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Momento Empreendedora com Angela Carvalho cozy-wear

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A Angela Carvalho cozy-wear surgiu quando juntei minha paixão por pijamas e o grande sonho de ter uma loja.

Dormir confortavelmente usando pijamas feitos com tecidos nobres era tudo o que eu queria, mas eu não encontrava uma marca que me desse também a possibilidade de “criar” meu próprio pijama de acordo com meu gosto e medidas.

Criei então peças que são combináveis entre si. Você monta seu pijama do jeito que você quiser.

Angela Carvalho cozy-wear faz pijamas com cara de “roupa de ficar em casa” (homewear). Uso somente tecidos gostosos e molinhos, meus modelos não apertam e são soltinhos.

São peças com cores que deixam a gente bonita e com uma modelagem que favorece o nosso corpo.

Com muita criatividade desenvolvo cada peça individualmente e com muita energia positiva  monitoro tudo de perto para que o resultado seja impecável.

Shoot de Moda, Fashion, por Daniel Faizibaioff
Shoot de Moda, Fashion, por Daniel Faizibaioff

Sobre os valores da  Angela Carvalho cozy-wear

Prezamos enquanto marca, a qualidade, o conforto e a liberdade de movimentos.

Apoiamos o consumo consciente, valorizamos os processos manuais, evitando ao máximo o desperdício de materiais usando cada retalho dos nosso tecidos para fazer acessórios para você!

A missão da Cozy-wear é superar as expectativas do cliente oferecendo uma experiência encantadora ao usar nossas peças.  A Cozy-wear se envolve cada dia mais com o universo feminino.

NM: Como surgiu a idéia de empreender?

Shoot de Moda, Fashion, por Daniel Faizibaioff
Shoot de Moda, Fashion, por Daniel Faizibaioff

Angela: A ideia de empreender surgiu quando  vi que precisava comprar pijamas e não encontrava nada do que eu queria aqui em SP, pois morei um tempo fora do pais e notei que o mercado daqui não tinha o produto que eu estava procurando: pijamas e roupas pra ficar em casa que não fossem conjuntos prontos e que eu pudesse ter peças com tamanhos diferentes. Foi então que tive a idéia de desenhar e fazer as minhas peças com cara de roupa.

NM: Como é seu dia a dia como empreendedora?

Angela: Meu dia a dia é bem gostoso, como resolvi ter um e-commerce tive que aprender como isso funciona assim como  tanbém  aprender sobre confecção, costura, molde, etc. É um constante aprendizado em todas as áreas, aos poucos estou delegando algumas coisas como marketing digital, assim consigo me dedicar mais a produção e venda.

NM: Qual foi seu maior desafio encontrado como empreendedora?

Shoot de Moda, Fashion, por Daniel Faizibaioff
Shoot de Moda, Fashion, por Daniel Faizibaioff

Angela: Meu maior desafio é não ser do ramo, não entender de finanças, não entender o mercado que é sempre tao dinâmico. Apesar de já empreender há um ano, continuo me aperfeiçoando e crescendo. Hoje no Brasil empreender é uma aventura mas com preparaçao , cautela e muito trabalho é possível ter sucesso. Acho fundamental acreditar naquilo que fazemos. No meu caso, onde só tenho a vontade e nada de conhecimento, o caminho é mais longo e demorado mas é um caminho rico e cheio de descobertas!

 

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As tendências em negócios sociais para ficar de olho em 2016

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Os negócios sociais têm ganhado mais destaque ao trazer soluções criativas para os grandes problemas do mundo moderno. Investir em uma empresa que busca, ao mesmo tempo, melhorar a comunidade onde está envolvida e ser rentável exige conhecer boas práticas de gestão, vendas, marketing e processos de inovação.

A aposta em iniciativas sociais é um desafio para novos empreendedores com anseio por conhecimento e satisfação na carreira,costumados com a transformação do comportamento das pessoas e das tecnologias.

Veja as tendências no empreendedorismo social para os próximos anos:

 

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Mais oportunidades à vista para empreender

Mais de um bilhão de pessoas vive abaixo da linha de pobreza hoje no mundo, segundo dados do Banco Mundial. Elas não têm acesso a serviços essenciais como água potável, saneamento básico e moradia.

Apesar dos significativos avanços nos últimos anos, o Brasil precisa melhorar muito na questão social. Uma parcela da população brasileira, por exemplo, não conta com serviços de educação de qualidade e apenas 25% possui plano de saúde. À primeira vista, esse cenário pode ser bem desanimador. Porém, é exatamente nesse contexto que negócios com objetivo social ganham força e se fazem necessários.

Para Mauricio de Almeida Prado, da consultoria Plano CDE, há um motivo pelo qual esse tipo de empreendedorismo ajuda a erradicar as desigualdades. “Os negócios sociais utilizam as boas técnicas do mundo corporativo e o espírito humanitário, com uma boa intenção e foco muito claro.”, diz ele.

Mais investimentos disponíveis para iniciativas sociais

Um estudo do Monitor Institute diz que, de 2012 até o início da próxima década, mais de 500 bilhões de dólares serão investidos em negócios sociais de todas as partes do mundo. A expectativa é o aporte de dinheiro em empreendimentos deste cresçam ano a ano.

“No futuro, não vai haver uma distinção entre negócios sociais e negócios tradicionais,” afirma Prado. “A maioria das empresas estarão envolvidas em alguma causa”.

Mais jovens adultos se tornarão empreendendores

É notável o interesse dos jovens adultos em abrir suas próprias empresas. A última edição do estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) mostra que 41% dos jovens da América Latina pretendem empreender num futuro próximo.

No empreendedorismo social, é possível observar o mesmo. Uma pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) revelou que 55% dos millennials, os nascidos entre o início da década de 1980 e o meio da década de 1990, têm o desejo de ajudar outras pessoas a melhorar a qualidade de vida delas. Isso significa que haverá mais pessoas com ideias inovadoras para o bem-estar de todos e também mais recursos para transformá-las em realidade.

Setores como educação e saúde deverão ter mais iniciativas

Segundo uma pesquisa realizada pela Plano CDE em 2011, as principais áreas de atuação dos negócios sociais no Brasil são serviços financeiros (44%), seguidos por saúde e educação (10% cada). Os setores de alimentação, moradia e energia não são muito explorados pelas empresas sociais brasileiras. Cada um é foco de apenas 6% dos empreendimentos sociais pesquisados.

De lá pra cá, o setor da educação foi contemplado com diversas iniciativas sociais. O estudo “Oportunidades em educação para negócios voltados à população de baixa renda no Brasil”, realizado pelo Instituto Inspirare e pela Potencia Ventures, mostra que os negócios sociais voltados a educação devem movimentar R$ 60 bilhões nos próximos anos.

As empresas i9access e Epitrack são bons exemplos de negócios sociais que estão surgindo na área da saúde. A primeira fornece uma plataforma de telemedicina que aproxima profissionais de saúde e pacientes. Com o software, os médicos não precisam estar no mesmo local que seus pacientes para realizar uma série de serviços.

Já a Epitrack cria plataformas digitais para detecção de doenças por meio de crowdsourcing — método de coleta de dados em que os próprios usuários da plataforma enviam informações.

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Dicas para gerenciar seu tempo

1. Limpe e organizedownload (1)download (2).jpg

Manter o seu local de trabalho organizado e limpo vai facilitar muito o cumprimento das suas tarefas. Saber onde está aquela pasta ou em que gaveta você arquivou o último relatório vai te poupar tempo e evitar que as coisas se percam naquela pilha de arquivos que você está deixando acumular no canto da mesa.
Para quem está montando seu home-office é bom colocar na lista de compras gaveteiros, arquivos, organizadores e pastas que devem ter sempre etiqueta de identificação na face exterior.
Para facilitar ainda mais, planeje a organização para deixar tudo o que você precisa com frequência em áreas que estejam ao alcance das mãos. Livros que são consultados sempre podem ser colocados em prateleiras em cima do computador e canetas e grampeadores podem ter um cantinho especial ao lado do teclado ou na primeira gaveta da sua mesa.
No computador, exclua arquivos desnecessários, organize tudo em pastas bem identificadas e coloque aqueles itens que você não pode perder de jeito nenhum em uma nuvem ou HD externo.

2. Renove seus apps

Se a sua vida está no seu smartphone ou tablet, investir em um bom aplicativo para organizar seus afazeres vai te ajudar muito.
Existe uma infinidade de apps com esse propósito. Mas é importante resistir à tentação de baixar vários. Escolha um e concentre tudo lá.  Assim você não corre risco de se confundir entre um aplicativo e outro. Separamos alguns para facilitar sua vida:
Pomodo Timer: já falamos aqui no Impulso sobre a  técnica Pomodoro, que ajuda a gerenciar o tempo. Com esse app simples você pode cronometrar seus intervalos de produção e pausa. Disponível para IOS e Android.
Evernote: Um dos mais conhecidos aplicativos para organização, o Evernote permite registrar seus compromissos e salvar arquivos e páginas da internet para consultar depois. Disponível para Android, IOS, Windows Phone, Blackberry e alguns navegadores web.
Remember the Milk: disponível para os sistemas operacionais IOS, Android, Blackberry e Windows Phone, é um dos apps mais competentes para organização de tarefas. É possível definir prioridades, assuntos e prazos – e ele ainda te notifica para você não esquecer nada.

3. Calcule e priorize download

Quanto tempo vou demorar para fazer essa tarefa? Quantas horas posso passar nessa reunião? Quanto tempo vou levar para chegar neste lugar?. Essas são perguntas que você deve se fazer sempre. Calcular o tempo de trabalho e de compromissos e tentar respeitá-lo vai fazer toda a diferença para você estimar o que pode dar conta durante o dia e aproveitar seu tempo ao máximo.
Depois de levantar suas obrigações, é importante separá-las por ordem de prioridade, colocando sempre aquilo que tem mais urgência ou exige mais atenção antes de tarefas corriqueiras que podem esperar.
Não se esqueça, também, de listar tudo o que precisa para cumprir cada item: fazer um contato telefônico, fazer um pedido por e-mail, solicitar um relatório, comprar material, e por aí vai.

4. Seja rigoroso

Uma olhada nas redes sociais, um lanchinho mais demorado, ou uma conversa mais animada com os colegas podem atrapalhar um dia inteiro de trabalho – e não é exagero não! Se atrasar por causa de algumas dessas distrações podem fazer com que você tenha que correr para entregar algo dentro do prazo ou não se prepare tão bem quanto poderia para uma apresentação, por exemplo.
Ser rigoroso com os cálculos de tempo que você estimou vai te ajudar a ter mais tranquilidade para produzir com qualidade e dentro dos prazos, além de garantir um melhor jogo de cintura se surgir qualquer imprevisto.

5. Descanso também tem hora

E é muito importante. Estender demais o horário de trabalho e com frequência pode acabar te deixando exausto e baixar sua produtividade. Por mais que você ainda se sinta cheio de gás, é importante respeitar seus intervalos para descansar, fazer alongamentos e se alimentar.
Lembre-se que cansaço não é só físico, mas psicológico. A consequência pode ser você se distrair e cometer alguns errinhos que não aconteceriam se estivesse mais descansado e atento.
Fonte- uol
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A diferença entre os salários de homens e mulheres com mesma formação acadêmica no Brasil é das maiores do mundo. É o que aponta o relatório “Education at a Glance 2015”, desenvolvido pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).  O estudo  analisou dados de 46 países.

A renda média de uma mulher com ensino superior no Brasil equivale a 62% da renda média do homem, segundo a pesquisa. Com o resultado, o Brasil, juntamente com o Chile, download (1)aparece em último lugar na avaliação dessa disparidade, dentre os países que disponibilizaram dados.

O levantamento também apontou que 72% dos homens com curso superior completo ganham mais que o dobro que a média da renda nacional. No caso das mulheres, 51% têm renda maior que a média do país.

“A desigualdade de renda entre gêneros é igualmente grande entre homens e mulheres cujo nível mais alto de escolaridade é o ensino médio regular ou a educação profissional”, acrescenta o texto.

Uma tabela referente a pessoas com idades entre 35 e 44 anos com educação terciária, que inclui tanto formação acadêmica quanto educação técnica de nível médio, mostra o Brasil com a sexta maior diferença nas remunerações. O salário das mulheres representa cerca de 65% do dos homens com a mesma formação e faixa etária.

No ranking, quanto maior a disparidade, mais alta a colocação. O país com a menor diferença salarial entre os gêneros é a Bélgica, onde os salários das mulheres representam cerca de 87% do dos homens com a mesma formação.

No Brasil, as mulheres também são maioria entre os que não estudam nem trabalham. Em 2014, 27,9% das mulheres de 15 a 29 anos estavam nessa situação, enquanto 12,7% dos homens estavam no grupo. As médias da OCDE são respectivamente 17,9% e 13,2%.

Fonte: Portal Vermelho, com Agência Brasil

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7 frases proibidas na hora de fazer networking

Há quem acredite que, para fazer um bom networking, basta ser espontâneo.

Não é bem assim: por mais que a sinceridade e a transparência sejam obrigatórias para o sucesso das suas relações profissionais, falar a primeira coisa que vem à cabeça pode ser muito perigoso.

De acordo com Marcelo Derossi, cofundador do Clube do Networking, as palavras têm um impacto decisivo sobre a reputação de um profissional. “Toda a imagem que você construiu perante um contato pode ir abaixo por causa de uma frase infeliz”, diz ele.

Quer evitar gafes e mal-entendidos? Veja abaixo 7 frases que é melhor evitar na hora de fazer networking, na opinião de Derossi e de Fabrício Barbirato, diretor executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos):

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“Como é mesmo o seu nome?”
Uma citação célebre do escritor e orador norte-americano Dale Carnegie (1888-1955) diz que o som mais doce do mundo para uma pessoa é o som do seu próprio nome.

Esquecer e perguntar novamente à pessoa como ela se chama, no meio da conversa, é como passar um atestado de distração e desinteresse na relação, afirma Derossi. Uma dica para gravar o nome de um conhecido é repeti-lo várias vezes durante o diálogo. Além de facilitar a memorização, esse hábito fará com que o outro se sinta mais reconhecido e apreciado.

“Você consegue me arranjar um emprego?”
A regra mais elementar do networking é investir continuamente nas relações profissionais, e não explorá-las pontualmente em troca de um benefício imediato para você.

Por isso, demonstrar que você só está conversando com aquela pessoa porque ela pode indicá-lo para uma vaga, por exemplo, é um certeiro tiro no pé. “Se você soar interesseiro e não trouxer nenhuma vantagem para a outra pessoa, o contato dificilmente irá evoluir”, diz Barbirato.

“Odeio minha empresa / meu chefe/ meus colegas”
Frases do tipo também são um péssimo cartão de visitas em sessões de networking. Quem fala mal do próprio empregador ou equipe soa intolerante e agressivo, diz Derossi.

Se a outra pessoa está pensando sobre como seria se vocês trabalhassem juntos, aí se encerram todas as dúvidas: pela acidez das suas críticas, ela entenderá que o seu forte não é a discrição – e muito menos a ética.

“O mercado está cada vez pior”
Por mais que a crise econômica enfrentada pelo país deixe pouco espaço para o entusiasmo, é bom controlar o seu pessimismo em conversas com pares do mercado.

Isso porque pessoas que preenchem encontros profissionais com desabafos e lamentações costumam ficar gravadas na memória alheia com um rótulo negativo. “Se você só reclama da profissão e do mercado, vão se lembrar de você como alguém desagradável, queixoso”, explica Derossi.

“Você é o máximo”
Segundo Barbirato, distribuir elogios falsos não costuma impulsionar a carreira de ninguém. Em outras palavras, se você acha que a outra pessoa será ingênua o suficiente para acreditar nas suas bajulações, talvez o ingênuo da dupla seja você.

Ser cordial e cumprimentar o outro pelas suas competências não é proibido, mas é sempre bom moderar o tom e ser sincero.

“Eu sou o máximo”
Assim como a bajulação, a vaidade tem efeitos nocivos sobre qualquer relação profissional. Ninguém gosta de pessoas narcisistas: falar apenas sobre si mesmo, descrevendo incessantemente as suas realizações, costuma afastar os outros.

“É essencial ser humilde, fazer perguntas sobre o outro, demonstrar interesse pelas competências dele”, afirma Derossi. Afinal, o seu contato deve saber quais são as suas habilidades, mas você também precisa conhecer as dele. Do contrário, não saberão como se ajudar mutuamente no futuro.

“Podemos voltar a falar de trabalho?”
Graças ao sangue latino, o brasileiro tende a valorizar muito as relações interpessoais, inclusive quando o assunto é trabalho. Assim, o networking só funciona se houver uma conexão informal e subjetiva com o outro.

Por isso, não é recomendável falar apenas sobre temas ligados à carreira e “cortar” as digressões do outro. Contudo, a informalidade não deve tornar o seu discurso vago. Na hora certa, diz Derossi, será preciso falar com objetividade e clareza sobre as suas intenções profissionais.

Fonte: Exame.com