Empreendedorismo femininno

Papo com a Blogueira Jo Ribeiro

DSC_3454 2 (2) Antes de qualquer coisa,  gostaríamos de conhecer a sua história.
 
 Sou ribeiraopretana, minha origem é simples – família italiana por parte de mãe, portuguesa e índia por parte de pai. Filha de militar
onde o autoritarismo sempre falou muito forte, desde pequena submissa a regras, católica e com a missão de
vencer na vida. Com 27 anos fundei a minha própria empresa W7 Eventos e a partir dai não parei mais. Na época queria apenas experiência e ser reconhecida profissionalmente. Já faz 20 anos o que muito me envaidece.
  
 Quando resolveu ser blogueira e qual era a ideia em sua cabeça?
 
Foi em 2011. Na época  a ideia de blog  estava em baixa, mas senti a necessidade de investir, criar e aprender. Criei o Click Jo Ribeiro, com foco em Eventos – Moda e Beleza, temas que adoro pesquisar. Aliás, qualquer mulher, e até os homens de hoje, adoram se cuidar.
 
O que é mais legal na vida de blogueira? Como é seu dia a dia?
 
IMG_0410O corre e corre é muito engraçado. Depois dos eventos as pessoas ficam esperando nossa postagem. Todo mundo gosta de ser ver na internet. As fotos são do nosso parceiro Alvaro Talaia , amigo e fotógrafo. Depois de escolher e publicar as fotos, compartilho
no Face,  no Insta e, quando me sobra tempo, no Linkedin e no Twitter. Além disso, divido meu tempo entre a casa, meus bichos de estimação, marido e com a minha empresa W7 Eventos.
  
Qual foi o comentário que você ouviu sobre seu blog e que nunca esqueceu?
 
Que o meu SITE é HOROROSO. Ri muito e fiquei feliz porque o meu blog estava deixando de ser blog e sendo reconhecido como site.
 
Quais Blogs são os seus blogs preferidos?
 
Não tenho uma sequência de entradas mesmo porque o meu tempo é muito corrido, mas quando posso dou uma olhada no portal da Glorinha Kalil, SPFW, Trends e gosto muito das blogueiras Tássia, Lalá Noleto e Mariah.
 
Você não viveria sem…
Fé em Deus, pois ele é minha fonte de inspiração para aceitar tudo o que a vida me proporciona de bom e de ruim. 
Espero que meus relatos possam inspirar cada vez mais Mulheres de Negócios ao Mundo de Negócios.
 
 
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JORNALISTA E DOUTORA EM CIÊNCIA POLÍTICA ANALISA COMO AS ESTRATÉGIAS DISCURSIVAS DE CANDIDATOS E JORNALISTAS FLERTAM COM OS MITOS POLÍTICOS CLÁSSICOS

Observando as campanhas presidenciais em toda a América Latina, percebe-se uma consolidação do personalismo. Mas há também diferentes estratégias que flertam com os mitos políticos clássicos, não apenas no discurso dos candidatos como na cobertura jornalística, tal como se observa em Campanhas presidenciais, mídia e eleições na América Latina, da jornalista e doutora em Ciência Política, Katia Saisi, lançamento da Editora Medianiz.

Antes de se aprofundar detalhadamente nos casos do Brasil, Chile e Venezuela, Saisi traça um panorama da democracia em todos os 20 países da América Latina. Trata-se de um sobrevoo panorâmico por processos históricos, políticos e eleitorais que se volta ainda mais generosamente quando os tópicos são os sistemas legislativos e as formas de financiamento de partidos e campanhas.

Foco que se torna ainda mais intenso nas análises das campanhas que elegeram Dilma Rousseff, Sebastián Piñera e Hugo Chávez. Esmiuçando a relação entre mídia e política, Katia Saisi acompanha a propaganda televisiva dos candidatos e a cobertura diária dos principais jornais desses países.

Além de identificar os princípios norteadores dos discursos dos candidatos e da cobertura jornalística, mostra como se deu a ascensão de novas formas de comunicação dos candidatos (mídias alternativas, desde rádio e TVs comunitárias, celulares e redes sociais), que estão mudando o modo de se fazer política na atualidade.

Katia Saisi –   Possui mais de 25 anos de experiência em assessoria de imprensa de empresas públicas e privadas, bem como de candidatos e políticos no exercício do mandato. É diretora executiva da Pluricom Comunicação Integrada.

Título: Campanhas presidenciais, mídia e eleições na América Latina: Brasil, Chile e Venezuela
Autora: Katia Saisi
Número de páginas: 296
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 42,00
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Criando e mantendo uma rede de Networking Sustentável.

Cassia - Palestra Networking

Se você passar mal durante a madrugada, para quantos amigos você poderá ligar pedindo ajuda? Caso necessite se recolocar no mercado, qual a consistência da sua rede de contatos profissionais? Ao conhecer uma nova pessoa você demonstra interesse por ela ou procura se mostrar uma pessoa interessante?

Não é só do meio ambiente que precisamos cuidar. Precisamos cuidar da nossa rede de relacionamentos também. Você consegue se imaginar vivendo em uma sociedade onde todos se enxergam como puro objetos de interesse? Assim como os recursos naturais do planeta precisam ser preservados, a nossa rede de contatos pessoais e profissionais também necessitam de cuidado.

Por acaso você tem ou já teve um amigo que só o procura quando precisa de um favor? Ou para chorar as mágoas, desabar e, só pergunta como você está, por pura educação? Pois é, depois de um tempo, você se sente cansado, usado e ao ver o nome da pessoa na bina do telefone, nem atende mais.

Sustentabilidade não se aplica apenas aos recursos naturais, mas também aos recursos humanos. A sua rede de relacionamento é um dos bens mais preciosos que você pode ter. Para ela ser valiosa, o que importa é a qualidade e não a quantidade! Estar conectado e praticar relacionamentos sustentáveis, são coisas distintas.

A aceleração da globalização força as organizações a tornarem-se mais enxutas e cada vez mais exigentes em relação ao desempenho de sua equipe de profissionais. Empregabilidade é a condição sine qua non nos dias de hoje. Não basta ser competente, é fundamental manter suas condições de empregabilidade. E um dos pilares da empregabilidade é o NETWORKING. Como praticar um NETWORKING sustentável? Aqui vão algumas 3 dicas:

  • Circule cada vez mais, leia livros, a cada mês compre uma revista diferente, assista filmes, visite museus, tenha um hobby, pratique esportes, navegue por sites diferentes, não saia de casa sem saber as manchetes do dia, enfim, mantenha-se atualizado. Quanto maior o seu repertório, mais facilmente criará links (pontos comuns) com as pessoas;
  • Na hora de dialogar, crie empatia, fale na medida e principalmente, escute genuinamente;
  • Organize um banco de dados com todas as informações do novo contato. E no dia do aniversário, ao invés de parabenizar pelo Linkedin ou Facebook, seja “original”, telefone.

Lembre-se, para estabelecer e criar laços sustentáveis, não basta curtir!

 Fonte: Cassia Verginia de Resende,  Coach e Diretora da Realize Desenvolvimento Humano e Organizacional.

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QUARTA EDIÇÃO DA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE CROWDSOURCING

Em sua quarta edição, a CCS14 – Conferência Internacional de Crowdsourcing 2014, que acontece até amanhã em São Paulo, na sede da Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), debate o capital humano e o compartilhamento de ideias por meio de uma sociedade em rede.

Criada pela empresária Marina Miranda e co-criação da Fecomercio, a CCS 14 tem como objetivo discutir o futuro das empresas com visão estratégica, abordagens inovadoras em novos cenários, incluindo novas teses no pensamento das organizações e indicando tendências.

“Por meio de palestras e workshops, o evento  mostra, de forma prática e aplicável, as novas realidades que precisamos conhecer, para nos adaptarmos”, explica Marina. “O mundo está passando por transformações e a tecnologia está acelerando esse processo ao conectar o mundo em um só lugar”, complementa.

Para compilar os temas que mais refletem como a colaboração pode unir o capital humano, o evento conta com a curadoria de Daniel Egger. Neste ano, a Conferência conta com os seguintes temas: #crowdeconomy, #crowdfunding, #economiacolaborativa, #futurethinking, #startups, #responsiblebusiness e #openinnovation

“Aplicar a colaboração dentro de uma empresa independe do tamanho e do mercado de atuação, mas sim da cultura e como ela pode se propõe ao crescimento sustentável”, explica Egger.

A grade de palestrantes da CCS14 conta com renomados nomes como Jimmy Wales, Cofundador do Wikipédia, Mario Kaphan, Fundador da Vagas.com.br, Ari Piovenzani, CEO do Innocentive Brasil e o especialista Stefan Lindegaard, autor e consultor estratégico da 15inno, Daniel Egger, cofundador na Foltigo, Adolfo Melito, criador do Instituto Economia Criativa irão debater os temas desta edição.

Entenda as oito hastags que foram criadas com os temas da 183160556 CCS14:

#crowdeconomy: perspectiva e compartilhamento de ideias, gerando confiança e criando novas modelagens na economia em meio aos paradigmas da sociedade em rede;

#crowdfunding: um sistema de arrecadação que promove ajuda financeira para a elaboração de projetos, além de assuntos como inovação, startups e empreendedorismo, e colaboração;

#economiacolaborativa: identificar e mostrar que existem pessoas e bens diferentes, que podem se juntar e atender oportunidades futuras, influenciando positivamente, uma nova sociedade;

#futurethinking: elemento comum que gera valor para a sociedade em rede e empresa, atendendo oportunidades futuras;

#startups: ideias inovadores e criativas, com ritmos de crescimento acelerados;

#responsiblebusiness: integração de diferentes partes na sociedade gerando valores a todos que se conectam ao futuro, gerando mudanças e equilíbrio entre as gerações.

#openinnovation: inovação por meio de ideias internas e externas, buscando avanço no mercado.

Serviço

Evento: CCS14

Data: 04 e 05 de setembro de 2013

Local: Sede FECOMERCIO/

Endereço: Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP

Inscrições: http://conferenciacrowdsourcing.com.br/

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Discussões

O desafio da ética

Ser ético é obrigatório em qualquer ambiente e, quanto mais descobrimos os escândalos envolvendo autoridades e políticos, mais devemos nos preocupar em ser éticos, íntegros.

Captura de Tela 2014-09-03 às 11.17.09Ética vem do grego, ethikos, e significa aquilo que diz respeito ao ethos, ou seja ao “bom costume”, ao “costume superior” ou ao “portador de caráter”. É a área da filosofia que se ocupa das coisas morais na sociedade, da conduta humana. E é o termo usado para definir comportamentos socialmente corretos, que respeitam outros seres humanos, o planeta e os seres que o compartilham.

A ética não pode ser confundida com a lei, mesmo que lei se baseie em princípios éticos. A ética vai além da lei pois ninguém pode ser legalmente obrigado a cumprir todos os princípios éticos, mas cumpri-los faz com a sociedade seja melhor para todos.

Captura de Tela 2014-09-03 às 11.20.27Ações antiéticas que são consideradas crimes são muito fáceis de perceber. Obviamente é claro para qualquer pessoa que matar é crime e uma ação frontalmente contra a ética. Roubar, apontar uma arma para alguém para tirar-lhe algum bem também é claramente percebido como uma ação contra a ética.

Parece ser muito simples, se você se considera uma pessoa de caráter, mas não é bem assim. O mais difícil é lidar com as pequenas atitudes antiéticas, as que não são claras, estão numa zona cinzenta.

Existem muitos pequenos deslizes que cometemos sem nos dar conta de estarmos agindo sem ética. E é nesses pequenos atos que damos início a uma tolerância com atitudes socialmente condenáveis que nos leva, sem perceber a não reagir diante de desmandos, falcatruas, corrupção.

Captura de Tela 2014-09-03 às 11.21.09Posso citar dezenas de pequenos exemplos e verificar que pessoas normalmente íntegras um dia ou outro cometeram algum deslize. Tem aquela sua vizinha que vive discursando contra a corrupção, mas deixa o cocô do cachorro na calçada. Tem o sujeito no carro da sua frente que joga lixo pela janela e você deixa pra lá. Você vê sua amiga receber o troco errado, perceber o que aconteceu e não se manifestar e ainda achar engraçado. E você ainda ri com ela.

Você testemunha – e até usufrui – a riqueza de um amigo que é incompatível com sua fonte de renda oficial sem se sentir constrangido. Você estaciona num lugar reservado para idosos porque está com pressa. Você dá uma gorjeta ao maitre do restaurante para “furar” a fila de espera e ainda se acha no direito porque é um freguês assíduo.

Enfim, se pararmos para pensar, todos nós temos algum deslize ético, que procuramos justificar quando percebemos: – Ah, eu estava com pressa. Ou, – não vou brigar com uma amiga porque ela cometeu um ato desonesto, o problema é dela. –  Não vou deixar de passar as férias na casa de campo do meu amigo rico porque não fui eu que roubei, não sou responsável. – Não vou chamar à atenção um cara que não conheço, ele pode ser agressivo.Captura de Tela 2014-09-03 às 11.43.23

Desculpas, sempre temos. Afinal, quem vai querer reconhecer que pode estar sendo menos íntegro? E depois não entendemos porque, mesmo com escândalos diários, não vemos reações suficientemente indignadas. A impressão que se tem é que o país está entorpecido, ninguém mais se importa.

Essa é a hora, infelizmente aquela que não pode ser adiada, em que temos que iniciar um movimento para resgatar a ética do brasileiro. Começando com pequenas atitudes corretivas de nosso próprio comportamento e de intolerância para com o comportamento de quem não observa os princípios éticos fundamentais. Esse será o alicerce de um país melhor para nossos filhos e netos.Captura de Tela 2014-09-03 às 11.31.54

É por essa razão que, em vez de desafiar você a posar sem maquiagem, ou tomar banho gelado ou outro desafio qualquer, resolvi desafiá-lo a descobrir todas as pequenas coisas nas quais você age anti eticamente e começar a corrigi-las. Está aí um desafio que vale a pena ser enfrentado e compartilhado. Convoque seus amigos, vamos iniciar uma mudança real no País, a partir de cada cidadão. Não precisamos de governo ou qualquer outra autoridade para isso. O poder está nas nossas mãos!