Crowdfunding, Economia criativa, Plataformas, Entrevistas

O APOIA.SE, PLATAFORMA BRASILEIRA DE FINANCIAMENTO COLETIVO (CROWDFUNDING) RECORRENTE DISTRIBUI RENDA E COMEÇA A TRANSFORMAR CENÁRIO CRIATIVO BRASILEIRO.

download

 

O que é o APOIA.se?

O APOIA.se é uma plataforma de financiamento coletivo recorrente destinada à sustentabilidade da produção de conteúdos através da corresponsabilização e aproximação entre público e criador.

Mas como isso acontece?

Em termos simples, a plataforma funciona como uma assinatura mensal de conteúdos criativos, que também pode ser cobrada apenas a cada novo conteúdo publicado.

Através de um apoio recorrente, com valores a partir de R$1, fãs e admiradores podem financiar trabalhos, criações ou projetos que curtam e queiram ver acontecendo! Em contrapartida, recebem seus conteúdos favoritos em primeira mão, além de outras formas de retribuição que os criadores podem oferecer ou até combinar atendendo a pedidos do público.

Além disso, essa nova proposta de financiamento da produção de conteúdos é capaz de proporcionar mais intensidade e qualidade à criação, ao possibilitar que seus produtores possam dedicar muito mais tempo de suas vidas para criá-los.

Ao apoiar alguém recorrentemente, você contribui para a valorização do trabalho criativo por trás de seus conteúdos favoritos, além de impulsionar uma nova cultura de colaboração, reconhecimento e aproximação entre público e criadores.
Um pouco da história…

O APOIA.se nasce em 2014, inspirada pelo sucesso da plataforma estadunidense Patreon.com e liderada pelo músico, administrador e ex-Catarse.me Hernán Efrón.

Desde 2010, quando se envolveu com a criação da primeira plataforma brasileira de financiamento coletivo de sucesso, o Catarse.me, Hernán esperava que as pessoas pudessem viver dos projetos financiados.

Passados alguns anos de seu lançamento, percebeu que o crowdfunding tradicional não abrangia toda complexidade por trás do desenvolvimento de um projeto criativo, deixando de fora o custo do processo de criação em si.

Por essa razão, decidiu criar no Brasil uma plataforma que desse conta de uma necessidade que comumente precede qualquer projeto: as condições dos criadores de arcarem com seu custo de vida enquanto produzem.

Queremos financiar “a maior parte do iceberg”

“Se pensarmos no trabalho criativo como icebergs, por analogia, “a ponta do iceberg” corresponde à parte visível do trabalho criativo, que se materializa, por exemplo, no álbum de um músico, no livro de um escritor, no filme de um cineasta e assim por diante.

O bloco de gelo submerso, que ninguém vê, corresponde ao processo criativo completamente subjetivo que leva, muitas vezes, anos até criar a estrutura suficiente para emergir, tornando-se aparente e visível a todos.

Precisamos tomar consciência, como sociedade, da importância de financiarmos “a maior parte do iceberg”.”*

*Trecho extraído do manifesto dos criadores da plataforma APOIA.se.

A Nova Proposta!     download

O modelo do APOIA.se é diferente do das outras plataformas de financiamento coletivo (crowdfunding), com objetivo de financiar apenas um projeto.

A inovação, portanto, está na recorrência para financiar o processo criativo inteiro, aproximando público e criador ao longo de toda a trajetória produtiva.

Outra diferença em relação às demais plataformas de financiamento coletivo por projeto está nos apoios prestados: dentro da lógica da recorrência, esses costumam ser de valores mais baixos. Por se tratar de uma contribuição mensal, os valores destinados aos apoios não costumam pesar no bolso dos apoiadores.

Atualmente o apoio mais frequente no APOIA.se é de R$5.

“Nós, enquanto idealizadores do APOIA.se, entendemos que uma plataforma com foco no processo criativo seja o passo que falta em direção a uma produção de conteúdos independentes e de qualidade, que seja sustentável financeiramente a longo prazo.”

Juntamente com os criadores que utilizam a plataforma, estamos fomentando uma nova cultura no Brasil, que tem como bandeira a valorização do trabalho criativo.

Para quem é?

– Indivíduos
– Grupos
– Músicos
– Jornalistas
– Youtubers e demais produtores de vídeo
– Blogueiros e Escritores
– Quadrinistas
– Gamers
– Podcasters
– Fotógrafos
– Ilustradores
– Animadores
– Cineastas
– Educadores em geral
– Empreendedores sociais ou criativos
– Programadores
– Artesãos e Faça-voce-mesmo
– Artistas ou mesmo quem cria sem considerar-se artista!
– Perfis criativos que ainda nem imaginamos!

Como funciona?

O criador de conteúdo cria uma página da sua campanha no APOIA.se, apresentando o seguinte:

– descrição da sua campanha, em texto e vídeo
– seus objetivos criativos e metas financeiras dizendo como pretende usar o dinheiro dos apoios recebidos
– uma lista de como pretende recompensar quem o apoiar, segundo o valor do apoio
– as redes sociais e plataformas de conteúdo que utiliza

Com isso qualquer pessoa, fã ou público em geral, que tenha interesse no trabalho pode prestar um apoio financeiro mensal a partir de R$1,00, através de cartões de créditos ou boleto bancário.

Do total mensal arrecadado a plataforma retém 13%, sendo este o valor destinado a custear a infraestrutura e remuneração das equipes de desenvolvimento do software, suporte, curadoria, comunicação, financeiro, etc.

Cada criador possui uma página com url própria para divulgar a sua campanha, receber apoios, publicar novos trabalhos e interagir com seu público.

Trata-se de um espaço para interação entre criadores e público, que possibilita diálogos, troca de ideias/feedbacks, ou qualquer outro assunto pertinente à vida produtiva do criador, sua obra e os apoiadores.

O papel da plataforma junto à comunidade de criadores é de permanente movimento e constante interação, e tem como objetivo a construção conjunta dessa nova forma de se relacionar e conceber o mundo da criação — Por essa razão, com o passar do tempo o APOIA.se pretende ir muito além de financiar criativos, constituindo-se em uma poderosa ferramenta capaz de levar a outro estágio toda a produção criativa brasileira.

Fonte :
Apoia.se
Anúncios
Empreendedorismo femininno, Eventos, Mulheres Digitais

A SEGUNDA EDIÇÃO DO EVENTO MULHERES DIGITAIS ABORDA O TEMA: “UMA ÉPOCA DE GRANDES MUDANÇAS”

Vivemos em um momento de efervescência social com manifestações a favor de igualdade de gênero e raça. Questionamentos sobre representatividade ganham cada vez mais força e levam mulheres e homens às ruas na luta por igualdade.

Mas as mudanças não ocorrem somente nas ruas. A segunda edição do evento Mulheres Digitais traz ao palco grandes nomes, projetos e estratégias que estão fazendo a diferença no ambiente digital. Um exemplo é a palestra “Por que fiz? Porque posso!”, liderada pela diretora executiva da Technovation Brasil, Christianne Poppi e pela embaixadora regional da baixada santista, Nathalia Goes, mostrando que, muitas vezes, um grande projeto só precisa de uma oportunidade.

O evento contará também com a presença de nomes como Manuela Baren e Clarissa Passos, do BuzzFeed, falando sobre mudanças na comunicação para um feminismo que deixou de ser nicho; com a doutora em Ciências da Comunicação pela ECA – Rosane Borges -, a Presidente da Feira Preta – Adriana Barbosa -, e a gerente de social media da Heads, Patrícia Moura, falando sobre o papel da mulher negra no universo da comunicação e suas consequências.

A curadoria também inclui as palestrantes Isabela Caper, da Ajinomoto; Maria Carolina, da Amazon Brasil; Bianca Santana, da Cásper Líbero; Luciana Morassi, da Burson-Marsteller, e Francini Vergari, do blog Testosterona.

“Espero que o Mulheres Digitais possa trazer muitos insights e estimular cada vez mais a criação de projetos para uma sociedade mais igualitária. Apesar de a curadoria ser composta apenas por mulheres, as inscrições estão abertas para todos. Conhecer o trabalho dessas palestrantes é uma bela oportunidade para entender melhor este novo cenário e perceber como a comunicação e a tecnologia podem se tornar instrumentos para mudanças.”, comenta Ricardo Maruo, um dos idealizadores do Mulheres Digitais.

Programação e palestrantes

Após uma breve apresentação da segunda edição do evento Mulheres Digitais, a Data Driven Marketing da Amazon, Maria Carol, sobe ao palco para abrir o circuito de palestras com uma aula sobre mulheres e tecnologia.

Às 09h50, Christianne Poppi e Nathalia Goes, do Technovation Brasil, sobem ao palco para surpreender o público com uma palestra nada convencional. Logo em seguida, às 10h40, a gerente de produtos do grupo Ajinomoto, Isabela Caper, mostra como as estratégias femininas estão revolucionando empresas tradicionais. Ainda antes do almoço, o evento faz uma homenagem emocionante para uma das pioneiras do universo digital.
Após o almoço, às 13h30, a professora da Cásper Líbero, Bianca Santana, fala sobre cibercultura em conexão à luta das mulheres. Às 14h10, é a vez de Manu Barem e Clarissa Passos, do BuzzFeed, subirem ao palco para mostrarem como a forma de se comunicar está mudando e o feminismo está deixando de ser uma bandeira de nicho.
Antes do coffee break Francini Vergari, do blog Testosterona, faz sua estreia como palestrante e de forma bem-humorada fala sobre a visão entre homens e mulheres no mundo digital. Às 16h20, Luciana Morassi, gerente de PR estratégias da Burson-Marsteller, abordará a construção de relacionamento e engajamento com o público feminino.

O evento chega ao fim com um debate de extrema importância com a doutora em Ciências da Comunicação pela USP, Rosane Borges, junto com a presidente da Feira Preta, Adriana Barbosa, e da gerente de social media da Arabella, Miss Moura. Elas debatem junto ao público o papel da mulher negra no universo da comunicação e todas as suas implicações.

O evento acontece no dia 12 de março, no teatro da Faculdade Cásper Líbero. Os ingressos têm o valor único de R$ 99,00 e as compras podem ser feitas pelo site www.eventomulheresdigitais.com.br.

Serviço Mulheres Digitais
Onde: Teatro da Faculdade Cásper Líbero
Data: 12 de março/2016
Endereço: Avenida Paulista, 900 – 1º andar
Horário: Das 8h50 às 18h30
Ingressos: R$ 99,00 pelo do site www.eventomulheresdigitais.com.br

Fonte: Dinoimages

Empreendedorismo femininno

SEGURO DESEMPREGO: CONHEÇA A NOVA LEI E SAIBA QUEM TEM DIREITO

download

Todas as pessoas possuem seus direitos na sociedade. O seguro desemprego é um deles. Porém, ainda é possível encontrarmos algumas dúvidas sobre esse benefício.

É importante saber o que é o seguro desemprego, quem tem direito de receber, o valor e a quantidade das parcelas e, além disso, é possível também consultar o seu benefício.

O que é o seguro desemprego:

O seguro desemprego é um benefício criado para os trabalhos que perderam os seus empregos repentinamente, ou seja, que foram mandados embora.

O recém desempregado irá receber um auxílio em dinheiro, que poderá variar de acordo com o tempo de serviço e com o salário que recebia. Em média, o seguro desemprego é pago entre 3 a 5 meses, podendo ser contínuo ou alternado.

Quem tem direito ao seguro desemprego:

Nem todo trabalhador se encaixa nos quesitos para receber esse benefício, é preciso estar dentro das normas.

Recebe o seguro desemprego, o trabalhador que foi mandado embora sem justa causa ou por algum outro motivo como a dispensa indireta, seja esse trabalhador formal ou doméstico.

As pessoas que trabalham em escravidão e que forem resgatadas dessa condição, também possuem direito ao benefício. Assim como os pescadores em período de defeso.

Os empregados que possuem o contrato de trabalho suspenso, para a participação de cursos oferecidos pelo empregador, também podem receber o seguro desemprego, assim como trabalhadores com contrato suspenso por algum outro tipo de programa de qualificação também oferecido pelo empregador.

Para receber o benefício, não pode haver outro registro em carteira. Por exemplo: o indivíduo possui dois empregos e foi dispensado de um deles sem justa causa, não recebe o seguro desemprego devido ao outro registro em carteira.

Para receber o seguro desemprego, é preciso ter um tempo de serviço mínimo com aquele empregador.

Além disso, o número de parcelas a receber pode variar de acordo com esse tempo.

Ao pedir a primeira solicitação para receber o benefício, o trabalho deve ter trabalhado no mínimo 18 meses:
• De 18 a 23 meses – pode receber 4 parcelas
• Acima de 24 meses – pode receber 5 parcelas a receber

Na segunda vez de solicitar o seguro desemprego, o empregado deve ter trabalhado no mínimo 12 meses, e recebe:
• De 12 a 23 meses – pode receber 4 parcelas
• Acima de 24 meses – pode receber 5 parcelas

A partir da terceira solicitação, o empregado precisa ter trabalhado no mínimo 6 meses.
• De 6 a 11 meses – pode receber 3 parcelas
• De 12 a 23 meses – pode receber 4 parcelas
• Acima de 24 meses – pode receber 5 parcelas

Como calcular e consultar o seguro desemprego:

O valor a receber pode variar de acordo com o salário recebido. Para saber quanto você pode receber, calcule a média dos seus três últimos salários antes da dispensa. No site calcule.net você pode calcular quanto pode receber, basta acrescentar seus dados no site.

Porém, para os casos de pescadores, ex-escravos e trabalhador domestico, o valor da parcela é de 1 salário mínimo.

Para consultar o seu pagamento do seguro desemprego, você pode acessar da Caixa.

Fonte: DINO