Empreendedorismo femininno

Fênix Editora reúne a Liderança Feminina

Com um público repleto de importantes nomes do RH e outras áreas, elas perceberam que o poder é realmente delas.

Com as mulheres ocupando cargos importantes a cada dia, nada como tratá-las como líderes natas. Tendo em vista essa necessidade, a Fênix Editora, em parceria com a ISK Consultoria Organizacional, realizou o primeiro FÓRUM DE LIDERHANÇA FEMININA, que aconteceu no último dia 24, no Ceaser Business Paulista.

Estavam presentes diretoras, gerentes e demais líderes das mais variadas áreas buscando desenvolvimento pessoal, profissional e compartilhando experiências. “É como disse um médico, amigo meu: As mulheres vão dominar o mundo!”, brinca a gerente de RH do Bradesco, Isabel Cristina Siqueira.

O dia foi levado por palestras de figuras como um dos vencedores do último Top of Mind Estadão de RH, o palestrante Luís Tejon. Ele falou sobre a importância das mulheres como líderes no mercado. “Elas são mais preocupadas com a injustiça. São mais dedicadas e se relacionam melhor com o outro. As mulheres irrigam as companhias com carisma, feminilidade, determinação e cooperação”, afirmou.

Andrea Villas Boas, autora do livro Valor Feminino – Desperte a riqueza que existe em você também esteve presente. Ela falou sobre as dificuldades das mulheres assumirem cargos importantes através de sua experiência de vida. “Quando a mulher quer alguma coisa, sai de baixo porque ela vai conseguir!”, garantiu. Ela enfatizou a importância da mulher se colocar em primeiro lugar. “É uma questão de sobrevivência”.

O dia foi preenchido também pelo casal Gustavo e Magdalena Boog, que falaram sobre a convivênciaem equipe. Elesmartelaram na importante ideia de que liderança significa ter consciência de si mesmo e do outro. Após a palestra da dupla, foi a vez da presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida (IBQV), Elizabet García Campos. Ela deu uma verdadeira lição de como viver melhor. “75% do consumo de antidepressivos é feita por mulheres. Isso porque, ao assumirem muitos papeis, elas acabam enfrentando dificuldades”, alertou.

O ciclo de palestras do 1° FÓRUM DE LIDERHANÇA FEMININA ficou completo com a presença da diretora de Recursos Humanos para a Kraft Foods Brasil, Roseli Marinheiro, que falou sobre a superação dos estereótipos e na competição do ambiente corporativo. Por último, aconteceu um debate entre Eliane Arere e Felipe Westin sobre o desenvolvimento da carreira da mulher em cargos de liderança.

O FÓRUM DE LIDERHANÇA FEMININA mostrou um pouco da realidade que muitos não enxergam. As mulheres representam 42% do mercado de trabalho do Brasil. Hoje, muitas delas optam por desenvolver a carreira e suas próprias finanças antes de construir uma família. Deixaram o papel de vítima para se tornarem protagonistas, até porque, como já disse a atleta olímpica Maurren Maggi: “Uma mulher que está no topo já ultrapassou mais obstáculos que o homem na mesma posição”.

Fonte – Divulgação

 

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Empreendedorismo femininno

Sebrae Mulher de Negócios premia empresárias

As inscrições para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2011 estão abertas e vão até o  próximo dia  cinco de dezembro.  O objetivo é reconhecer as melhores histórias de empresárias brasileiras em duas categorias: pequenos negócios, para proprietárias de MEI, micro e pequenas empresas; e negócios coletivos, para membros de grupos de produção formal, como cooperativas e associações de pequenos negócios com geração de trabalho e renda, formalizadas há pelo menos um ano.

Organizações não Governamentais (ONG), franquias, sindicatos, associações filantrópicas e empresas vinculadas às entidades promotoras do prêmio não podem entrar na disputa.

Leia mais

http://www.agenciasebrae.com.br/noticia/12700044/ultimas-noticias/sebrae-mulher-de-negocios-premia-empresarias/

Agência Sebrae de Notícias.

Entrevistas

Entrevista com Claudia Troncoso, da ABRE

Cláudia Troncoso é cientista social e coordena um trabalho de redistribuição de excedentes desde 1992. Em 2004, esse trabalho deu origem à ABRE – Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes que atende atualmente 85 instituições na região metropolitana de São Paulo.


N de M: O que é excedente?

Claudia Troncoso: Excedente é todo material que não tem mais utilidade para a empresa ou pessoa física e que pode ser disponibilizado para doação.

N de M: Como é o trabalho da ABRE?

Claudia Troncoso: Basicamente, o trabalho da ABRE é identificar as necessidades e capacidades de aproveitamento de cada instituição participante em relação a todas as possibilidades de doações, inovando as condições de encaminhamento, permitindo ao doador uma maior flexibilidade em doar materiais excedentes sem nenhum contato direto com as instituições. O doador doa quando quiser, na quantidade que tiver ou quiser doar, sem estabelecer vínculos ou compromisso com as instituições de nosso cadastro. O foco de nosso trabalho é apenas de criar condições facilitadoras para o encaminhamento desses materiais excedentes.

Nosso objetivo é implantar um processo contínuo de doações, disponibilizando uma rede de informações entre doadores, pessoas físicas e/ou jurídicas, e instituições cadastradas.

N de M: As doações recebidas acabam incentivando o aumento do consumo?

Claudia Troncoso: O trabalho proposto pela ABRE não incentiva e também não se destina a julgar o consumo, mas surgiu da preocupação com um descarte racional que promovesse o reaproveitamento de materiais que ainda estivessem em condições de uso. O foco de nosso trabalho é principalmente que o encaminhamento de doações seja feito de acordo com as necessidades apresentadas pelas próprias instituições, que realmente necessitem e utilizem, da melhor maneira, cada tipo de excedente; ao mesmo tempo, evitando a perda ou o desperdício de doações por dificuldades dos doadores em localizar prováveis instituições receptoras.

Muito se fala atualmente em sustentabilidade, em reciclagem, em reaproveitamento de materiais, em preservação, em consumo consciente. Temos que encarar o resultado de anos de uso contínuo de recursos naturais e de incentivo ao consumo. Nossa proposta de sustentabilidade em relação à solidariedade não visa questões diretamente ecológicas como a economia de recursos naturais, ou a renovação das fontes de energia, que dependem muitas vezes de mudanças políticas e investimentos financeiros. Nossa proposta é prática, simples e sem custos diretos.

O crescimento econômico e o aumento da produção desencadearam a criação de necessidades que pudessem absorver cada vez mais a produção de bens, e o desperdício é apontado como “vilão”; sempre sem citar as possibilidades de reversão de hábitos que o geram. Com o crescimento do consumo, o acumulo de cada material desencadeia a necessidade do descarte do item substituído, e a partir de um levantamento das características de cada instituição atendida, o encaminhamento dos materiais recebidos (aqueles que foram substituídos pelo doador) pela ABRE é direcionado apenas ao destino de uso real.

N de M: Que tipo de material pode ser doado?

Claudia Troncoso: A ABRE encaminha desde roupas usadas, móveis, livros, utilidades domésticas, brinquedos e material escolar usado, até materiais resultantes de eventos como materiais cenográficos, camisetas com a data do evento, calendários, bonés e canetas, cordões de credenciais, etc. Para cada item proposto, avaliamos as condições de uso ou de reaproveitamento e encaminhamos em quantidade proporcional ao número de pessoas atendidas por cada uma das instituições a serem beneficiadas.

N de M: Quais instituições são atendidas pela ABRE?

Claudia Troncoso: A ABRE atende aos mais diversos públicos, desde um quilombo até um presídio militar. Não existe nenhuma restrição em relação ao publico alvo para que haja o atendimento. A única condição de participação é o comprometimento na pontualidade de retirada de doações e o compromisso em encaminhar uma carta de agradecimento descritiva após o recebimento da doação, para que possamos prestar contas ao doador. Para cada doação, independente do tipo ou da quantidade, enviamos aos doadores uma carta e anexamos a carta de agradecimento da instituição beneficiada.

Maiores informações: www.abre-excedente.org.br

e-mail: abre-sp@uol.com.br

tel 11 5052- 0736

Das Colaboradoras

Sustentabilidade, o que é e porque todos devem contribuir

Histórico

As preocupações com o meio ambiente começaram a ganhar destaque já nas décadas de 60/70. Em 1971 uma equipe de ativistas zarpou de um velho barco de pesca, de Vancouver, Canadá, para “prestar testemunho” contra um teste nuclear subterrâneo que os EUA fariam em uma pequena ilha do Alasca. Esta ilha, situada em uma das regiões mais sujeitas a terremotos, era o último refúgio para 3.000 lontras marinhas em extinção, e lar de águias, falcões peregrinos e outros animais selvagens. A iniciativa não impediu que os EUA realizassem o teste, mas nascia o Greenpeace.

Em 1972 a ONU promovia a Conferência sobre o Meio Ambiente em Estocolmo e a comunidade internacional começava a perceber a estreita relação entre desenvolvimento e meio ambiente.

Nesta época os caminhos do desenvolvimento, definidos por respeitados estudiosos seriam seis: satisfação das necessidades básicas; solidariedade com as gerações futuras; participação da população envolvida; preservação dos recursos naturais e do meio ambiente; elaboração de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito a outras culturas; programas de educação.

Havia uma evidente crítica neste período ao desenvolvimento industrial, principalmente aos países desenvolvidos o que implicava na resistência de adesão destes a possíveis diretrizes ou acordos para solução da “catástrofe” ambiental que se anunciava.

Já na década de 80, começava a se esboçar a idéia de desenvolvimento sustentável, mais parecida com o que temos hoje, sem formular críticas diretas ao desenvolvimento industrial.

A 2ª Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em 1992 (ECO 92), mostrou um crescimento do interesse mundial          pelo futuro do planeta; muitos países deixaram de ignorar as relações entre desenvolvimento sócio-econômico e modificações no meio ambiente. Esta convenção fazia parte das inúmeras discussões sobre as alterações climáticas que culminaram com a idealização do protocolo de Kyoto.

Protocolo de Kyoto

Em 1997, na cidade japonesa de Kyoto, foi implantado de forma definitiva o protocolo de Kyoto. Esse Protocolo tem como objetivo firmar acordos e discussões internacionais para estabelecer metas de redução na emissão de gases-estufa na atmosfera.

Dez anos antes, em Toronto, ocorria a primeira reunião com líderes de países e classe científica para discutir sobre as mudanças climáticas. Nesta reunião foi dito que as mudanças climáticas têm impacto superado somente por uma guerra nuclear. Diante das metas estabelecidas, o maior emissor de gases do mundo, Estados Unidos, desligou-se em 2001 do protocolo, alegando que a redução iria comprometer o desenvolvimento econômico do país.

Ficou constatado que alterações climáticas são principalmente provocadas por CO2 (dióxido de carbono) emitidos pela queima de combustíveis fósseis.

O ano que marcou o início efetivo do Protocolo de Kyoto foi 2005, vigorando a partir do mês de fevereiro, com o mercado de créditos de carbono. Todos os países assinaram e retificaram o Protocolo, exceto os EUA.

Conceito

Um estudo sobre “meio-ambiente” revela a amplitude do seu alcance. Meio ambiente e sustentabilidade envolvem conceitos que extrapolam as condições naturais do Planeta.

Meio ambiente não é apenas a fauna e a flora ou biodiversidade. Meio ambiente é tudo! É o meio ambiente social, é o chão da vida. É no meio ambiente que todas as múltiplas relações interpessoais acontecem. Meio-ambiente “é o conjunto de condições, leis, influências e infra-estrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.

“Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades”. ONU – 1987: relatório, chamado Our Common Future.

Pensar na preservação do meio ambiente é pensar na preservação da vida.

Por conta desta amplitude uma conversa sobre meio ambiente ou sobre sustentabilidade permite que se fale desde preservação da biodiversidade até condições de trabalho, em uso social da propriedade, direitos humanos, valorização da diversidade das culturas, eliminação da pobreza e da fome, distribuição igualitária da renda.

O Direito como ciência que estuda a sociedade, suas relações e soluções para os conflitos da natureza humana em sociedade, destaca o ramo do Direito Ambiental para tratar especificamente das questões do Meio Ambiente em sua complexa abrangência. A Constituição Federal de 1988, norma hierarquicamente superior dá o norte do Direito Ambiental definindo o meio ambiente como um “bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida”.

Por conta destas duas características “uso comum do povo” e “qualidade de vida” que se abre todo leque de discussões então comentadas, pois qualidade de vida significa direito à vida, saúde, ensino, segurança, cultura, lazer, transporte, trabalho digno, etc.

Legislação

O tema comporta ainda destacar os aspectos mais práticos da sustentabilidade em nossas vidas, o que implica em falar um pouco da legislação, assunto que, em País cujas leis saem do forno diariamente não é tarefa fácil.  Parece importante então esclarecer que as leis são uma das fontes do direito, talvez as mais efetivas e mais utilizadas.

E a proteção do meio ambiente, por sua importância e urgência, merece tratamento externo através de tratados e convenções internacionais, e também interno através da Constituição Federal, leis federais, estaduais e municipais.

Vale destacar a importância de norma hierarquicamente superior que é nossa Constituição Federal a qual, criticada por muitos e conhecida por poucos, é uma lei muito moderna e que – mesmo que muitas vezes só no plano das idéias – serve de parâmetro para outros países, sendo paradigma em assuntos como meio ambiente e defesa do consumidor.  É a nossa Constituição Federal que define o meio ambiente como “bem comum de uso do povo e essencial à sadia qualidade de vida”, elencando em diversos artigos a necessidade de protegê-lo e preservá-lo como tal.

É dela também que surge a idéia já delineada segundo a qual o meio ambiente é tudo: o trabalho, a saúde, a natureza, a educação, a segurança, o lazer, o transporte e tantos outros conceitos que fariam o ser humano “feliz”.

Abaixo da Constituição Federal estão as leis federais, estaduais e municipais que tratam a diversidade de temas sobre o meio ambiente de forma mais específica. E, diga-se de passagem, antes mesmo da CF/88 e em decorrência do início das preocupações com o meio ambiente manifestadas nas décadas de 60/70, já existiam leis específicas para preservar o meio ambiente, tais como o primeiro Código Florestal, cujas modificações são voz corrente atualmente no Congresso Nacional que é de 1965 e a lei de proteção à fauna, de 1967.

Atualmente, e após os parâmetros da Constituição Federal, a legislação é vastíssima, valendo citar a Lei para Política Nacional do Meio Ambiente, a Lei dos Crimes Ambientais, a lei para Política Nacional dos Recursos Hídricos, A Lei da Biossegurança, dentre outras.

No âmbito estadual vale citar a Lei de Licenciamento Ambiental que regula as atividades sujeitas ao licenciamento ambiental, impondo diversas regras e requisitos cujo atendimento é obrigatório para regular funcionamento de empresas, condomínios, shoppings, etc.

Na esfera municipal podemos citar diversos exemplos de leis voltadas à proteção do meio ambiente, incluindo conceitos voltados à emissão de sons e embelezamento do meio ambiente, tais como a lei do psiu, a lei que instituiu a taxa do lixo, a lei da inspeção veicular (14.717/08), a lei cidade limpa (14223/06), dentre outras.

E, como são várias as leis e infinitas as regras, sem dúvida alguma, é muito importante que as empresas alinhem seus departamentos, jurídico e administrativo, para se enquadrarem nelas (pois as multas e punições são elevadas). A atuação da advocacia consultiva é importantíssima para que as empresas, evitando multas, crimes e problemas, ainda colaborem para a preservação do meio ambiente e melhor qualidade de vida de seus colaboradores e consumidores.

Dizemos isto pois esta questão da sustentabilidade, por muito tempo e talvez ainda hoje, foi encarada pelas empresas como uma questão de marketing, “propaganda para vender mais”. E o consumidor “pescou” esta idéia, muitas vezes acreditando que, na prática, as empresas agregam a questão da sustentabilidade em seus produtos apenas no intuito do lucro.

Mas as coisas mudaram. Hoje, de fato, a sustentabilidade e a preocupação com o meio ambiente são consideradas “uma causa fundamental para perenidade das organizações”, além do que, com a evolução dos conceitos e criação das leis, as empresas são obrigadas a se adequar.

Já existem selos de certificação, tais como o ISO 14000 que traduz a capacidade de gestão ambiental da empresa e até mesmo foi criado um índice pela Bovespa – chamado ISE – a fim de avaliar as ações da empresa por sua sustentabilidade. 81% dos brasileiros mostram-se propensos a comprar produtos de marcas que apóiam alguma causa, afirma a pesquisa Goodpurpose. As instituições financeiras têm vetado projetos que não passem por critérios de risco ambiental.

E existe até mesmo um protocolo de intenções entre o governo e a Febraban que visa promover o desenvolvimento sustentável, oferecendo linhas de crédito e outros benefícios para fomentar a qualidade de vida da população e uso sustentável do meio ambiente.

É – infelizmente – uma tendência no Brasil “criminalizar” comportamentos, razão pela qual, diversas infrações podem gerar sérios problemas ao empresário e também à pessoa física. Vide como exemplo o depósito de lixo em calçadas e locais de grande circulação que podem acarretar penas de multa e até mesmo reclusão.

A Lei 12.305/10 que prevê a política nacional para resíduos sólidos é um exemplo de legislação complexa que acarreta diversas sanções e obriga empresas e cidadãos a mudar seu comportamento. Implantar processos de reciclagem, destinar óleo a entidades beneficentes e uma boa política para resíduos é bem mais barata do que as penalidades previstas na lei. Ponto para o meio ambiente!

As multas em matéria de crime ambiental giram em torno de R$ 5.000,00 a R$ 50 milhões e podem simplesmente extinguir uma empresa e levar seu sócios à falência. Mais do que isto e, como expusemos, se o meio ambiente, do ponto de vista social, envolve respeito aos direitos humanos e do trabalho, é inegável a necessidade e obrigatoriedade das empresas se enquadrarem aos “conceitos desta nova era”.

Glaucia Barreiro e Clarissa Mazarotto
Advogadas da Barreiro e Mazarotto Sociedade de Advogados

Entrevistas

Bate Bola com a consultora de imagem e comportamento Lilian Riskalla

Lilian Riskalla é consultora de imagem e comportamento e presta assessoria e serviços para homens e mulheres nas áreas de coaching de imagem, personal shopping, packing, linguagem não verbal, etiqueta empresarial, dress code, entre outros.

No próximo dia 26/11 promoverá palestra sobre “Imagem e Assessoria Política: como aparecer em público, melhorar a sua imagem e ter relevância nas mídias sociais”, com a jornalista Vanessa Palazzi .

N&M: O que faz uma consultora de imagem?

Lilian Riskalla: Uma consultora de Imagem tem como objetivo desenvolver uma consistente imagem pessoal ou corporativa de credibilidade e confiança, a imagem que o cliente precisa ter numa ocasião pessoal ou profissional. Abrange os serviços de Coaching de Imagem, Personal Shopping, Packing, Linguagem Não Verbal, Etiqueta Empresarial, Dress Code, entre outros.

N&M: Como você trabalha os tipos de personalidade?

Lilian Riskalla: De acordo com os traços e caracteristicas, estilo de vida, profissão e objetivos, aspirações de cada individuo traçamos as diretrizes, definimos as ferramentas que serão usadas para alcançar a imagem ideal para esta pessoa.

N&M: Você pode dar algumas dicas para mudar a imagem?

Lilian Riskalla: O principal é querer, ter vontade de mudar. Geralmente quando alguém decide mudar sua imagem, está num momento de mudança de vida também, seja de trabalho, primeiro emprego, promoção ou pessoal, casamento. A maior dica que possa dar é : defina como quer ser visto e, a partir daí, procure inspiração, seja em revistas ou filmes, seja através de um especialista que possa auxiliar neste processo .

N&M: Fale dos seus projetos futuros.

Lilian Riskalla: Acabei de lançar dois projetos : o meu blog, que está no ar desde Outubro e a Palestra sobre Imagem e Assessoria Política. Tenho várias idéias , mas no momento estão em processo de amadurecimento e definição.  

Empreendedorismo femininno

Redes sociais e pequenos negócios

As redes sociais ainda são um fenômeno relativamente recente, mas que vêm mostrando o grande potencial de permitir que as empresas estreitem contato com seus clientes. Certamente, com o passar do tempo e a consolidação cada vez maior dessas ferramentas, que são um importante canal de expressão do consumidor, os pequenos negócios passarão a utilizá-las de forma mais abrangente, não só para entender como também para atender melhor o cliente.

Leia mais:

http://www.vendedoor.com.br/blog/noticias/redes-sociais-e-pequenos-negocios