Empreendedorismo femininno

Ideias de negócios para a Terceira idade se multiplicam

 

Muitos países – como Japão e Estados Unidos – já perceberam o potencial de crescimento do mercado da terceira idade. Por lá, já existem eletrodomésticos que são produzidos especialmente para idosos, que são mais leves e fáceis de usar.

Também tem o celular com teclado maior, com letras e números bem visíveis. Além disso, a indústria também já produz alimentos em porções menores e textura mais suave. No Brasil, a população está envelhecendo. E os idosos buscam mais saúde e estão com mais poder de consumo.

Mas o empreendedor ainda investe pouco nesse público. A professora de marketing Tania Mine, não tem dúvidas: esse novo mercado, formado por consumidores mais velhos, vai forçar mudanças nas empresas.

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Alguns empresários já começaram a se mexer nessa direção. A academia montada pelo médico ortopedista Benjamim Apter, por exemplo, foi criada para atender pessoas com lesões nos músculos e articulações. Começou em 2004 com uma unidade e hoje são seis.

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Já o empresário Antonio Carlos Perpétuo também investiu no público da terceira idade e montou uma academia de ginástica para o cérebro. Os alunos praticam jogos de cartas, de encaixe e usam instrumentos de cálculos. Antonio Carlos começou a fazer esses exercícios para o filho, que tinha déficit de atenção.

Não imaginava que o negócio ia virar uma franquia de sucesso. Hoje são 200 unidades franqueadas e mais de 1/3 do público da rede são idosos, que na verdade buscam envelhecer mantendo o cérebro saudável.

Fonte – Geração Senior

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Em tempos de crise busque incrementar seus conhecimentos com experiências práticas.

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Nestes tempos de crise, observo muitas pessoas reclamando que não acham oportunidades ou que estão sem opções ou que não sabem por onde começar. Mas, não agem.

Bem, existe um fator que creio, precisa ser revisto por algumas pessoas, a humildade.

A humildade de reconhecer que mesmo saindo de um grande cargo ou profissão de destaque, há momentos em que precisamos dar um passo atrás e recomeçar. E sei que não é fácil, mas isto pode possibilitar um grande aprendizado.

Conheço colegas com mestrado, doutorado ou MBA com muitas dificuldades de se recolocar no mercado de trabalho, porque não aceitam funções que acreditam não estar à altura de seus conhecimentos e habilidades. Ou mesmo profissionais que se recusam a ganhar salários menores ou exercer atividades que pensam estar abaixo de suas possibilidades.

Por outro lado, vejo ex-colegas que se reencontraram em profissões distintas de suas formações, ou que após anos de experiência numa determinada área, constroem outra carreira com muito trabalho e sucesso, em atividades ligadas ao empreendedorismo, vendas e até artesanato.

Acreditem, estas mudanças são positivas, e agregam muito conhecimento. As experiências acumuladas podem inclusive refletir positivamente em ações futuras e promissoras.download (1)

Não pretendo ditar regras a ninguém, mas numa breve retrospectiva da minha carreira observei que em alguns momentos tive que dar um passo atrás ou exercer funções que estavam aquém de minhas competências profissionais.

Esses períodos serviram muito como reflexão e desenvolvimento de outras habilidades, e que depois possibilitaram inclusive que eu ingressasse na área de educação corporativa.

Exemplo, certa vez eu estava desempregada e precisava trabalhar, mas no prazo de seis meses só havia conseguido uma entrevista de emprego. Como sempre acreditei que experiências de crescimento podem ser adquiridas em outras áreas, fiquei atenta a algumas possibilidades.

Na época, um casal de amigos estava montando uma pequena, mas diferente confecção de calças jeans femininas. Peguei algumas peças em consignação para vender, e virei sacoleira mesmo depois de ter trabalhado numa grande multinacional.

Foi um período pequeno e, na época alguns colegas consultores me criticaram, porém neste período aperfeiçoei competências de negociação, comunicação e atendimento ao cliente.

As vendas também me possibilitaram ter renda para fazer um curso que seria útil em atividades futuras.

Depois disso surgiu uma oportunidade de trabalho numa consultoria, e depois fui lecionar em cursos livres e projetos de responsabilidade social no SENAC e no SENAI.

Aquela atividade em vendas direta ajudou-me a ter uma vivência importante para inclusive usar exemplos práticos e reais de abordagem, negociação, atendimento ao consumidor, conhecer diferentes perfis de cliente e fechamento em vendas, que pude transmitir aos meus alunos nas aulas de Recepção e Atendimento que lecionei no SENAC.

O simples fato de vendar calças às amigas e conhecidas, se revelou uma experiências engrandecedora, pois o relacionamento humano também me deu um forte aprendizado nesse sentido.

Acredito que precisamos aprender a tirar de nossas ações, experiências que sejam úteis no futuro.

 

ROSI MARTIN1 - foto para site

Tem vivência de mais de 30 anos no mundo corporativo e nos últimos 14 anos atua como Consultora e Instrutora de Treinamento. É pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho, Marketing e Graduada em Comunicação Social. Ministra cursos nas áreas de: atendimento ao cliente; melhoria da comunicação no ambiente corporativo; e inclusão social para preparar equipes para receber, atender e trabalhar com pessoas com deficiência. Lecionou em projetos de responsabilidade social no SENAC, SENAI e na Colmeia – Instituição que prepara jovens na busca pelo primeiro emprego. É coach de carreira e no momento atuo como Conteudista na produção de material para cursos EAD.

e-mail:rosimartin@uol.com.br