Empreendedorismo femininno

Dos Correios para a cozinha!!!

Louzier Lessa - Selba Melo (17)

Há 25 anos, Louzier Lessa arregaçou as mangas para ajudar na renda familiar com a venda de doces. Os livros de gastronomia tomaram o lugar dos romances. Foi então que ela descobriu seu talento para criar docinhos com menos açúcar e transformar receitas tradicionais em peças sofisticadas. Hoje, ela é uma das profissionais mais requisitadas para grandes eventos e casamentos no Brasil e até no exterior, já exportando para Miami. Nascida e criada em Cordeiro, interior do Rio, Louzier nunca fez curso de gastronomia. O talento para criar e decorar os doces é nato. Apesar de os seus docinhos viajarem país afora, Louzier nunca tinha saído do Brasil até 2010. Recentemente conheceu Dubai. De lá, trouxe especiarias linha de flores, rosas, hibiscus, camomila, cardomomo, para lançar uma linha de doces com sabores de chás florais.

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Se o objetivo era oferecer produtos originais e inusitados, os docinhos estampados de oncinha e zebra, por exemplo, garantem que Louzier acertou em cheio. Louzier é a responsável pela criação de todas as receitas, que ficam guardadas a sete chaves. Mas ela não esconde de ninguém a fórmula de sucesso do seu negócio: amor, paixão e açúcar, claro. Tudo na medida certa.

 

images (1)Antes de se descobrir uma empreendedora nata, Louzier era atendente nos Correios. Lá ela trabalhava de 9h às 18h e ganhava por volta de R$ 900. Sua trajetória com os doces começou para incrementar sua renda. Ela saía do trabalho direto para a casa da mãe que a ajudava na preparação.. Nos doces descobriu sua paixão. Inicialmente não almejava abrir um negócio próprio ou sair do seu emprego, mas com o tempo, vendo o sucesso de seus produtos com encomendas que só aumentavam, a saída foi inevitável. Ela precisava de mais tempo para se dedicar, fazer compras, testar receitas. Nesse período chegou a recusar encomendas por não ter tempo para prepará-las. Hoje comanda uma empresa com 70 funcionários diretos, fora os indiretos como os produtores de enfeites de doces. Se orgulha muito de sua equipe e diz que sem ela, a Louzieh Doces, que ganhou um “h” em homenagem à mãe dona Helena, não seria nada. Hoje trabalha até 15 horas por dia sempre com a satisfação de fazer o que gosta em seu próprio negócio. Este ano conseguiu conquistar o seu maior desafio, inaugurar a sede própria, sua fábrica. Além de ser a primeira a exportar doces para Miami.images (2)

 

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Momento Empreendedora com Renata Pace

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Renata Pace é Coach de Carreira e Vida. Teve sua vida transformada com a descoberta do Coaching, e hoje sua missão é fazer o mesmo com seus clientes. Desenvolveu 3 programas: o “Definindo minha profissão”, que ajuda os jovens na escolha de uma profissão, de forma completa e assertiva. O programa “Carreira e Dinheiro“, que ajuda profissionais alcançarem o sucesso em suas carreiras. E o programa “Sinta-se na melhor idade”, que tem o foco em ajudar pessoas de qualquer idade a manter a qualidade de vida e ir em busca de seus sonhos. Desenvolveu também, um método de atendimento denominado “fast coaching”, após observar pessoas que necessitavam ter um resultado mais rápido, como tomar uma decisão crucial, aumentar sua produtividade ou até mesmo resolver problemas a curto prazo.
Membro da Sociedade Brasileira de Coaching com certificações em Personal & Professional Coach, Leader Coach e Career Coach; E pelo IMS – Instituto Maurício Sampaio, certificada em Coaching Vocacional. Além disso, com 20 anos de atuação na área da Tecnologia da Informação em empresas Multinacionais, em sua maior parte como Gerente de Negócios, Projetos e Governança em TI.
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FGV EAESP faz seminário sobre o impacto social no varejo

 

O Centro de Excelência em Varejo (GVcev) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) irá realizar na quarta-feira (29), a partir das 8h30, um seminário com especialistas do varejo para discutir sobre como o varejo pode usar o impacto social de suas atividades como um diferencial competitivo.

“As empresas estão buscando projetos de valor compartilhado em que objetivam tanto benefícios sociais como econômicos. O varejo, por sua proximidade com a população têm um papel essencial na promoção das melhorias sociais e têm um grande impacto na sociedade”, explica Edgard Barki, o coordenador do seminário e professor da FGV EAESP.

O seminário é voltado para profissionais do varejo e da indústria, empreendedores sociais e demais interessados no tema de impacto social.

Para se inscrever basta acessar o site do GVcev: www.fgv.br/cev . Informações: apoiocev@fgv.br (11) 3799-7970. Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento é só entrar em contato com a assessoria.

Programação

Horário

8h30 – 8h55

Recepção e credenciamento

8h55 – 9h

Abertura

Edgard Barki (FGV EAESP)

BLOCO I

Como ter um Impacto Social no Varejo?
9h – 9h40

9h40 – 10h10

Como uma Grande Empresa pode Alavancar o seu Impacto Social?

Laura Marie Louise Pires (GPA)

Tânia Modesto Veludo de Oliveira (FGV EAESP)

Educação para uma Sociedade Melhor

Fernanda Canal

(Instituto Leo)

10h10 – 10h30

Perguntas e respostas

Edgard Barki (FGV EAESP)

10h30 – 11h Coffee-break
BLOCO II Promovendo Impacto na Cadeia de Valor
11h – 11h30

11h30– 12h

Incentivando a Agricultura Familiar

Fábio Mendes

(Instituto Chão)

Trabalhando a Cadeia Têxtil

Rozalia Delgaudio

(C&A)

12h – 12h25

Perguntas e respostas

Edgard Barki (FGV EAESP)

12h25– 12:30h

Encerramento

Edgard Barki (FGV EAESP)

Seminário: Impacto social no varejo

Data: 29/03/2017

Horário: 8h30 – 12h30

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – 4º andar – Salão Nobre

 

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Oportunidade para negócios inovadores: Prêmio Connected Smart Cities 2017 está com inscrições abertas

 

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O Prêmio Connected Smart Cities consiste em reconhecer e premiar negócios inovadores que colaborem para que as cidades possam alcançar o patamar de ser uma cidade inteligente. Realizado pela Sator Eventos e Neurônio em parceria com Sebrae-SP e a Urban Systems, e com o apoio institucional da Anjos do Brasil, a premiação ocorrerá na terceira edição do evento Connected Smart Cities, que acontecerá em junho de 2017.

O evento CSC reúne especialistas, prefeituras e pessoas engajadas com a otimização das cidades do Brasilpara buscar inspiração em soluções implantadas nas mais inteligentes cidades do mundo e o Prêmio vem contribuir com negócios que estão alinhados com esse objetivo.

O Prêmio é dividido em duas categorias: Negócios Pré-Operacionais, aqueles que ainda não atingiram o break even, ou seja, estão sendo financiados por investimentos e não pelo resultado das receitas e lucros gerados; e Negócios em Operação, produtos ou serviços que já tenham gerado receita para suas empresas e que estão plenamente disponíveis no mercado.

O Prêmio aceita a participação de qualquer pessoa jurídica com sede no Brasil, que apresente um negócio inovador que contribua com a resolução de problemas das cidades, de maneira a torná-las inteligentes. Não há limite de inscrições por empresa. No site oficial do evento estão disponíveis todas as informações e o regulamento. As inscrições vão do dia 13 de Março a 10 de Abril de 2017, até às 23h59 (horário de Brasília).

Acesse: www.connectedsmartcities.com.br

SERVIÇO:

Prêmio Connected Smart Cities

http://premio.connectedsmartcities.com.br/

Data de inscrição: 13 de Março a 10 de Abril de 2017, até às 23h59 (horário de Brasília)

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Momento Empreendedora com Gisele Ventura

 

 

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Psicóloga especialista em saúde mental pela UNIFESP (abordagem psicanalítica) , Coach formada pela Academia do Psicólogo, e orientadora profissional para adultos e adolescentes. Graduada também marketing, trabalhou por quinze anos no mundo corporativo na área comercial.

Atende atualmente em consultório e on line ajudando as pessoas a se desenvolverem por meio do autoconhecimento. Criadora do site de conteúdo http://www.autenticalab.com..br.

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Confira passo a passo para abrir loja virtual sem estoque

A quantidade de produtos necessária para dar início às vendas pela internet está entre as principais dúvidas de quem está planejando abrir um e-commerce. Muitos acreditam que é preciso ter um grande estoque e uma ampla variedade de itens para colocar o negócio para funcionar, mas, segundo especialistas, isso não é verdade.

“Ao contrário da loja física, em que é preciso oferecer variedade para atender os clientes, no e-commerce é melhor investir em mais itens de um mesmo produto, ou até mesmo em um único tipo de produto. É possível, sim, iniciar com pouco ou nenhum estoque”, explica Bruno de Oliveira, especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com.

Ele ensina passos para começar sem estoque e ser bem-sucedido:

  •  imagesAposte em um nicho com logística simples: A logística é um dos principais gargalos para o e-commerce no Brasil. “Se já costuma ser uma dificuldade para as lojas virtuais com estoque, para os que começam sem estoque torna-se um problema maior ainda”, explica Oliveira.  Por isso, nesses casos o melhor é investir em nichos com logística mais simples, onde a fabricação e reposição dos produtos seja  rápida. “Para alguns itens mais elaborados, os prazos de fabricação e entrega são maiores, o que pode atrasar os envios e prejudicar a operação como um todo”, comenta.

  • Escolha bem seus fornecedores: Encontrar os parceiros ideais é sempre importante, mas para os que iniciam sem estoque torna-se ainda mais fundamental. “O primeiro passo é listar os distribuidores e atacadistas que trabalham com a linha de produtos que se pretende vender. É preciso pesquisar bastante e avaliar o modelo de trabalho de cada um”, ensina Oliveira. Para isso, segundo ele, o ideal é visitar cada uma das download empresas pessoalmente. “Com essa visita, será possível verificar aspectos como a qualidade dos produtos, política de preços, organização e cumprimento de prazos”.

  • Utilize o estoque do seu fornecedor: Para quem decide começar sem estoque, existem alternativas para “terceirizar” o estoque, como a chamada “just in time”,  lógica de vendas que permite trabalhar com o estoque do fornecedor. “Dentro dessa lógica, tudo deve ser comprado somente quando for necessário. Quando uma venda for feita, o lojista virtual procura o seu fornecedor, faz a compra e envia o produto para o seu cliente. Dessa forma, ele consegue economizar um capital de giro que poderá ser investido em outros segmentos do negócio”, avalia.  Por outro lado, segundo Oliveira, esse modelo irá gerar custo adicional em relação ao deslocamento. “O lojista precisará ir muitas vezes até o fornecedor,  embora preserve o capital de giro e não precise comprar todo o estoque de uma vez. É preciso calcular bem o quanto irá economizar e o quanto irá gastar, para fazer valer a pena”, comenta.

  • Negocie a prazo: A negociação a prazo é outra estratégia interessante para um e-commerce sem estoque, de acordo com o especialista. “Nesse modelo, o lojista adquire certa quantidade de produtos e só paga o fornecedor depois de um certo tempo. Assim, ele ‘trabalha’ com o dinheiro do parceiro, e ganha tempo para vender os itens que foram comprados e pagar pelos produtos só dali a 30 ou 40 dias”, diz. download (2)

  •    Abrir sem estoque é um bom negócio?

  • Mas afinal, vale ou não vale a pena abrir um e-commerce sem estoque?

    Para Oliveira, esse modelo pode sim ser a solução, mas a curto ou médio prazo. “Se o empreendedor tem recursos limitados, montar uma loja virtual sem estoque pode ajudar bastante a dar aquele primeiro impulso. Porém, deve ser seguido por um período de tempo determinado, para levantar recursos. “De acordo com o volume de vendas, o ideal é, desde o princípio, já começar a utilizar parte dos lucros do negócio para montar um estoque próprio. Quanto maior a saída de determinado produto, mais ele poderá investir na montagem”, diz.

    Segundo ele, isso fará com que as entregas sejam mais rápidas, e com que os custos com deslocamentos até os fornecedores sejam reduzidos. “O melhor é controlar com eficiência a saída e entrada de produtos, e apostar nos mais vendidos para montar o estoque inicial”.

    Sobre Bruno de Oliveira- Empreendedor há mais de 15 anos, é especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com, espaço no qual auxilia outros empreendedores a iniciar e alavancar uma loja virtual e também oferece cursos e mentoria. Também é o criador do método Viver de Ecommerce e o idealizador da Semana do Ecommerce, evento online gratuito onde ensina a montar o planejamento ideal e o passo a passo para montar um e-commerce do zero.

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Carreira, Entrevistas

Entrevista com Osmar Almeida, sócio da Oito Consultoria.

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NM- Como surgiu a idéia de ser empreendedor?    

O sonho do brasileiro é ser empreendedor, e o meu também era, mas não tinha nunca tido a oportunidade de empreender em algo que realmente fizesse diferença pra mim.

Numa feira de negócios, que eu visitei em São Paulo, percebi que existiam oportunidades inovadoras: intermediação e articulação de negócios internacionais. Foi neste momento que entendi qual meu objetivo e meu propósito e criei minha empresa.

Hoje somos um escritório que gera leads e novos negócios para vários consulados..

NM – Como você identifica uma oportunidade?

Eu caço oportunidades todo os dias. Participo de eventos de negócios, converso o tempo todo com empresários e busco entender quais oportunidades e quais possibilidades estão surgindo.

Manter contato diário com clientes também é produtivo. Muitas vezes são os consulados que me sinalizam as oportunidades internacionais e me pedem indicações de empresas nacionais que queiram investir, vender ou apresentar algum tipo de serviço la fora.

NM-  Quando você considerou a possibilidade de abrir negócio como uma opção de vida?

Essa possibilidade já era um sonho, mas nada me encantava totalmente. Como eu disse, ao me deparar com a mistura de inovação e internacionalização de negócios, eu fiquei mexido. Neste momento, que também era um momento de mudança na minha vida pessoal, eu crie minha empresa.

 NM-  Como você se envolve com a rotina, com as operações do dia a dia?

Minha rotina é muito dinâmica. Estou online 90% do tempo, e uso todos os recursos para falar com meus clientes e parceiros. Adoro tecnologia e isso facilita e muito negócios globalizados e internacionais. Não tenho secretária e para baratear custos trabalho em casa e coworkings.

NM – Você tem parceiros?

Muitos. Para cada negócio, parceiros experts em seus segmentos. Afinal, eu seleciono, escolho e indico empresas nacionais para fazerem negócios fora do país. O grande segredo é ter bons parceiros.

NM – Fale um pouco do seu trabalho atual.

Meu trabalho consiste em mapear, filtrar oportunidades e realizar contratos de parcerias para projetos específicos.