Carreira, Empreendedorismo femininno, empreendedorismo maduro, empregos, Entrevistas, imagem e estilo

4 dicas para o seu negócio começar 2018 com o pé direito

download

Com a chegada do ano novo, é comum que as pessoas fiquem preocupadas com suas metas e resoluções para os meses que se seguirão. Para os empreendedores e gestores, essa tarefa é particularmente difícil, uma vez que uma boa definição de estratégias pode representar a diferença entre o fracasso e o sucesso de um negócio.

Apesar da dificuldade e da responsabilidade, os gestores ainda precisam definir os objetivos, uma vez que eles são, basicamente, o principal combustível e a razão de existir das empresas, independente do seu tamanho. Com a expectativa da retomada da economia nacional, essa definição se faz ainda mais importante devido ao potencial de crescimento que se vislumbra para 2018.images

Sendo assim, confira quais são as principais dicas para a definição de caminhos que podem impulsionar seus resultados no início do ano, garantindo maior vantagem competitiva e crescimento sólido.

Verifique todos os pontos

Na hora de definir seus objetivos, não se limite. Contar com a opinião dos diretores e gerentes é fundamental. Entretanto, é igualmente importante ouvir de todos os colaboradores, garantindo o engajamento da companhia. Ao estabelecer metas, lembre-se de que elas precisam ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e devem ter um prazo bem definido.

Dê um passo para trás

Ao definir as estratégias, aproveite para falar com a equipe a fim de entender o cenário da corporação. Peça feedback regularmente, pergunte o que não foi conquistado e qual o motivo. Contar apenas com a própria opinião pode fazer com que o gestor não consiga perceber questões pontuais e cotidianas que podem estar prejudicando no bom desenvolvimento do negócio.

images (1)Aplique o passado ao presente

Após estabelecer os caminhos traçados pela empresa, verifique se eles estão de acordo com os planos que já haviam sido previamente estabelecidos. Certifique-se de que estes objetivos são capazes de efetivamente contribuir para o crescimento da companhia e se estão alinhados com a missão e da visão da corporação.

Comunique-se

É preciso ser comunicativo e manter o diálogo aberto. Após definir o roadmap do ano que se inicia, reúna a equipe, apresente suas ideias, mostre a eles qual sua expectativa em relação a cada departamento e relembre as prioridades da empresa. Fale também dos prováveis desafios, e mostre-se disponível para sanar dúvidas e responder comentários.

*Gabriela Freitas é sócia-fundadora da Proxy Media, agência de Marketing Digital e empresa idealizadora do Clube Sou Empreendedor

 

 

Anúncios
Empreendedorismo femininno, Entrevistas, Eventos

Pesquisa mundial revela que millennials acreditam ter apenas 35% de influência na estratégia das empresas onde trabalham

download

Realizada com cerca de 8 mil millennials de 30 países, incluindo o Brasil, a pesquisa “The 2017 Deloitte Millennial” abordou questões que preocupam jovens nascidos a partir de 1982, ou seja que têm entre 19 e 36 anos. O estudo, feito somente com jovens atuantes no mercado de trabalho, constata que os millennials têm um perfil inovador, buscam estabilidade e estão dispostos a assumir responsabilidades. Também contraria estereótipos e preconceitos que permeiam o cotidiano corporativo, de que são uma geração de jovens utópicos imediatistas, que não aceitam hierarquia e processos estabelecidos.

download (1)Diante de um mundo tão incerto e, no caso dos países emergentes, de condições político-econômicas desfavoráveis, 31% dos entrevistados afirmaram que pretendem ficar cinco anos ou mais na empresa em que trabalham e apenas 7% disseram ter intenção de deixar o emprego em breve. Com relação ao tipo de trabalho, 65% disseram preferir um emprego permanente de período integral e 31% afirmaram optar por consultorias ou empregos freelance.

“A pesquisa mostra que precisamos investir no desenvolvimento do ambiente corporativo. O mundo e a sociedade mudaram e temos a geração X e Y convivendo neste mesmo espaço, com percepções diferentes. É preciso uma adaptação mútua, porém, no caso da esfera corporativa, essa adaptação, na maioria dos casos, tem início nos líderes”, diz Villela da Matta, presidente da SBCoaching e business coach. “Os millennials buscam autonomia e influência nos projetos, estão dispostos a assumir responsabilidades para poderem desenvolver soluções e produtos e os líderes contemporâneos devem conseguir equacionar isso com questões corporativas e limites que têm de ser respeitados”, explica.

Mais uma vez contrariando os estereótipos, os millennials entrevistados disseram que images (1)sentem que são 70% responsáveis diretamente pela satisfação dos clientes das empresas onde trabalham, o que revela seu alto comprometimento. O contraste com o baixo percentual, 35%, de influência sobre a estratégia da empresa, é que leva ao desengajamento. “Estes jovens têm boa formação e anseiam para que seus líderes acreditem em seu potencial. É possível delegar sem largar, ou seja, o líder pode acompanhar e orientar, o que é uma motivação para o funcionário e uma forma de aumentar sua performance como gestor”, orienta o business coach.

Preguiçosos ou sem oportunidades?

Contudo é necessário desmistificar também a ideia de que os millennials sejam preguiçosos. Este estereótipo pode estar impactando, inclusive, nas ofertas de trabalho oferecidas. Segundo a pesquisa “Millennials e a Geração Nem Nem”, realizada pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP), em parceria com a empresa MindMiners, em setembro do ano passado, 25% dos brasileiros nesta faixa etária estão desempregados, fato que tem origem na crise econômica atual, claro, mas também nas poucas oportunidades dadas pelas empresas, que dão preferência a quem tem experiência.

A pesquisa revelou que a maioria destes jovens (68%) concorda em aceitar ganhar menos ou trabalhar em áreas fora da sua área de formação, quase metade (45%) também está disposta a trabalhar mais de 40 horas semanais. A diferença está no compromisso com a igualdade e a inclusão (44% consideram esse fator importante) e o incentivo à geração de novas ideias e melhorias (54% dizem querer participar deste processo).

Há quem diga que é a geração mais preparada em nível acadêmico, a que mais cria, a que mais inova. “Sem dúvida, estes jovens são as pessoas que hoje melhor captam as novidades e as reproduzem em diversos meios”, diz Vilella da Matta. “Tamanha efervescência de ideias pode por em risco a execução de atividades maçantes, mas, necessárias para o funcionamento da empresa”, pontua.

“Novos tempos e novas formas de trabalho não são mais futuro, são presente, já se estabeleceram, portanto, o bom líder não só pode como deve adotar novas formas de lidar com seus funcionários para atingir um bom resultado”, aconselha.

 

10 dicas de técnicas de engajamento para profissionais millennials!

images

Por Villela da Matta, precursor do coaching no Brasil e business coach

  1. Tenha o ato de delegar como um comportamento e uma prioridade. Para isso mantenha a rotina de analisar suas tarefas e avaliar o que pode ser realizado por sua equipe, inclusive tarefas que você tem o hábito de realizar.
  2. Pense no resultado que deseja e foque em como irá transmitir esse objetivo com clareza a quem irá delegar.
  3. Escolha o profissional que tem mais habilidades para executar essa tarefa, mas também leve em consideração critérios como “ele lida bem com prazos?”, “alguém da equipe gostaria dessa oportunidade?”.
  4. Dê total autonomia a quem você delegou a tarefa. Isso não significa largar a tarefa. Você pode dar autonomia e ficar disponível para colaborar no que for necessário para que o resultado seja alcançado.
  5. Se você precisa de status periódicos de andamento do projeto procure deixar isso claro, bem como o formato, no ato da delegação, se possível com datas determinadas. Ex. Semanal, ao final do dia.
  6. Dê feedback. Mesmo que não seja convocado a colaborar, demonstre que está acompanhando o processo, elogie progressos, conquistas, dê sugestões.
  7. Não coloque a responsabilidade sobre os resultados somente em quem delegou a tarefa. O líder é responsável pelo sucesso e fracasso de projetos e como tal deve ter envolvimento com este olhar de sinergia e atenção para rever alguma rota ou propor uma ação para retomar o caminho.
  8. Ouça sua equipe. Considere sugestões e propostas para mudanças de processos, ideias. Apoie decisões bem justificadas. Estimule sua equipe a ter um comportamento analítico, flexível e capaz de aumentar a performance de todo o setor.
  9. Avalie os resultados. Proponha apresentações com participação de todos para compartilhamento de ideias e soluções. Valorize os envolvidos. Deixe que apresentem seus projetos e cases.
  10. Fuja da delegação reversa. Não perca a oportunidade de desenvolver seu time quando alguém voltar com uma tarefa que você delegou. Hoje, você pode ganhar tempo fazendo e não ensinando, mas a longo prazo isso não vai ajudar na sua performance como líder e nem na performance do aprendiz, muito pelo contrário.

Fonte – Divulgação