiente de trabalho. Os programas foram idealizados para atender os colaboradores da Apetit e a comunidade onde a empresa está inserida. São eles:

Mamãe Apetit

O Programa Mamãe Apetit visa orientar e acompanhar as futuras mamães colaboradoras da empresa para uma gestação saudável e responsável. Cartilhas e folhetos levam às gestantes informações, orientação nutricional e dicas que vão do pré-natal ao aleitamento, além dos cuidados com o bebê. Assim, através de monitoramento de assistentes sociais e de material informativo, o Instituto está presente durante toda a gravidez. Desde o início do projeto em 2006, o Instituto Apetit já beneficiou 230 mulheres, garantindo a saúde da mãe e do bebê.

Integrar

Este programa tem como objetivo oferecer oportunidades de emprego às pessoas portadoras de necessidades especiais que estejam interessadas em integrar-se ao mercado de trabalho.

 

Divulgação

 

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Bate papo com a personal stylist Lais Urizi

NM-O que faz um Personal Stylist?

Antes de tudo acho importante contar a diferença entre Personal Stylist e Consultor de Imagem e Estilo.

20160426_032046000_ios-200x300 Um personal stylist está muito mais ligado ao agora, aos looks atuais, moda e o que mais valorizará o cliente de acordo com seu estilo e preferências.

 Já o consultor de imagem e estilo vai mais a fundo. Tem um trabalho mais abrangente cuidando da imagem completa do cliente e o que ele vai projetar para o mundo.

Um consultor de imagem normalmente é também personal stylist, mas um personal stylist nem sempre será um consultor de imagem.

NM-Como começou a se interessar por moda e qual sua relação com ela?

Na minha família todo mundo mexe com alguma coisa relacionada a moda/imagem/arte. 20160427_050418000_ios-199x300Minhas duas avós costuram, uma delas já teve uma oficina que atendia marcas de médio porte. Meu avô fazia tricô, minha mãe também faz e uma das minhas tias é decoradora. Acho que essa coisa de observar, me ligar em tendências  vem de sempre. Há 4 anos comecei a bordar camisetas e vender na faculdade. Disso veio meu primeiro trabalho com moda e minha primeira filha, uma marca de camisetas e acessórios femininos (Lafynna). Nesse caminho sempre fui bem palpiteira,ajudava a comprar roupas pra ocasiões especiais, festas, viagens e me intrometia no que achava bom ou não!rs Quando decidi deixar meu emprego anterior (Sou formada em Secretariado Executivo Trilingue e Marketing) tive uma “luz” e resolvi me jogar de vez nesse universo da consultoria de imagem e estilo. Sempre tive muito comigo essa coisa de ajudar ao próximo, ajudar o outro com seus problemas e nesta profissão vi uma luz: ajudar mulheres com sua autoestima, seus problemas . A consultoria é quase uma terapia! Amo!  Minha relação com a moda hoje é bem tranquila. Já fui a louca das compras. De doar peças e peças com etiqueta. Depois de ter que segurar o cartão um tempo e de entender o reflexo que essas escolhas tem na nossa vida e a longo prazo, melhorei bastante. Consigo enxergar melhor o que cabe no meu armário, do que preciso e não comprar mais por impulso! (as vezes sapatos e acessórios escapam! Não sou de ferro hahaah)

NM-Na hora de fazer uma consultoria de imagem pessoal, quais sãos os pontos fundamentais a se levar em consideração?

20160426_032300000_ios-200x300Antes de contratar o serviço  tem que existir  a identificação com o profissional e o método de trabalho dele. Hoje com as redes sociais fica tudo mais fácil. Tenho clientes que me escolheram depois de me acompanhar um tempão no instagram, por exemplo. Acharam bacana a forma que trabalho e resolveram fechar.  Depois disso,  temos  o  processo de mudança e como todo processo deve ser tratado com muito carinho, cuidado e estudo. Nada acontece do dia pra noite, não é mágica!rs È um trabalho que acontece em conjunto. Cliente e consultora devem estar MUITO alinhadas para que as coisas funcionem e não saiam dos eixos. Confiança é um dos pontos principais. Nós (profissionais) entramos literalmente de cabeça na vida/universo da cliente. Entramos na casa dela, no armário dela e se ela não estiver preparada de antemão para isso, pode criar algum tipo de resistência que em algum momento trará desconforto durante o processo.  E, por fim, considerar que sairá deste trabalho uma nova pessoa, entendendo exatamente quem ela é, o que quer transmitir e o que realmente transmite!  Éste é um trabalho lindo e sou apaixonada por ele e todos os resultados que vejo florescer.

NM-O QUE É “ESTAR NA MODA”?

Estar na moda, pra mim, ao contrário do que muitos pensam não é SEMPRE torrar horrores no shopping a cada troca de estação. É saber se adequar da melhor maneira possível, antes de qualquer coisa com o que tem. Éstar ligada no que é tendência mas sem se deixar ser engolido por ela. Entender sobre todos os processos e impacto  de cada escolha.Pra mim quem vive escravo desta indústria é exatamente o contrário: total “fora de moda”.

NM-TENDENCIAS PARA O VERÃO 2017.

Pra próxima estação temos muitas peças desestruturas e looks mais descontruídos. Peças mais largas, tecidos fluidos, sapatos masculinos nas produções femininas, coletes em tecidos mais leves e mais compridos e muitas bombers em diversos tecidos e tipos. Os patches continuam também super fortes e as aplicações com bordados nas peças também.

NM- FALE UM POUCO DO SEU TRABALHO.20160427_044007000_ios-200x300

Falar do que faço é muito amor, pois realmente me encontrei em uma profissão. É um trabalho sem rotina. Entro sempre em um universo totalmente diferente e falo pras minhas clientes que, pra mim, é como brincar de boneca. Vestir, tirar, escolher peças, desvendar coisas que nem elas imaginavam sobre elas mesmas e chegar no fim e ver aquela pessoa confiante e feliz com ela mesma, com seu corpo, roupas e estilo é muito compensador.

SITE – http://www.laisurizi.com.br/

artes plásticas, Economia criativa, Plataformas, Empreendedorismo femininno, Entrevistas, Eventos

BELAS ARTES REALIZA 2ª EDIÇÃO DO FÓRUM BELAS ARTES DE ECONOMIA CRIATIVA

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Steven Pedigo, diretor de Pesquisa e Cidades do Creative Class Group, desenvolveu um estudo abrangente das indústrias e dos âmbitos criativos em São Paulo, que englobam setores de tecnologia, artes, cultura, arquitetura, design, ciência, entre outros. Esse estudo foi feito por alunos de pós-graduação da instituição sob direção de Pedigo e será apresentado nesta 2ª edição do Fórum. A ideia da pesquisa é entender melhor as vantagens competitivas, as oportunidades e os desafios associados com a economia criativa em São Paulo e, além de olhar para indicadores do setor, foram desenvolvidos perfis qualitativos das indústrias e áreas desta economia na cidade. “Tivemos como premissas os 4 Ts – tecnologia, território, talento e tolerância – para avaliar São Paulo como cidade criativa”, explica Pedigo.

Na ocasião, a instituição vai aproveitar para lançar o laboratório de Design e Experiências Imersivas, que será supervisionado por Bruna Petreca com consultoria de Ricardo Laganaro, diretor da O2 Filmes, responsável pelo departamento 3D da produtora. Por isso, a Belas Artes procurou reunir empresas e profissionais engajados neste setor para debater assuntos como realidade aumentada, vídeos em 360° e realidade virtual.

Entre os palestrantes estão Ricardo Justus, diretor de inovação da rede Record, que vai discutir sobre as possibilidades e os desafios de contar histórias em realidade virtual; Marcelo Daou, responsável pelo desenvolvimento de novos negócios e soluções para dispositivos móveis, incluindo aplicativos, wearables e IoT na Samsung. Ele vai apresentar as oportunidades do mercado de wearables no Brasil.

Janaína Augustin e Quico Meirelles, diretores da O2 Filmes, também estarão presentes e vão falar sobre os desafios que as produtoras terão de enfrentar com o avanço cada vez mais acelerado da tecnologia, dando destaque para a realidade aumentada e virtual. O Fórum vai receber ainda Rawlinson Terrabuio, cofundador da Beenoculus, empresa que desenvolveu o primeiro óculos de realidade virtual produzido no Brasil. Ele vai destacar as oportunidades que a realidade virtual está criando para toda a indústria de economia criativa e a promessa de ser a disrupção em setores tradicionais como o da Educação.

Além disso, o evento vai contar com uma conferência online que será realizada downloaddiretamente dos Estados Unidos. Barry Pousman, cofundador e CEO da Variable Labs, vai discutir sobre experiências imersivas em realidade virtual. Antes de abrir sua empresa, Pousman era estrategista-chefe na ONU, onde ajudou a implementar novas iniciativas de mídia em torno da promoção do desenvolvimento sustentável. Em sua cartela de clientes atuais estão empresas como Google, XPRIZE e a própria ONU.

O Fórum Belas Artes de Economia Criativa tem como objetivo apresentar a população em geral os principais cases e propostas da indústria criativa.  A intenção é debater os novos formatos da economia e seu potencial de contribuição para o desenvolvimento dos países. O evento é aberto ao público, gratuito e para participar basta a inscrição com antecedência no site www.belasartes.br/forum.

 

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